:: ‘Ceres Marylise’
Poetisa grapiuna tem reconhecimento da “Divine Académie”, na França
A Divine Académie Française des Arts, Lettres et Culture, de Paris, na França, acaba de escolher a poetisa grapiúna Ceres Marylise, como integrante da instituição, em reconhecimento à qualidade da obra poética da autora. Fundada em outubro de 1995, a Divine Académie, presidida atualmente por Diva Pavesi, costuma selecionar para seus quadros “pessoas que se destacam pelos serviços prestados às artes e à cultura”.
A produção de Ceres (que, na opinião do crítico Hélio Pólvora, “devolve a poesia ao seu estado natural, emotivo, encantatório”) foi publicada apenas em antologias e pela internet (o primeiro livro está em fase de negociações com a Editora Mondrongo), mesmo assim tem encontrado ampla repercussão, no Brasil e no exterior. Na lista, além daDivine Académie, estão várias provas do bom momento vivido pela escritora: em março, ela toma posse na Academia de Letras e Centro Cultural Castro Alves e Casa do Poeta Latino-Americano, em Porto Alegre/RS; em abril, também em Porto Alegre, será homenageada na festa Mulheres Notáveis, com o Troféu Cecília Meireles, Categoria Especial; em agosto, recebe na Academia de Letras de Itabira o Troféu Carlos Drummond de Andrade; em novembro do ano passado, teve aprovada na Câmara de Vereadores de Itabuna uma moção de aplauso, proposta pelo vereador César Brandão. Ceres Marylise Rebouças de Souza (professora universitária aposentada, nascida em Ubaitaba) terá, ainda este ano, o lançamento de uma seleção bilíngue (português-francês) de sua poesia, por sugestão da Aliança Francesa.
Poetisa grapiuna lança livro em Brasília e Paris
A poetisa grapiúna Ceres Marylise lança o livro Atalhos e Descaminhos em Brasilia e em Paris. Em Brasília, o lançamento acontece no dia 14 de março, na Nobile Lorkside Conventon, e na França no dia 23 de março, no Salão do Livro de Paris.
De acordo com o escritor Antonio Lopes, Atalhos de Descaminhos “guarda distância segura de dois territórios negativos: não cai na pieguice dos principiantes nem busca refúgio em hermetismos”. A obra é dividoda em blocos temáticos tais como Sagrado. Espiritual, A Vida como ela é, Mulher, Devaneios e Viagem no tempo, “O livro devolve a poesia ao seu estado natural, emotivo, encantatório — e, portanto, verdadeiro — de água a escorrer”, destaca o também escritor Hélio Pólvora. É uma troca códigos secretos e misteriosos pelo canto direto, essencial, nutriente imediato.
A arte de Marylise Ceres transcende o território pessoal, é caixa de ressonância e ao mesmo tempo percussão de sentimentos expostos no cancioneiro geral das nossas vidas.
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