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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘fim do embargo’

Galo articula assinaturas na Assembleia Legislativa pelo fim do embargo a Cuba

galo cubaA Consulesa Geral da República de Cuba na Bahia, Laura Ivet Pujol Torres, esteve reunida nesta quarta-feira (9), na Assembleia Legislativa, com o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado estadual Marcelino Galo (PT), para tratar da campanha internacional pelo fim do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos em 1962 ao país caribenho. Galo articulou encontro da consulesa com deputados e lideranças partidárias e de bancadas da oposição e do governo na Bahia, quando um documento pedindo o fim do bloqueio econômico ao país caribenho foi apresentado para recolhimento de assinaturas de parlamentares.

De acordo com o parlamentar, a proposta é que a Casa Legislativa baiana também possa aprovar uma moção de apoio ao fim do embargo econômico, somando-se as Assembleias Legislativas dos estados do Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco e São Paulo, numa corrente política de apoio ao restabelecimento das relações entre os dois países da América. “Cuba tem dado enormes contribuições sociais, políticas e econômicas não somente na América Latina como no mundo. O Mais Médicos, cujos benefícios sociais são inegáveis para o povo brasileiro, é exemplo inequívoco disso. É preciso que as relações se estabeleçam na base do respeito, justiça e solidariedade entre nações soberanas e iguais em direitos”, afirmou Galo.  “Os presidentes Barack Obama e Raul Castro já acenaram o desejo comum nessa reaproximação, e acho importante que os parlamentares americanos se sensibilizem e compreendam a importância e grandeza desse gesto. Cuba não pode ter seu desenvolvimento sabotado por diferenças políticas, por escolher o caminho alternativo ao capitalismo, que prima pelo desenvolvimento humano e social, que é o socialismo”, enfatizou o parlamentar.

“São quase 60 anos com essa política que tem impedido o nosso desenvolvimento econômico e também demandado de nós grande esforço para conseguir extraordinários logros sociais que temos conseguido. Mas tem o custo humano direto que é a questão dos medicamentos, o acesso às tecnologias, porque todas ou quase todas dependem de equipamentos de empresas norte americanas, que são negadas pra nós”, anotou Laura Ivet Pujol, ao ressaltar que Cuba não pode ser prejudicada por decidir segui um caminho diferente, “alternativo, como o socialismo”.

No dia 16, durante uma sessão especial na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, será lançada uma campanha nacional pelo fim do bloqueio econômico, quando será apresentado o documento com assinatura de parlamentares de todo o Brasil. Até agora mais de 85 parlamentares do país assinaram a carta que será levada a Washington, em colóquio que acontecerá neste mês de setembro, e encaminhado ao Congresso dos Estados Unidos pedindo o fim do bloqueio econômico. Atualmente, com o restabelecimento de relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba, a principal reivindicação é o fim do bloqueio econômico. Mas apenas o Congresso estadunidense pode determinar o fim do embargo, visto que ele foi criado a partir de leis locais, há mais de 50 anos.

ONU pede, mais uma vez, fim do embargo dos EUA a Cuba

A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) aprovou hoje (29) uma resolução que solicita o fim do embargo dos Estados Unidos a Cuba. Com 188 votos favoráveis, dois contrários e três abstenções, o organismo multilateral renovou pelo 22º ano consecutivo o pedido para encerramento da sanção.

A resolução sobre a “Necessidade de colocar fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba”, está acompanhada de um relatório do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que apresenta as respostas dos Estados-Membros do organismo. O embargo foi imposto em fevereiro de 1962.

Barack Obama e Raul Castro

O fim do embargo é expressamente defendido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). “A situação em 2012 foi similar à dos anos anteriores. O bloqueio afeta as relações econômicas externas de Cuba e seus efeitos podem ser observados em todas as esferas das atividades sociais e econômicas do país”, indicou a agência da ONU.

A Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) acrescentou que Cuba vem se modernizando, mas que o bloqueio representa um entrave às mudanças que o governo de Raúl Castro começou a realizar.

“Os avanços no processo de atualização do modelo econômica são obstaculizados pelo bloqueio e a inclusão de Cuba, desde 1982, na lista norte-americana dos Estados que patrocinam o terrorismo”, sinalizou a CEPAL.

A Cepal considerou que, no ano passado, o governo dos Estados Unidos não fez esforços para diminuir o impacto do bloqueio. “Os danos acumulados de 1962 até dezembro de 2011 representam mais de US$ 1 bilhão, segundo o último relatório disponível em Havana”, informou.

Apesar do acumulo de prejuízo, Cuba vem realizando mudanças. O governo Raul Castro aprovou uma nova política de migração, que facilita as viagens de cubanos ao exterior e também a chegada de turistas a Ilha.

Do mesmo modo, os Estados Unidos, desde o ano passado, aumentou o prazo de vistos de turismo para cubanos, de seis meses para cinco anos. (da Agência Brasil/EBC)





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