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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘futebol anão’

Com Dunga, o futebol-anão

Daniel Thame

DT tabocas 20O Brasil perdeu para o Chile por 2×0 na estréia das eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia.

Surpresa? Em hipótese alguma. Se houve surpresa foi a maneira com que a Seleção Chilena respeitou -e até temeu- a Seleção Brasileira, mais pela mística de um time cinco vezes campeão do mundo do que pela realidade atual.

Na hora em que o Chile parou de respeitar/temer o Brasil e viu que estava diante de uma equipe limitada tecnicamente e medíocre taticamente, ganhou o jogo com relativa facilidade.

Não dá para entender como jogadores que fazem sucesso em seus clubes na Europa, como Oscar, Willian, Huck e agora Douglas Costa, tornam-se atletas comuns quando vestem a outrora sagrada camisa amarela.

Contra o Chile, Willian e Douglas Costa tiveram um ou outro brilhareco e foi só. Oscar sumiu e Huck é aquela estinge. Como é que um cara desses é titular da Seleção Brasileira?

O Chile, ainda que não seja a oitava maravilha do futebol mundial, perdeu a chance de golear, caso tivesse atacado desde o início. Manteve o domínio do jogo, mas só criou coragem a partir da metade do segundo tempo, quando fez os dois gols a garantiu a vitória. Sem sustos, sem sobressaltos.

Neymar faz falta, como faria falta em qualquer seleção. Sem ele, não há com quem o adversário se preocupar. Basta fazer uma marcação sob pressão e ponto final. Só Neymar tem a jogada genial, o drible imprevisível, o lance que desmonta qualquer esquema.

Mais ou menos como a Argentina sem Messi, que pra se igualar ao Brasil na mediocridade, tratou de perder para o Equador por 2×0 em casa.

Voltando ao Brasil. Dunga é fraco, fraquíssimo. Demora 500 anos para fazer uma substituição e quando faz, é quase sempre mais do mesmo. Troca seis por meia dúzia, ou um zero a direita por um zero a esquerda. Em vez do futebol total o futebol-anão.

Mesmo com a estréia pífia, nada de dramalhões ´galvanianos`. O Brasil se classifica com um pé nas costas para a Copa da Rússia.

Mas, à exceção de Neymar, não se espere grande futebol. Vai ser na base do ganha umas três seguidas, empata uma, perde uma ou outra e lá vamos nós rumo ao fazendão de Putin, o outrora glorioso (?) império comunista.

Na terça, o Brasil deve golear a Venezuela em Fortaleza. É obrigação.

Depois vem a Argentina em Buenos Aires e o Peru em Salvador, já com Neymar no time.

Aí, enfim, teremos futebol.

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É gol- Afastar Joseph Blatter, Jerome Valcke e Michel Platani da FIFA numa pernada só é um gol de placa. Começa a limpeza que pode devolver a beleza do jogo e resgatar a magia do futebol.

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É pênalti- O São Paulo, outrora exemplo de modernidade no futebol, virou casa de puta. Com todo o respeito às valorosas operárias do prazer, per supuesto.

 





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