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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘futuro’

Análise do presente, para defender um futuro justo, democrático e inclusivo

 

Adélia Pinheiro

O período de final de ano sempre nos convida a pensar sobre as escolhas que fizemos e os caminhos a que nos levaram. Essa reflexão costuma se apresentar como perguntas: alcançamos nossos objetivos? O que faltou? As respostas a essas questões traçam um balanço da jornada e nos orientam para a vida que segue.

É assim na esfera pessoal, mas também na coletividade. Aqui entra a política, a dimensão em que as decisões que tomamos juntos impactam diretamente a vida das pessoas, o funcionamento das instituições e o cuidado com a Terra. Ao longo da minha trajetória na ciência e tecnologia, na saúde, na educação e na universidade pública, aprendi que políticas públicas bem orientadas não são abstrações: elas se traduzem em comida no prato, acesso a serviços, oportunidades e dignidade.

Com esse olhar, constato que nós – baianas, baianos, brasileiras e brasileiros – temos feito escolhas importantes nos últimos anos. Na Bahia e no País, criamos as condições para a construção de um projeto de estado e de nação comprometido com inclusão social, redução das desigualdades e fortalecimento do serviço público.

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Camaçari, presente e futuro

Luiz Caetano

 

Assumir a gestão de Camaçari a partir de 1º de janeiro de 2025 é uma oportunidade de transformar sonhos em realidade. Assumo o compromisso com cada cidadão e cada cidadã de liderar nossa cidade rumo a um futuro de crescimento, inclusão e inovação. Camaçari tem tudo para ser um exemplo de prosperidade e qualidade de vida, e convido todos vocês, independentemente de preferências políticas, a se unirem a este grande projeto. Juntos, podemos construir uma cidade que inspire orgulho e ofereça oportunidades para todos.

O caminho para essa transformação começa com saúde e educação de qualidade. Em parcerias com os governos estadual e federal construiremos um novo Hospital Municipal e ampliaremos as UPAs, garantindo que cada morador tenha acesso a um sistema de saúde eficiente, sem filas e com atendimento humanizado. Na educação, nossa missão é aumentar a oferta de ensino em tempo integral, com escolas bem equipadas e professores valorizados, formando uma nova geração preparada para os desafios de um mundo em constante mudança.

O desenvolvimento econômico também será base dessa nova realidade. Camaçari é uma potência industrial, mas podemos ir além.

Com a chegada de novas empresas, como a BYD, e investimentos em energias renováveis, nossa cidade se tornará referência em inovação e sustentabilidade.

Trabalharemos para criar um ambiente de negócios favorável, com segurança jurídica e planejamento de longo prazo, para que esses investimentos se traduzam em mais empregos e prosperidade para nossa população. Camaçari sairá do isolamento.

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A política cultural no Brasil: o futuro chegou

Efson Lima

                        Após os resultados das urnas em 2022, os partidos políticos, artistas, empresários e sociedade civil se voltam para um dos debates mais presentes ao longo do Governo Bolsonaro: a política cultural brasileira. São muitas perguntas a se fazer. De imediato algumas delas saltam aos nossos pensamentos: como será executado o sistema nacional de cultural previsto na Constituição Federal, que foi destruído pela atual gestão? Como se dará a recriação do Ministério da Cultura, o titular da pasta, as competências? Como ficará a Lei Rouanet? Esta será complementada pelas Leis Aldir Blanc II e Paulo Gustavo, cujos instrumentos normativos podem colaborar no impulsionamento da indústria cultural no Brasil, a qual foi extremamente prejudicado pela pandemia e pelo desmonte do setor cultural promovido pelo governo de direita.

Ainda não sabemos em definitivo se a área cultural ficará para um partido aliado do governo eleito; se estará na cota pessoal do presidente ou se será entregue a gama de artistas, que se empenhou bravamente pela vitória do futuro presidente Lula. Uma diretriz é certa: a política cultural no Brasil precisa ser reorganizada e que ela cumpra com seu papel transformador. O setor cultural não pode ser instrumento do governo de ocasião, mas política de Estado. A cultura reverbera positivamente para o desenvolvimento nacional e compõe um conjunto de ações estratégicas.

É pela cultura que os países promovem seus valores e estabelecem os contatos internacionais. Temos diplomatas da cultura brasileira sem nunca terem feito parte do quadro do Itamaraty,  eles cumprem com esse papel em favor dos nossos valores culturais, democráticos e de promotores da paz e dos direitos humanos: Jorge Amado, Carmen Miranda, Fernando Meirelles e Fernanda Montenegro, Paulo Coelho, Maria Bethânia, Tom Jobim, Caetano Veloso, Oscar Niemeyer e  Gilberto Gil. Há uma diplomacia da cultura no campo internacional.

No plano doméstico,  a cultura é linha condutora dos valores democráticos. É estratégia para a afirmação dos direitos humanos, da educação e da identidade nacional. Não existe nação sem povo e sem um território definido. O governo e suas forças políticas decorrem do esteio popular.

Portanto, defender a política cultural é categoricamente propugnar pela inserção da cultura popular e as suas diferentes manifestações no plano maior do Estado brasileiro. É também reconhecer os povos indígenas e as suas diferentes formas de manifestação. É valorizar os povos tradicionais. É reconhecer a diferença dos grupos humanos. É saber que a interiorização dos apoios financeiros do Estado precisa alcançar o interior do país e às regiões. O Brasil que desejamos precisa ser inclusivo.

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Efson Lima – doutor e mestre em direito/UFBA. Membro da Academia de Letras de Ilhéus e  Grapiúna (AGRAL). Advogado e professor universitário. Membro da Academia de Letras de Ilhéus e  Grapiúna (AGRAL).

efsonlima@gmail.com

O futuro dos videogames

z gisa (5)
Bagnoregio

Estudos internacionais divulgados pelo Financial Times, demonstram que o futuro do videogame vai passar por fluxos dinâmicos, através da transferência de dados. A palavra utilizada é Streaming, em inglês, stream significa córrego ou riacho, e por isso a palavra streaming remete para o fluxo, sendo que no âmbito da tecnologia, indica um fluxo de dados ou conteúdos multimídia. Muitas pessoas assistem filmes, seriados ou jogos de futebol em streaming.
Streaming é uma tecnologia que envia informações multimídia, através da transferência de dados, utilizando redes de computadores, especialmente a Internet, e foi criada para tornar as conexões mais rápidas. Um grande exemplo de streaming é o site Youtube, que utiliza essa tecnologia para transmitir vídeos em tempo real.

Em relação com aos consoles de videogames, escreve o Financial Times, tudo isso pode mudar – ou matar – o mercado de consoles.

Nos últimos anos, como é sabido, o mercado de filmes e séries de TV mudou radicalmente: acontece com mais frequência que grandes produções preferem trazer seus produtos em serviços de streaming, em vez de no cinema ou em alguma rede de televisão tradicional. .

z gisa (4)Foi uma mudança impulsionada principalmente pelo aprimoramento tecnológico, que permitiu que milhões de pessoas desfrutassem de streaming fluido e de alta definição, comparável às reproduções de um DVD ou Blu-ray. Muitos especialistas e especialistas estão se perguntando se a indústria de videogames está prestes a acontecer. Por exemplo, o Financial Times perguntou, tentando imaginar qual seria o futuro dos consoles. Os dois consoles mais importantes do mercado – PlayStation 4 e Xbox One, produzidos pela Sony e pela Microsoft, respectivamente – foram lançados cinco anos atrás, um período bastante longo para o ciclo de vida dos dispositivos tecnológicos de hoje, e as próximas versões podem ser muito diferentes do que sabemos hoje. Em outubro de 2018, por exemplo, a Microsoft anunciou que está trabalhando em um novo projeto chamado xCloud, que permitirá aos jogadores jogar títulos de Xbox em smartphones e tablets, sem a necessidade de possuir um console.
Com a chegada dos jogos de streaming – também conhecidos como “cloud games” – os videogames estão prestes a sofrer “a maior transformação desde os jogos para smartphones”, segundo Candice Mudrick, analista da Newzoo, grupo de pesquisa sobre a indústria de videogames. e os fabricantes de consoles tradicionais correm o risco de acabar com a Blockbuster após a chegada da Netflix. A premissa para os jogos na nuvem tomarem o lugar dos jogos físicos ou baixados é que as conexões de internet se tornam cada vez mais rápidas, mas agora algo está começando a aparecer.
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Como será?

Gerson Marques

 gerson marquesComo queremos nossa região em dois mil e trinta, ou em trinta e quatro, quando Ilhéus completará cinco séculos de vida? Logo ali, daqui a dezessete anos…

Esta são boas perguntas para fazermos, no intuito de realizar um planejamento estratégico para a Região Sul da Bahia, em particular no entorno de Ilhéus e Itabuna e cidades vizinhas.

Respondendo primeiro onde queremos chegar, o que desejamos ser, para onde vamos, entendendo do geral ao específico, afunilando nos quantitativos, do tipo quantas e quais escolas, hospitais e serviços devem ser priorizados, em que local implantar,  para onde é como vamos expandir nossas cidades, como crescer e preservar ao mesmo tempo, como garantir a água, captar e tratar os esgotos… Sempre, tendo como objetivo principal a preservação e melhoria da qualidade de vida, a geração de emprego e riquezas através da sustentabilidade social, econômica e ambiental.

Os orientais, em particular os japoneses tem uma técnica excelente de planejamento físico de suas cidades, depois de elaborado os planos diretores e desenhado o plano diretor físico, eles fazem uma maquete da futura cidade ou região, está tudo ali, as futuras avenidas, os futuros parques, as futuras escolas e hospitais, aeroporto, cemitérios, etc… Colocam essa maquete em um espaço público, ali ela será um documento aberto, consolidado, uma visão do futuro, um instrumento de consultas,  aos poucos os cidadãos vão se apoderando daquela informação e podem organizar suas vidas, escolhendo o bairro onde morar, os meios de transporte que terão, as áreas de lazer próximo a suas casas, a oferta de escolas para os filhos etc, Já está tudo lá, um documento público como qualquer documento, com a vantagem de que não está em um armário da repartição pública,  na gaveta do secretário de planejamento, esta aberto, exposto e vivo.

Este é um bom conceito que deveríamos adotar, imaginem como seria importante ter projetado nossas cidades, sua áreas de expansão, suas avenidas, nossas futuras estradas, bairros, equipamentos públicos, e tudo visualizado em uma maquete, em escala, capaz de informar facilmente ao público como será sua cidade.

ilheus nazalIsso permitiría nos apoderar de uma visão física dos processo de conurbação urbana entre Ilhéus e Itabuna, evitando potenciais problemas, a exemplo do impacto no entorno do futuro aeroporto, porto e ferrovia, intervenções de logística que sempre trazem inúmeros problemas em seus entornos.

Entendo que o urbanismo, o desenho das cidades, poderá ser o principal instrumento de planejamento estratégico de nosso desenvolvimento urbano, agora mesmo esta para ser iniciada a duplicação da br 415, no trecho entre Ilhéus e Itabuna, acertadamente na margem direita do rio Cachoeira, mas como será a ocupação futura dessa área nova de expansão? Como preservar as margens e matas ciliares fundamental para saúde do rio e da população?

Na mesma br415, no trecho atual, temos uma concentração de equipamentos ligados a educação e pesquisa, além dos já implantados Uesc, Ceplac e If baiano, teremos a nova escola do Senai, e o novo hospital regional, prontos para inauguração, em futuro breve o Parque Tecnológico que será implantado em área da atual Ceplac. Se projeta para os próximos anos que somente nesta estrada, teremos mil e duzentos doutores trabalhando, uma das maiores concentrações de saberes do Brasil.

itabuna aereaIsso implica em um vertiginoso processo de crescimento da população regional, em particular de Itabuna e Ilhéus e entre as duas cidades, sem um plano adequado de expansão física, teremos uma área problema, sem esgoto, sem coleta de lixo adequado, sem oferta dimensionada de energia e Internet, sem transporte coletivo e sem infraestrutura urbana.

Está na hora de retomar o debate da criação da Região Metropolitana, de pensar um modelo de desenvolvimento e ocupação urbana, um desenho inteligente das áreas de expansão, conectados com conceitos modernos de urbanismo, arquitetura, mobilidade e qualidade ambiental.

As decisões de agora, ou a ausência delas terão impactos fundamentais no futuro de nossas vidas e de nossas cidades, as condições para isso estão colocadas, existe na região inteligência e capacidade para fazer um plano qualificado, capaz de potencializar as muitas possibilidades, e fazer a região dá certo.

O marco simbólico dos quinhentos anos de Ilhéus, a cidade mãe da região, pode ser o fator motivador e impulsionador deste novo tempo, as universidades e as comunidades, devem tomar para si essa iniciativa exercitando a criação coletiva e um olhar holístico sobre o desenvolvimento, cabendo aos governos o papel de  gerenciador e catalizador do processo, dando legalidade e operacionalidade aos rumos traçados.

 

Gerson Marques  é Diretor Presidente da Chocosul – Associação dos Produtores de Chocolates do Sul da Bahia

Em 1954, o futuro seria assim..,

Filme produzido em 1954 mostra como seria o futuro, no caso, os dias de hoje. Veja os erros e acertos dos Nostradamus da década de 50…





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