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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘combate à fome’

ONU: Brasil é referencia no combate à fome

alimentaRepresentantes da ONU (Organização das Nações Unidas) no Brasil se declararam “felizes” com iniciativas do governo federal no combate à fome, redução da mortalidade materna e infantil, melhoria de equidade de gênero no mercado de trabalho e acesso à educação.

As declarações foram feitas por Kathy Calvin, presidente da Fundação das Nações Unidas (UN Foundation), que se reuniu ontem com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, junto com outros integrantes da entidade.

“Estamos particularmente felizes de ver e aprender sobre o progresso que o Brasil fez em termos de reduzir a fome e a mortalidade materna, a mortalidade infantil, melhorando a cobertura para meninos e meninas. Melhorando a equidade de gênero e assegurando que há uma inclusão no trabalho que tem sido feito para os cidadãos brasileiros”, declarou Kathy.

A presidente da Fundação das Nações Unidas enfatizou ainda o empenho que a presidente Dilma tem demonstrado para garantir acesso à educação de qualidade para todas as crianças brasileiras.

Após o encontro com Dilma, integrantes da Fundação conheceram obras da Casa da Mulher Brasileira de Brasília, iniciativa pioneira do governo que pretende reunir diversos serviços para a mulher em um mesmo espaço, como delegacia especializada, apoio psicossocial e promoção de autonomia financeira. A previsão de entrega é ainda para maio.

Além das conquistas na área social, Kathy Calvin destacou o papel que o Brasil ocupa hoje no cenário internacional na difusão de fontes limpas de energia e na promoção do desenvolvimento sustentável. “Estamos impressionados com o trabalho que já vem sendo feito no País para garantir que você tenha um futuro com energia sustentável. Isso é algo que pode ser compartilhado pelo mundo e o onde Brasil é uma grande liderança”, ressaltou.

 

Brasil é premiado pela FAO por programas de combate à fome

AGROECOLOGIAO Brasil é um dos 25 países premiados pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) por ter reduzido pela metade o número absoluto de subalimentados no País. A meta brasileira foi alcançada antes de 2015, prazo estabelecido durante a Cúpula Mundial de Alimentação (CMA), em 1996, em Roma, na Itália.

A premiação ocorreu no domingo (30), na sede da FAO, na capital italiana. Na oportunidade, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello, destacou as políticas públicas de transferência de renda como vetores da desmistificação do pobre como um preguiçoso.

“Quando se pensa que a pobreza seja o resultado de uma leniência, que o pobre é um perdedor ou uma pessoa preguiçosa, não é bem assim”, afirmou a ministra. “Porém, estamos construindo uma futura geração que não precisará do Bolsa Família, que teve acesso à educação e à saúde”, disse a ministra.

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Geraldo Simões “agricultura familiar combate miséria”

O deputado federal Geraldo Simões fez um pronunciamento em que destacou importância da Agricultura Familiar para o desenvolvimento do mercado interno, melhoria da condição de vida da população do interior, particularmente a rural e combate á fome em todo o mundo.Levantamentos recentes apontam que cerca de um bilhão de pessoas passam fome cotidianamente, praticamente o mesmo número dos que passam fome crônica, ou seja, nunca consomem o suficiente para suprir suas necessidades e quase 280 milhões de crianças até 5 anos estão desnutridas.

No entanto, mais da metade dos alimentos consumidos no mundo são produzidos pelos pequenos agricultores, basicamente através da agricultura familiar. Com relativamente pequeno investimento, a produção da agricultura familiar será suficiente para atender a demanda de alimentos, gerando mais renda ao agricultor e incluindo-o no mercado.

De acordo com Simões, “o estímulo à agricultura familiar é benéfico em diversos aspectos. Em primeiro lugar, permite a melhoria das condições alimentares dos pequenos agricultores, que destinam parte de sua produção para o consumo próprio. Em segundo lugar, permitem a permanência das famílias rurais no campo, evitando a emigração em busca de alternativas de vida”.





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