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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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LEAIUTE GANHA O GRAN PRIX COM DONA ENEDINA


A Leiaute Propaganda conquistou o Grand Prix nas categorias Televisão e Jornal do Bahia Recall, da Rede Bahia, que premiou os destaques da publicidade baiana.

Na categoria televisão, o prêmio foi para os vetês para a comunicação do Governo da Bahia nas áreas de educação, abastecimento de água e energia elétrica.

Um das estrelas da campanha premiada foi dona Enedina, a ilheense de 100 anos alfabetizada pelo TOPA e que ganhou destaque em todo o Brasil.

Nossos parabéns à Leiaute, porque o depoimento é belíssimo, e a dona Enedina, essa espetacular figura humana.

Bolinha de papel. Que papelão!


Nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1990, num jogo entre Brasil e Chile, no Maracanã, o goleiro Rojas protagonizou uma cena comovente: atingido por um rojão, ele caiu no gramado, o rosto manchado de sangue.

Uma agressão covarde, que poderia custar ao Brasil a suspensão da participação no Mundial.

E era justamente essa a intenção de Rojas, protagonista daquilo que se revelaria uma grande farsa.

O goleiro já começou o jogo com um pedaço de estilete preso a uma das luvas. Quando o fogo de artifício explodiu ao seu lado, ele viu ali a chance da encenação. Atirou-se no gramado, provocou o corte no próprio rosto e saiu-se melhor do papel de ator do que do goleiro de parcos recursos técnicos.

As imagens captadas pelas câmeras de televisão logo comprovaram a armação.

Rojas foi banido do futebol e o Chile afastado por um longo período das competições internacionais.

O ´caso Rojas` está sendo lembrado agora, diante da falta de originalidade dos nossos políticos.

A “agressão” (é entre aspas mesmo) cometida por militantes do PT contra José Serra durante um evento da campanha no Rio de Janeiro demonstra que não há limites quando o poder está em jogo.

Ao ser abordado por um grupo de petistas e atingido por um objeto, Serra simulou uma expressão de dor, como se tivesse levado uma violenta pancada na cabeça e imediatamente dirigiu-se a um hospital, onde passou por uma tomografia.

Pronto, estava consumada a covardia dos petistas contra Serra, prato cheio para os telejornais da noite, especialmente a Rede Globo, que cumpriu galhardamente a parte que lhe tocava e reverberou a versão demo-tucana.

A armação (existe outro nome?) não resistiu ao dia seguinte. As tevês Record e SBT, que cobriam a atividade de Serra, mostraram imagens revelando, de forma inquestionável, que o candidato foi atingido por uma bolina de papel, dessas que não provocam nem cócegas.

E mais, mostraram que entre a “agressão” e a reação de dor se passaram cerca de 20 minutos, tempo mais do que suficiente para que algum assessor vislumbrasse ali um factóide capaz de atingir Dilma Roussef.

Serra chegou a usar a “agressão” no seu programa de televisão, revelando o nível de desespero a que chegou sua campanha. No programa de Dilma, a farsa foi esclarecida prontamente.

Depois da bolinha, a Folha e a Globo descobriram algo que se parece com um rolinho de fita adesiva atingindo a cabeça de Serra. Algo que nem um perito experimentado e recursos de computador permitem identificar. Ainda assim, nada que fizesse levar alguém ao hospital e provocar tamanho estardalhaço.

José Serra, com a trajetória que tem na vida pública, poderia ter se poupado do ridículo, sem correr o risco de sair da eleição como um Rojas da política.

FALTOU O TIRA TEIMA


É preciso ter estômago de avestruz para assistir ao Jornal Nacional sem sentir ânsia de vômito.

A edição desta quinta-feira foi mais um primor do padrão Globo de jornalismo demo-tucano.

No primeiro bloco, uma reportagem de quase oito minutos sobre a quebra do sigilo fiscal de tucanos, tentando de todo jeito envolver Dilma e o PT naquilo que foi uma disputa entre Serra e Aécio Neves, com golpes abaixo da linha da cintura.

No último bloco, mais cinco minutos sobre a suposta agressão a Serra, com direito até a um perito pra definir se ele foi atingido por uma bolinha de papel ou um rolo de fita adesiva, como se um ou outro fossem capazes de provocar ferimentos graves.

Só faltaram botar o tira-teima para medir a velocidade da bolinha de papel e da fita adesiva e entrar o Galvão dizendo que o Serrrrrrrrrrrrra foi agrrrrrrrrrrrredido, com todos os erres que tem direito. Só não foi mais ridículo porque eles sabem o que estão fazendo e o que querem: atingir a candidatura de Dilma.

No meio disso tudo, bem escondida, aquela que era a grande notícia do dia: o desemprego caiu ao menor nível dos últimos anos e a renda média do trabalhador é recorde.

Depois essa gente tem tremeliques quando se fala em controle dos veículos de comunicação.

BROCHADA NUMEROLÓGICA


Pela cara de velório com que o casal Fátima Bernardes e Willian Bonner anunciou a pesquisa Ibope no Jornal Nacional, com o aumento da vantagem do 13 sobre o 45, hoje a noite não vai rolar nem um 69 em casa.

Estilingue e vidraça

Historicamente, o PT sempre teve facilidade para ser estilingue e dificuldade para ser vidraça.

Traduzindo: na hora de bater, o partido é de uma eficiência impar, mas quando apanha demora uma eternidade para reagir.

Vai às cordas e deixa o juiz abrir contagem, diante do nocaute iminente.

Menos mal que, quase sempre, reage antes de beijar a lona.

É isso, exatamente, o que está ocorrendo na eleição presidencial.

Quando os veículos de comunicação superdimensionaram a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e exploraram ao extremo o caso Erenice Guerra, o PT manteve a linha da campanha propositiva, ignorando olimpicamente o impacto das denuncias.

Quando a campanha descambou para o submundo, o lamaçal das baixarias e dos boatos, explorando a religiosidade e valores morais como o aborto junto a uma significativa parcela da população, através de uma monumental corrente pela internet e de milhões de panfletos apócrifos, a campanha de Dilma preferiu manter o estilo ´paz a amor´.

Deu no que já se sabe. Uma eleição que estava praticamente definida no 1º. turno desaguou no imponderável do 2º. turno, com José Serra ganhando novo fôlego. Dilma manteve a dianteira, mas começou a ver o tucano pelo retrovisor.

O PT, enfim, resolveu reagir e jogar o mesmo jogo do PSDB.

Logo de cara, martelou num ponto altamente sensível para os tucanos: a privatização, colocada de tal forma a parecer que se deixar, Serra privatizará até o Palácio do Planalto.

E, como presente dos céus, caiu um Paulo Preto no colo dos petistas, para pelo menos emparelhar no quesito denuncia de irregularidades e ainda tripudiar, já que Erenice e sua troupe estão sendo investigadas, ao passo que Paulo Preto ainda é um fantasma capaz de provocar novos sustos, impune e ainda cobrando lealdade de seus pares.

Na internet, a guerra segue abaixo da linha da cintura, com chumbo trocado de lado a lado, no melhor estilo ´se colar colou, se não colar, a gente inventa outra´.

O correto seria uma eleição que se pautasse por uma disputa de alto nível, com os candidatos se respeitando e limitando o embate à discussão de projetos.

Uma eleição em que, avaliadas as propostas, o eleitor tivesse discernimento para escolher aquele que considera o melhor para gerir os destinos do país pelos próximos quatros anos.

Na prática virou uma guerra, onde o limite é não ter limites.

Uma pena.

PALAVRAS CRUZADAS

E se fosse com nove letras?

Fácil:

Rede Globo

ALÉM DE SER COMUNISTA E COMER CRIANCINHA, DILMA NÃO NASCEU NO BRASIL


A gente recebe tanta baboseira contra Dilma que algumas são de rolar de rir, de tão ridículas.

A ultima é que, além de ser comunista e comer criancinha, Dilma não é brasileira.

Isso mesmo, a nossa santa mãezinha do PAC e guardiã do Bolsa Família nasceu na Bulgária.

Os lunáticos que espalham o mais novo boato falsificaram não apenas uma certidão de nascimento búlgaria, mas um exemplar de um jornal da Bulgária.

Ainda bem que o comunismo internacional entrou no circuito e está abafando o caso.

E tem gente que acha que engraçado é o CQC, o Panico na TV e o Casseta & Planeta.

WAGNER EM ITABUNA E ILHÉUS


O governador Jaques Wagner faz sua primeira visita à Ilhéus e Itabuna após a vitória no primeiro turno, que lhe garantiu a reeleição com mais de 63% dos votos dos baianos.

Wagner vem agradecer pela votação que obteve no Sul da Bahia e, principalmente, fazer campanha pela eleição de Dilma Roussef para presidente da República.

Acompanhado dos senadores eleitos Valter Pinheiro e Lidice da Mata e de deputados federais e estaduais, Jaques Wagner participa no próximo sábado, dia 23, de duas carreatas, às 9 da manhã em Itabuna e às 11 da manhã em Ilhéus.

A meta é dar a Dilma 75% dos votos dos baianos.

TELEBAIXARIA

Por volta das 19 horas desta segunda-feira (18), recebi uma ligação telefônica, com uma gravação que mostra o nível a que chegou a campanha presidencial.

Ao atender o telefonema, surge uma voz que diz mais ou menos assim:
-Se você vai votar na Dilma, pense bem. Ela é a favor do aborto, do casamento gay, da invasão de terras, da censura à imprensa e da corrupção.

O Jornal da Record acaba de mostrar que essas ligações partem de uma central instalada em São Paulo, que dispara ligações para o Brasil inteiro.

Nazi-fascismo em estado puro!

Sorriso maroto


Nem Dilma nem Serra quiseram se arriscar e o debate na Rede TV foi daquelas coisas de dar sono.

Uma ou outra estocada, muitas perguntas sem respostas de ambos os lados e a impressão de que Dilma e Serra estavam mais preocupados em não perder votos do que ganhá-lo.

Devem estar guardando munição para o debate final, semana que vem na Rede Globo.

Se na tevê a coisa foi morna, no submundo a baixaria continua. A descoberta da impressão de milhões de folhetos caluniando Dilma, encomendados por um bispo da Igreja Católica e pagos sabe se lá por quem, é mais um componente dessa guerra santa, perdão, guerra suja.





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