:: ‘Centro das Águas’
Prefeitura faz parceria com o Centro das Águas e Uesc para revitalização do Rio Cachoeira
A Prefeitura de Itabuna vai realizar uma parceria institucional no Programa de Humanização do Rio Cachoeira apresentado pelo Centro das Águas – Espaço Cidadão, coordenado por Maria Luzia Mello. O projeto tem como ponto de partida o trabalho de revitalização no rio Água Branca, abrangendo uma área de 2.150 hectares, com uma extensão de 3,7 quilômetros, considerado o maior afluente urbano do Cachoeira em Itabuna, que reúne 11 sub-bacias mais o canal do rio principal e tem no seu entorno uma população de 17 mil habitantes.
Para o prefeito, o ideal não é apenas a revitalização do Água Branca, mas do próprio rio Cachoeira. Ele Informou que o projeto para eliminação dos esgotos drenados para o Cachoeira está sendo discutido por técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da Emasa, com a previsão de investimentos de R$ 200 milhões a serem captados junto ao governo federal. O Programa de Humanização do Rio Cachoeira propõe uma ação em conjunto entre o governo municipal e Centro das Águas – que é formado por representantes da Amurc, Rotary, Lions, Maçonaria, TV Santa Cruz, bem como os diversos segmentos da sociedade civil organizada, UFSB e Uesc – e a Universidade de Santa Cruz,
O encontro foi aberto pela coordenadora do Centro das Águas, Maria Luzia Mello e foi complementado com a apresentação do projeto de revitalização do rio Água Branca, elaborado por Marcelo Moreau, diretor do Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais da Uesc, que tem como foco a conservação de áreas verdes, recuperação de área de recarga da bacia, além de um trabalho de educação ambiental a ser realizado na comunidade em paralelo a investimentos em saneamento básico, humanização dos bairros no seu entorno com melhora da autoestima da comunidade e consequente valorização da área urbana.
As ações incluem um diagnóstico da situação do Água Branca, que tem problemas com o descarte de lixo e entulho nas suas margens, apresenta sinais de impacto da degradação pela ação do homem no meio ambiente e prevê entre outras coisas mapeamento das propriedades rurais e imóveis no seu entorno. O processo seria complementado com a realização de seminários itinerantes de sensibilização das comunidades ribeirinhas, limpeza do canal principal com 1,7 quilômetros de extensão e a retirada de resíduos sólidos, numa parceria com o governo municipal.
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