:: ‘Bebeto Galvão (PSB)’
Ato final da Caravana de Lula será suprapartidário, contra a violência e pela democracia

Foto: Ricardo Stuckert
A Caravana Lula Pelo Brasil concluirá hoje (28) sua vitoriosa passagem pelos estados do Sul com um grande Ato Suprapartidário Contra a Violência e Pela Democracia, às 17h na Praça Santos Andrade em Curitiba.
Já estão confirmadas as presenças da candidata à presidência pelo PCdoB, Manuela Dávila, do candidato do PSOL, Guilherme Boulos, dos senadores Roberto Requião (MDB) e João Capiberibe (PSB), parlamentares e dirigentes do PT. PSB, PSOL, PCdoB e PDT, da Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, CUT, MST, movimentos sociais e personalidades democráticas.
As violentas agressões à caravana, que culminaram com um atentado a tiros na noite de terça (27) em Quedas do Iguaçu (PR), além de atingir Lula e o PT, atentam contra as liberdades políticas e contra própria democracia, e por isso são repudiadas por todas as forças democráticas.
Bebeto integra grupo de trabalho para discutir Reforma da Previdência
Dirigentes das centrais sindicais do país criaram um grupo de trabalho para discutir ao longo dos próximos dias sobre a reforma da Previdência Social, pretendida pelo governo Temer. Os sindicalistas irão apresentar sugestões e entregar o documento ao presidente em exercício até o dia 30 de maio (segunda-feira). A criação do grupo foi anunciada esta semana durante reunião no Palácio do Planalto, com os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) Ronaldo Nogueira (Trabalho) e Henrique Meirelles (Fazenda) com representantes de quatro centrais sindicais: Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Nova Central. Presente na reunião e membro do grupo de trabalho recém instalado, o deputado federal e sindicalista Bebeto Galvão (PSB) explica que as centrais foram claras e enfáticas durante o encontro com o governo.
Os sindicalistas entendem a necessidade de reestruturar a Previdência, desde que não seja tirando direitos dos trabalhadores. Bebeto informa ainda que o movimento sindical discorda do “mantra” defendido pelo governo que é estabelecer uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos. “Isso é uma panaceia. Essa questão da idade já está superada com uma aprovação recente no Congresso. Para reverter esse déficit bilionário na Previdência, o governo precisa escolher outro caminho, é isso que estamos sugerindo, como uma nova forma de arrecadação. O governo tem que cobrar percentuais mínimos do agronegócio, dos clubes de futebol, dos jogos de azar, e também rever a política de renúncia fiscal da filantropia, afinal há muitos filantrópicos que não prestam serviços sociais e só existem para enriquecer dirigentes. É preciso endurecer a fiscalização contra os sonegadores. Ou seja, há muitos caminhos para reverter o déficit, que é cobrando desse pessoal e não colocando em risco o direito do trabalhador”, argumenta Bebeto. O ministro Padilha se comprometeu a não apresentar nenhuma proposta de reforma sem dialogar com o Congresso e com o movimento sindical.
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