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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Notícias’

MUNDO ANIMAL

Deu na Globo:

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Quantas e quantas crianças não são vítimas desse tipo de brutalidade?
Cadeia é pouco pra quem agride uma criança indefesa.

PEGA LEVE!!!

Pai vende filha por US$ 16 mil e 100 caixas de cerveja

Um homem de Greenfield, Califórnia, foi preso acusado de combinar o casamento de sua filha de 14 anos, vendendo a adolescente por US$ 16 mil (cerca de R$ 37 mil), cem caixas de cerveja, várias caixas de carne e outros objetos.
Segundo o site da polícia de Greenfield, Marcelino de Jesus Martinez, 36 anos, vendeu a filha adolescente para Margarito de Jesus Galindo, de 18 anos.
A adolescente foi morar com Galindo e, quando o pai não recebeu o pagamento, chamou a polícia de Greenfield, para que os policiais trouxessem sua filha de volta uma semana depois de ela ter ido para a casa do marido.

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PS- Pelo jeito, além de não entregar os dólares, o rapaz ainda mandou para o “sogrão” 100 caixas de Nova Schin, em vez de cerveja…

MAIS UMA ESPERANÇA?


Pesquisa aponta nova perspectiva
para o controle da vassoura-de-bruxa

Com o trabalho de pesquisa Fluído apoplástico foliar do cacau – uma nova perspectiva para seleção de plantas resistentes à vassoura-de-bruxa do cacaueiro, a doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular da UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz (Ilhéus/BA), Heliana Argôlo Santos Carvalho, tem importante participação na geração de ferramentas tecnológicas que para o controle da principal doença que infesta os cacauais do Sul da Bahia, a vassoura-de-bruxa, com reflexos negativos na economia regional.
O trabalho conquistou o 2º lugar no Concurso Idéias Inovadoras-2008, na Categoria Doutorandos, e está sendo desenvolvido em três níveis, no Centro de Genética e Biologia Molecular da Universidade. O primeiro deles consiste no estabelecimento de dois novos protocolos de extração de proteínas nativas e desnaturadas de folhas e meristemas do cacaueiro. Esses protocolos são considerados de grande utilidade para o desenvolvimento de ações de pesquisa básica e para a identificação de proteínas envolvidas na resistência do cacaueiro ao seu maior patógeno – o Moniliophthora perniciosa – fungo causador da vassoura-de-bruxa.
O segundo nível da pesquisa está relacionado à fixação de um novo protocolo de extração de fluído apoplástico de cacau. “Sabe-se que o apoplasto tem um papel importante nos mecanismos de defesa da planta e responde a estresses bióticos e abióticos, como poluição atmosférica, toxicidade por metais pesados, seca, infecção por patógenos, entre outros. E que a maioria das modificações no fluído apoplástico, induzidas pelo estresse, está relacionada com o aumento da expressão de proteínas de defesa”, explica a pesquisadora.
O terceiro nível de inovação diz respeito à utilização do fluído apoplástico do cacaueiro para identificar e selecionar, precocemente, variedades da planta resistentes à vassoura-de-bruxa. Assim, segundo a pesquisadora, “esse teste precoce poderá ajudar os melhoristas e produtores a selecionar plântulas de cacau resistentes, nas diferentes progêmies em desenvolvimento, tanto nas instituições de pesquisa quanto em nível de propriedade agrícola”.
No seu trabalho de pesquisa, Heliana Carvalho tem a participação de Lívia Santana dos Santos e Thyago Hermylly Santana Cardoso, ambos alunos de graduação em Biologia e bolsistas de Iniciação Científica da UESC.

KAKÁ E O FUTEBOL-PAIXÃO

No futebol mercenário de hoje, em que beijar o escudo do time na camisa é quase uma heresia, a decisão de Kaká em permanecer no Milan é de se bater palmas de pé.

Kaká abriu mão de uma montanha de dinheiro oferecida pelo Manchester City para continuar jogando no time que gosta e em que pode ganhar títulos e não apenas engordar a conta bancária, o que faltamente ocorreria no milionário, mas inexpressivo time inglês.

Trata-se, definitivamente, de um jogador diferenciado, além de um craque de primeira linha.

GUETO DE GAZA

Cenas do cotidiano na Faixa, ou melhor, no Gueto de Gaza.

Aí estão os “terroristas” palestinos que Israel diz combater.






DESGRAÇA DE UNS, ALEGRIA DE OUTROS

Tradução de artigo do Financial Times, de Londres, de 14/01/2009:

Futuro desanimador para a cacauicultura na Costa do Marfim
By Mathew Green, West Africa correspondent

Published: January 14 2009 18:44

Nos anos dourados, após sua independência da França, em 1960, as plantações de cacau na Costa do Marfim eram uma frutífera máquina de prosperidade. Milhões de migrantes ajudaram a criar o que viria a se transformar no maior setor cacaueiro do mundo. Arranha-céus construídos com seus lucros tornaram Abidjan – a capital comercial – em uma “Manhattan da África Ocidental”. À medida que os frutos surgiam, aumentava também a autoconfiança nacional. Hoje, as perspectivas são inequivocamente sombrias. Os distúrbios políticos que se seguiram à guerra civil de 2002 impediram os investimentos necessários para a renovação de velhas plantações. A cultura do cacau, antes uma fonte de orgulho, perdeu seu prestígio.

A nuvem que paira sobre o setor cacaueiro da Costa do Marfim – que produz 40% do cacau mundial – tem alimentado um impulso desafiador da gravidade nos preços do produto, mesmo quando a desaceleração mundial provoca o colapso em outras commodities. Os preços em Londres saltaram quase 70% no ano passado, atingindo os níveis mais altos dos últimos 23 anos, a £1.820 a tonelada, sustentados pelos temores quanto à oferta, e pela fraqueza da Libra. Os preços em Nova York , denominados em dólares, cresceram mais de 30% no ano passado.

Técnicos informam que, com alguns cuidados, o cinturão cacaueiro do país poderá se recuperar. Mas, se um esforço de recuperação não for organizado em breve, as colheitas deste ano poderão marcar o início de um longo declínio que elevará os preços do cacau durante anos. “Caso o status quo continue, então o setor cacaueiro provavelmente sofrerá uma morte lenta,” declarou Daniel Sellen, principal economista agrícola do Banco Mundial em Abidjan. “Se nada for feito, não se pode descartar um colapso do setor”.

Alguns interpretam as fracas colheitas desta safra como um alerta sobre o que está por vir, para o mercado do cacau. Os recebimentos de cacau até a semana passada foram os menores em muitos anos. Apenas 530 mil toneladas foram recebidas da safra principal, iniciada em outubro, uma queda de mais de 35%, contra as 835 mil toneladas do mesmo período no ano passado. As colheitas terminam em meados de março. Embora as expectativas passadas da ruína do setor e de preços permanentemente altos se provaram prematuras, os produtores hoje se defrontam com uma constelação particularmente tóxica de problemas.

As facções beligerantes do conflito que dividiu o país após 2002 sugaram os recursos do setor, deixando as áreas rurais carentes de investimentos. Estando entre os produtores mundiais mais fortemente taxados do mundo, os agricultores marfinianos não dispõem de recursos ou incentivos para adquirirem fertilizantes ou para replantio. Os produtores recebem apenas cerca de 35-40% dos preços internacionais, comparado com 75-90% dos produtores rivais.

Doenças, inclusive a podridão parda, também assolam as plantações. Com um volume muito alto de cacaueiros no ápice do marco de 25 anos, a partir de onde a produtividade cai, muitos temem que a Costa do Marfim possa estar à beira de uma mudança estrutural de muitos anos de produção declinante, deixando o mercado mais dependente da oferta de Gana, Nigéria, Camarões e Indonésia. Além disso, muitos produtores na Costa do Marfim trocaram o cacau pela borracha, reduzindo ainda mais a produção, em busca de melhores retornos.

O Banco Fortis de investimento informa que sem maiores cuidados e investimentos agrícolas, dificilmente a produção poderá ser sustentada acima de 1 milhão de toneladas anuais, um nível que poderá vir a ser sustentador de preços. François Ruf, pesquisador do Instituto Cirad de Agricultura Tropical, acredita que há um risco evidente de queda constante de produção. “Não ficaria surpreso se, dentro de poucos anos, a Costa do Marfim esteja produzindo apenas 500 – 600 mil toneladas anuais de cacau”.

Neste cenário, os comerciantes de cacau ingleses temem que os preços possam disparar acima de £2000 por tonelada, atingindo níveis não vistos desde o final da década de 70. Em julho de 1977, em termos nominais, os preços atingiram o pico de £3.512. “O setor do cacau está vivendo da mão para a boca, de safra para safra,” declara o Banco Fortis. O processo de liberalização, iniciado na década passada, não assegurou aos produtores uma maior parcela de lucros, necessária para incentivar investimentos, enquanto as taxas de pobreza rural quase que duplicaram nos últimos seis anos.

O legado da guerra civil, advindo em parte de ressentimentos causados por ondas de imigração para as plantações nas últimas décadas, deixou uma herança amarga para os produtores. Um acordo de paz, assinado em 2007, marcou oficialmente o fim do conflito que dividiu o país. Mas, o avanço para o desarmamento de grupos militantes tem sido lento, e as prorrogações repetidas das eleições difundiram um sentimento desanimador. Pressões de grupos de produtores e outros levaram o governo de Laurent Gbagbo a prometer reformas. Autoridades federais acusadas de corrupção foram presas. O governo instalou um conselho interino de gestão para analisar a reestruturação do setor.

Os produtores da Costa do Marfim – como as árvores que cultivam – têm se mostrado extraordinariamente flexíveis. Para os mercados, a questão é se os líderes do país poderão dar o suporte do qual precisam para prosperar, ao invés de simplesmente sobreviverem.

[1]Copyright The Financial Times Limited 2009

DO REPORTERES SEM FRONTEIRAS

VENEZUELA:
POSIBLEMENTE EXISTE UN MÓVIL PROFESIONAL EN EL ASESINATO
DE UN PERIODISTA, COMETIDO POR UNOS SICARIOS

Reporteros sin Fronteras manifiesta la consternación que siente por el asesinato a disparos, el 16 de enero de 2009 en Valencia (Estado de Carabobo, Centro-Norte), de Orel Zambrano, director del semanario político ABC, vicepresidente de la emisora privada Radio América 890AM, editorialista del diario regional Notitarde, y también abogado y profesor en la Universidad de Carabobo. La tragedia se produjo tres días después del atentado que estuvo a punto de costar la vida a Rafael Finol, del diario privado El Regional (leer el comunicado del 15 de enero de 2009).

“Enviamos nuestro más sentido pésame a los familiares y colegas de Orel Zambrano. Esperamos que la investigación permita identificar rápidamente a los autores del crimen cuyo móvil no se ha establecido todavía, lo mismo que el del atentado sufrido por Rafael Finol. Ambos dramas, ocurridos en menos de una semana, inspiran serios temores acerca de la seguridad de los periodistas. Orel Zambrano se ocupó recientemente de un caso de narcotráfico, que podía exponerlo a represalias. Hay que explorar esta hipótesis”, ha declarado la organización.

El 16 de enero, hacia las tres de la tarde, Orel Zambrano, de 62 años, acababa de salir de su vehículo y se dirigía a una tienda de alquiler de películas cuando le interceptaron dos personas en una moto. Uno de los hombres efectuó tres disparos a quemarropa contra el periodista, que falleció en el acto a consecuencia de un tiro en la cabeza. Los asesinos se dieron inmediatamente a la fuga.

El asesinato de Orel Zambrano podría tener un móvil profesional. El periodista denunció hace poco unos casos de narcotráfico, en uno de los cuales está implicada la poderosa familia Makled, de empresarios de la región. Los tres hermanos Abdala, Alex y Basel Makled, detenidos el 14 de noviembre de 2008 en posesión de cerca de 400 kilos de cocaína, luego del allanamiento de una propiedad familiar, tienen abierto un procedimiento en curso en la Fiscalía nacional.

A praça Manuel Leal e um
jardim chamado Impunidade

Manhã chuvosa de quarta-feira, 14 de janeiro de 2009.
Daqui a pouco virá a tarde e depois virá a noite. Talvez seja uma noite de luar intenso, com estrelas brilhando no céu.
Uma noite iluminada, como aquela noite de 11 anos atrás, quando o sangue de um guerreiro ofuscou o brilho das estrelas e cobriu de vergonha uma cidade inteira.
Aquela noite!
Os anos passam, a vida segue seu curso natural, o tempo transforma o que era dor em saudade. Porque a dor passa, mas a saudade permanece.
E imensa é a saudade de quem conviveu intensamente com Manuel Leal, figura fascinante, gênio indomável, anjo e demônio, capaz de tudo em sua paixão ensandecida pelo jornal A Região, que foi a sua razão de viver. E de morrer.
Uma noite especialmente iluminada, uma rua tranqüila num bairro discreto da periferia de Itabuna, uma Silverado branca, dois homens dispostos a cumprir as ordens que lhes foram dadas, seis tiros certeiros e fatais, um corpo estendido no chão, a fuga sem nenhum policial para importunar, embora o crime tivesse ocorrido no curto espaço entre o Complexo da Polícia Civil e o Batalhão da Polícia Militar. Parece o “trailer” de filme de ação. Mas foi dolorosamente real, naquela distante noite de 14 de janeiro de 1998.
Manuel Leal, um dos mais brilhantes, combativos e controvertidos jornalistas da história da imprensa grapiúna, era vítima de um assassinato brutal, encomendado por aqueles que ele combatia com um destemor que beirava a insanidade.
Seis tiros. Pá, pá, pá, pá, pá. E pá.
O revólver todo descarregado, ainda que uma única bala fosse suficiente para matá-lo. A uma ação de matador profissional, somou-se um ´modus operandi´ mafioso de seus algozes. Não bastava apenas matar Leal, era preciso reforçar a brutalidade da eliminação física para que, naquele que talvez tenha sido o único e grande equívoco dos mandantes do crime, provocasse o fechamento do jornal. A Região (Deus, Marcel Leal, Flávio Monteiro, Davidson Samuel, Ailton Silva e uma turma de batalhadores sabem lá como) sobreviveu à barbárie que vitimou seu idealizador.
Manuel Leal, dos furos de reportagem, das manchetes de antologia, das malhas grossas e finais impagáveis, quando não irresponsáveis.
Manuel Leal, do humor cortante, da fina ironia.
Manuel Leal, dos amigos que não tinham defeito e dos inimigos momentâneos ou permanentes, que quando não tinham defeito ele os inventava.
Manuel Leal, do coração cambaleante, batendo graças ao milagre da cirurgia cardíaca, mas de uma generosidade gigantesca.
Manuel Leal, dos pecadilhos, que o tempo trata de diluir e dar a dimensão de um nada, diante da imensidão de suas virtudes.
Manuel Leal, que apesar da truculência de seus algozes, que tentam lhe infligir uma morte infinita, virou nome de praça, no local onde plantou a sede do seu jornal e onde passou sem saber (será que não sabia?) os derradeiros momentos de sua vida.
A Praça Manuel Leal.
Que, por um desses absurdos que tornam sua morte ainda mais dolorosa, poderia ter um jardim chamado Impunidade, em que, em vez de flores, se cultivassem espinhos.
11 anos depois, mandantes e assassinos continuam soltos. Uns nem foram incomodados, outros passaram por “júris de mentirinha” e/ou foram beneficiados pelas brechas de leis que parecem existir para punir apenas e tão somente a vítima.
Parou de chover. Um sol tímido brilha no céu.
À noite, ao contemplar o infinito, talvez entre os milhões e milhões de astros e estrelas dê pra ver o brilho e a luz do meu “velho Capo”.
O eterno Manuel Leal!

PAMONHA DE VACA

Deu no jornal Agora

Maconha de bosta de vaca? Então foi por isso que numa praia de Itacaré quando um rapaz perguntou pro outro: “e aí, deu barato?”, a resposta foi:

-Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu…

Lá vem Xoxó no trio elétrico…

O que seria da música popular brasileira se não fosse a Bahia?

Vejam só o primor musical desse que deve ser um dos hits do próximo carnaval baiano.

Quem são Chico Buarque, Pixinguinha, Noel Rosa, Vinicius de Morais e Tom Jobim perto dessa maravilha?





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