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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Bahia Faz Ciência’

Estudantes baianos criam aparelho para que pessoas portadoras de “ELA” possam se comunicar

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Um grupo de estudantes do Instituto Federal Baiano de Valença (IF Baiano) busca melhorar a qualidade de vida de pacientes que sofrem com uma doença rara e que não tem cura, a Esclerose Lateral Amiotrófica, popularmente conhecida como ELA. Através do trabalho de pesquisa de alunos do ensino médio e técnico em agroecologia e agropecuária, foi desenvolvido um aparelho chamado ACAPELA, que permite ao indivíduo portador da doença se comunicar ou exercer atividades como utilizar um computador.

ela 2A ELA é uma doença neurodegenerativa progressiva que resulta na perda dos movimentos do paciente. Nos últimos tempos, a doença ganhou visibilidade ao ser apresentada no cinema em filmes como “A Teoria de Tudo”, que abordou como o físico Stephen Hawking foi afetado por este mal. Além disso, artistas do mundo inteiro realizaram, em meados de 2016, nas mídias sociais, um desafio conhecido como “balde de gelo”, que visava chamar atenção para a doença e arrecadar fundos para o avanço dos estudos.

Atualmente, ainda não há um tratamento eficaz capaz de reverter o diagnóstico, mas os jovens cientistas se esforçam para tornar a vida dessas pessoas mais confortável, ao facilitar a capacidade de se comunicar, uma característica inerente ao ser humano e que passa a ser mais difícil com a evolução da doença. Para isso, o ACAPELA foi desenvolvido levando em consideração que a ELA não afeta a parte sensorial e cognitiva do indivíduo.

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Cientista baiana cria nova vacina para alergias

neuza 1A ciência ainda não tinha criado um tratamento para alergias de maneira eficaz e sem efeitos colaterais, até surgirem os primeiros estudos de biologia molecular. Agora, um grupo de pesquisadores da Bahia, liderado pela professora Neuza Alcântara Neves, decidiu desenvolver uma nova forma de combater as doenças alérgicas, a partir desta técnica. O projeto, que é produzido simultaneamente em Salvador e na Europa, traz a recombinação dos agentes causadores da reação alérgica no organismo do indivíduo com o intuito de curar a alergia ao ácaro, a mais comum entre a população baiana.

De acordo com a cientista, o trabalho teve início há mais de 10 anos no laboratório de Alergia e Acarologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), onde, junto a um grupo de pesquisa, ela presta serviços para a empresa Alergolatina, ao mesmo tempo em que realiza estudos sobre alergia e asma com a população de Salvador em colaboração com os professores Maurício Barreto, Camila Figueiredo e Álvaro Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Ufba. “Através deste trabalho, mostramos que as alergias são muito prevalentes na capital baiana e resultam em grande custo financeiro por parte da saúde pública para disponibilizar tratamento”, sinalizou.

A diferença em relação às vacinas que já existem está na quantidade de efeitos colaterais. “Em vez de utilizar o próprio organismo que causa alergia para gerar imunidade no paciente, nesta nova vacina, o gene que codifica a proteína causadora da reação alérgica no indivíduo é colocado em uma bactéria que faz ela produzir grandes quantidades desta proteína. Este processo diminui para quase zero a possibilidade de a vacina gerar efeitos adversos como sintomas de alergia comuns em vacinas de extratos”, explicou.

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Pesquisadores baianos criam sistema único capaz de simular patologias cardíacas

 

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Quando se fala em saúde, todo mundo sabe que qualquer descuido pode ser fatal. Por isso, os cursos da área buscam tornar cada vez mais reais as dificuldades da rotina desses profissionais. Através deste princípio, um grupo de pesquisadores do Polo de Inovação de Salvador (PIS), unidade do Instituto Federal da Bahia (IFBA), com sede no Parque Tecnológico, desenvolveu para a empresa Algetec, com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), um sistema de simulação de patologias do coração capaz de reproduzir ou imitar determinados aspectos reais com pacientes que sofrem problemas cardíacos como, por exemplo, um infarto.

1O simulador de paciente é composto de tórax e cabeça, do qual gera todos os sinais elétricos de eletrocardiograma (ECG) que um monitor cardíaco capta no corpo humano. Além de possuir estrutura mecânica e eletrônica que demonstram dados simulados sobre a situação, um aplicativo interativo permite ao professor programar a simulação de eventos para o aluno treinar ações terapêuticas, enquanto acompanha a evolução do quadro clínico em função do tratamento adotado.

De acordo com Josemir Alexandrino, professor de eletrônica, que esteve à frente do projeto, este simulador suporta manobras clínicas como massagens cardíacas, recebe a aplicação de descarga elétrica e reproduz os sons característicos dos batimentos cardíacos. “Muitos desses produtos que estão no mercado atualmente limitam os estudantes ao modelo virtual fornecido pelo próprio fabricante que não gera sinais elétricos do ECG. Isso pode levar à falta de experiência por parte do profissional na hora de lidar com a situação real”, explicou.

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Pesquisadora amplia estudos sobre riscos da exposição solar

andreaGrande parte da população sabe que o sol pode ser sinônimo de perigo e provocar o desenvolvimento de doenças como o câncer de pele, mas ainda assim resiste a adotar atitudes preventivas para não prejudicar a própria saúde. É o que mostram os estudos, sobre comportamento populacional perante os danos que a exposição ao sol pode causar, da física Andrea Morégula, professora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Este tema tão importante é a pauta desta semana do Bahia Faz Ciência, série de reportagens lançada pela Secti e Fapesb, a fim de aproximar o cidadão da produção científica no estado.

 

Dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que mais de 30% de todos os cânceres diagnosticados são câncer de pele não melanoma, causados pela exposição excessiva ao sol e sem proteção adequada, como explica Andrea. “Apesar dos benefícios que pode haver na nossa vida, ainda há um problema a nível mundial em relação à falta de cuidados na hora de tomar sol. O que acontece é que as pessoas acreditam que somente passar o protetor solar as deixam protegidas, e, por isso, não tomam nenhuma outra medida”.

 

O projeto consiste em primeiramente entender se a população da amostragem (757 pessoas, entre pacientes do SUS e estudantes), que se concentra no Sul da Bahia, conhece os índices de radiação solar e se adotam hábitos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A partir dessas informações, é possível gerar novas orientações para os órgãos públicos responsáveis revisarem a linguagem que utilizam para a população se prevenir contra doenças de pele, oriundas da exposição ao sol.

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Bahia Faz Ciência: pesquisador cria teste para detectar Doença de Chagas

pesquisaApós o recente surto da Doença de Chagas em alguns estados do Brasil, diversas instituições investem para encontrar soluções que possam controlar os índices da infecção. Foi com este objetivo que o professor Luiz Oliveira, da Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), desenvolveu um teste capaz de identificar focos da doença de maneira mais rápida e precisa. O estudo é a pauta desta semana do Bahia Faz Ciência, série de reportagens, lançada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), que busca aproximar a população da produção científica no estado.

O projeto, que integra o Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) da Fapesb, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), consiste em um teste que une os fatores rapidez, facilidade de execução, baixo custo e alta sensibilidade para encontrar o agente causador da Doença de Chagas nos insetos barbeiros. Apesar de existirem vários exames para detectar a infecção no sangue de humanos e animais, a novidade é que ainda não havia sido explorada a padronização de um teste rápido que pudesse ser realizado diretamente nas fezes dos barbeiros.

Além disso, para identificar focos da doença, atualmente, é necessário o uso de equipamentos restritos a laboratórios, que exige alto conhecimento técnico para manuseio. A partir da pesquisa elaborada pelo professor, agentes de saúde poderão ter acesso ao teste capaz de identificar insetos contaminados e, dessa forma, alertar as pessoas que residem ou transitam ao redor do local que possui risco de contaminação.

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