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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Notícias’

ITABUNA DESISTE DE ADRIANO, ALAN BIQUE E JOHNNIE WALKER


Como o Corinthians deve anunciar a qualquer momento a contratação de Adriano, o Itabuna está retirando a proposta para que o atacante defenda o azulino no Campeonato Baiano da 2ª. Divisão.

Sem Adriano, o Itabuna também não irá contratar o promissor Alan Bique, de Itarantim, nem Johnnie Walker, atacante escocês, com jeito de paraguaio.

Alan Bique e Johnnie Walker só viriam se fosse para compor o ataque com Adriano.

Também está descartado o patrocínio da Caninha 51.

No final da garrafa, tudo não passou apenas de uma boa idéia.

Sindicato dos Ladrões


A onda de violência que assola o eixo Ilhéus-Itabuna, com sete assassinatos no último final de semana, além do banho de sangue que eleva o índice de homicídios à estratosfera, acaba produzindo situações, digamos, inusitadas.

Tome-se, por exemplo, um assalto à ônibus ocorrido na linha Itabuna-Barro Preto.

Assaltos a ônibus, assim como furtos, roubos e arrombamentos raramente merecem registro, diante da profusão de assassinatos. As vítimas, muitas vezes, nem se dão ao trabalho de prestar queixa. É pura perda e tempo e chateação.

Mas o assalto em questão chama a atenção pela situação em que se deu, digna de entrar para o anedotário, não fosse o fato de que a explosão da criminalidade não tem graça alguma, muito pelo contrário.

O citado ônibus seguia sua trajetória normal junto à outrora pacata Barro Preto. Num determinado ponto, entraram três rapazes. Mais outro ponto e entram mais três rapazes. Simples passageiros nessa profissão onde, como na vida, tudo é passageiro, menos o motorista e o cobrador.

(Um parêntese: em algumas linhas até o cobrador tornou-se dispensável. Sua função é acumulada pelo motorista. Isso, enquanto não inventam ônibus dirigidos por robôs).

Voltemos ao ônibus.

Três rapazes nos bancos de trás, três rapazes nos bancos da frente, os passageiros não vendo a hora de chegar em casa, para o merecido descanso.

Eis que, subvertem-se até os chavões. Nem tudo no ônibus é passageiro, motorista ou cobrador.

Num trecho de pouco movimento, três dos rapazes, armados de facas e revólveres, anunciam o assalto.

“Mais um assalto”, devem ter pensado os passageiros, o motorista e o cobrador, já pensando na aporrinhação do registro da ocorrência.

Não era apenas “mais um assalto”, posto que veio o inacreditável: assim que os três primeiros rapazes anunciaram o assalto, os outros três rapazes, igualmente armados de facas e revólveres também anunciaram o assalto.

Numa dessas coincidências absurdas, que apenas reforçam a que ponto chegaram os índices de criminalidade, duas quadrilhas que não se conheciam decidiram assaltar o mesmo ônibus.

Poderia ter havido uma disputa pela primazia do assalto, com tiroteio e conseqüências trágicas. Mas os marginais foram de uma nobreza de nobre inglês.

Chegaram a um acordo e socializaram o produto da rapinagem: 350 reais da empresa de ônibus e minguados 14 reais dos passageiros, além de telefones celulares.

Moral da história: é tanto bandido que vão ter que criar uma escala para os assaltos, coordenada por um hipotético Sindicato dos Ladrões.

Imoral da história: duas quadrilhas assaltando o mesmo ônibus chega a ser pitoresco, mas os assassinatos em série e essa onda de insana de violência precisa de um basta.

Porque não tem nada de passageira…

O porto e as forças nem tão ocultas

O Jornal da Band exibiu em rede nacional uma reportagem sobre o Porto Sul. Imparcial, como deve ser.

E o governador Jaques Wagner foi direto: é preciso uma ampla mobilização para evitar que forças nem tão ocultas asssim inviabilizem o projeto.

Confira a reportagem, da itabunense Carolina Rosa

A GRANDE FAMÍLIA


Em sua visita ao Brasil, o presidente dos EUA, Barack Obama, trouxe na comitiva a mulher, as filhas, a sogra, o Pato Donald e o Mickey.

Além da programação oficial, a família Obama deleitou-se com as belezas do Rio de Janeiro, incluindo uma visita ao Corcovado.

A mídia esbaldou-se com a visita da simpática família Obama.

Agora, imagine a minha uma dúzia de dez ou onze leitores se numa oficial aos EUA o então presidente Lula levasse, além da onipresente dona Marisa, os filhos e algum dos irmãos.

Ou se a presidenta Dilma Roussef, quando for aos EUA visitar Obama, levar a mãe, a tia e a filha.

A artilharia da mídia pistoleiro faria o bombardeio a Kadaffi, na Líbia, parecer festa junina.

De igual para igual


Mesmo com um vazamento nuclear de conseqüências ainda imprevisíveis e com uma onda de protestos implodindo ditaduras e transformando o Norte da África e o sempre problemático Oriente Médio num barril de pólvora, o presidente dos Estados Unidos decidiu manter sua agenda e visitar o Brasil no final de semana.

Fossem outros os tempos, e diante do propalado papel dos EUA de guardião da estabilidade mundial, não raro com o uso da força, a visita seria cancelada sem maiores delongas, passar bem, fica para outro dia, ´sorry´ periferia e ´bye bye´.

O Brasil, apesar de suas dimensões continentais e de sua influência na América do Sul, ocupou durante décadas a periferia da geopolítica mundial.

O eterno ´pais do futuro´ (que não chegava nunca), mais conhecido pelo exotismo, a Amazônia, o carnaval, suas belas mulheres e acima de tudo isso, o futebol, simbolizado por Pelé, divindade planetária.

A esse país, Barack Obama, diante da catástrofe japonesa e da crise árabe, daria um sonoro bolo, deixando a visita para uma oportunidade mais propícia.

Pois o Brasil que Obama fez questão de visitar é um pais que em menos uma década tirou mais de 20 milhões de pessoas da linha de pobreza (criando, portanto, uma ascendente massa consumidora), estabilizou a moeda, transformou o tsunami da crise econômica mundial em marolinha, cresce a níveis chineses e caminha para se consolidar como a 5ª. maior potência do planeta, superando nações como França e Inglaterra.

Barack Obama não veio ao Brasil para o beija mão de outros tempos. Foi tratado e tratou a presidente Dilma Roussef como um igual e não se cansou de fazer elogios ao novo momento vivido pelo país e sua importância no mundo.

Não é mais o Brasil quem precisa dos Estados Unidos. Os Estados Unidos, cuja economia capenga, também precisam do Brasil.

Claro que é ufanismo demais comparar os EUA ao Brasil, mas a relação imperialista acabou. O Brasil ainda depende de produtos de alta tecnologia dos EUA, mas os EUA necessitam de produtos brasileiros na área do agronegócio, miniração e especialmente biocombustíveis e o petróleo que vai jorrar do pré-sal.

Não é o gigante diante do anão, mas pessoas de alturas diferentes, que precisam uma das outras.

Tirando a parte turística das visitas a comunidades carentes (roteiro obrigatório de todo vip de passagem ao Rio de Janeiro), e do marketing previamente combinado de receber a camisa do Flamengo, time mais popular do Brasil, a viagem de Barack Obama
ao país foi mesmo a negócios, teve mais víeis econômico do que político.

Obama veio, em vez de chamar Dilma à Casa Branca.

Mais simbólico impossível.

E pensar que, menos de três décadas atrás, ao desembarcar em Brasília para uma visita protocolar, o ex-presidente Ronald Reagan, saudou o querido povo da… Bolívia.

Os EUA já sabem onde fica o Brasil e o que ele representa no mundo.

Falta uma parcela dos brasileiros se darem conta disso, sepultando de vez o crônico complexo de vira-latas.

ITABUNA FARÁ PROPOSTA PARA CONTRATAR ADRIANO

Caso o Flamengo desista oficialmente de contratar Adriano, a diretoria do Itabuna fará uma proposta para que o jogador defenda o time no Campeonato Baiano da 2ª. Divisão.

A intenção é oferecer a Adriano 10 mil reais por partida disputada, 5 mil reais por gol marcado e um bônus caso o time suba para a 1ª. Divisão. Além disso, o craque receberia de ´luvas´ uma fazenda de cacau e cota livre no bar do clube.

Para viabilizar o negócio, o projeto de marketing inclui uma parceria com a Caninha 51, que bancaria o jogador em troca da publicidade nas camisas e nas placas do estádio Luiz Viana Filho.

Há também a proposta de trazer dois atacantes para motivar Adriano: Alan Bique, um promissor jogador de Itarantim, e Johnnie Walker, que se apresenta como escocês, mas muita gente acha que é paraguaio.

Para evitar que a contratação de Adriano se transforme numa novela, o Itabuna dará um prazo ao empresário do jogador, Gilmar Rinaldi, para decidir se aceita ou não: 1º. de abril.

OBAMA BATE UM BOLÃO


Em visita ao Brasil, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebeu de presente da presidenta do Flamengo, Patrícia Amorim, uma camisa 10 do clube mais popular do país, com seu nome às costas.

Não fosse a agenda apertada e a segurança ultra-rígida, Obama poderia ter dado uma esticada até Macaé, onde os jogadores de Flamengo e Cabofriense mereciam ser enquadrados na Lei Maria da Pena, de tanto que maltrataram a pobre da bola.

Nesse show de horror dos campeonatos regionais, Obama, que é da terra da bola oval, não faria feio.

“Ão ão ão, Obama no Mengão”.

Tá certo, é só uma rima, não uma solução.

Vem aí Adriano, o Imperador que nem Freud explica.

Atrás do trio elétrico só não vai quem não pode pagar


Nem bem os últimos acordes dos trios elétricos haviam silenciado e já brotavam discussões sobre o Carnaval de Salvador, considerado por muitos a maior festa popular do planeta.

Há um consenso de que, apesar dos números grandiosos de público e de recursos movimentados, o carnaval da capital baiana não teve a devida exposição na mídia nacional, leia-se Rede Globo de Televisão, que é o que efetivamente o que interessa aos patrocinadores, que investem milhões de reais nos blocos e camarotes e não o fazem nem por caridade nem por espírito festeiro.

Não precisa ser sociólogo, turismólogo, futurólogo ou “axeólogo” (esses ´gênios´ da música), para perceber que o Carnaval de Salvador precisa encontrar um novo modelo, reciclar-se, dar uma repaginada.

O modelo atual, que já atravessa duas décadas, definitivamente cansou. É a repetição da repetição, da repetição, da repetição.

O que começou como lazer e entretenimento e depois virou negócio, inverteu-se a passou a priorizar o negócio, deixando o lazer e o entretenimento como subprodutos caros, pra quem pode pagar.

Esse talvez tenha sido o primeiro e maior equívoco.

A propalada maior festa popular do planeta aos poucos foi se transformando num evento onde a exclusão social salta aos olhos.

Os blocos, transformados em empresas altamente rentáveis, fizeram a seleção natural, não pela cor, mas pelo poder aquisitivo. Para quem tem dinheiro, abadás e uma relativa segurança, com a proteção dos cordeiros, muros de berlim humanos, a separar a elite dos sem fantasia.

Do lado de fora, espremidos num espaço exíguo, a patuléia denominada pipoca, sorvendo as sobras da festa, numa versão carnavalesca da Casa Grande e Senzala.

Como os blocos se tornaram um espaço de turistas e nativos dispostos a pagar caro pelos abadás, perdeu-se aquela espontaneidade típica do baiano. Produz-se um clima de alegria, mas é uma alegria artificial.

Blocos e trios se repetem na mesmice, com as coreografias idênticas e reverberando os sucessos instantâneos.

Tudo se resume Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Claudia Leitte e a banda e/ou o cantor do momento, cuja fama mal ultrapassa de um ano a outro, e uma mistura de dinossauros do axé com bandas que nunca passaram do patamar mediano. Uma coisa mecânica, sem contar que a qualidade das músicas é sofrível, mas isso é uma questão de gosto. E gosto não se discute.

O que tem que se discutir é a fórmula do Carnaval Baiano e encontrar alternativas para que ele volte a ser menos negócio e mais lazer e entretenimento.

O exemplo pode ser dado pelo Rio de Janeiro, que faz seu carnaval para turista ver (e pagar bem por isso) na Marques de Sapucaí, mas nos últimos anos redescobriu os blocos que surgem espontaneamente em toda a cidade. Festa popular na acepção da palavra, reunindo milhões de pessoas, cada qual fantasiado à sua maneira.

Até mesmo Pernambuco, com seu frevo meio mecanizado, é um exemplo de que dá pra manter a festa como negócio, mas sem escancarar na exclusão social, como na Bahia.

É preciso voltar aos tempos em que atrás do trio elétrico só não ia que já havia morrido.

Hoje, ao menos nos grandes trios e atrás nos grandes artistas, só vai quem pode pagar.

Ou tem vocação para pipoca, segregado pela corda e pelo muro.

Definitivamente, esse é o tipo de carnaval que não combina com essa terra que aos poucos vai sendo de todos nós.

O Tigre alerta: abre o olho Dragão


A crise do Colo Colo, um tigre abatido pelo risco de rebaixamento, com salários atrasados, brigas que viram caso de policia e ameaça de perder jogos por WO deve servir de alerta ao Itabuna, o (nem tão) glorioso Dragão do Sul.

Vale mesmo a pena disputar o pântano da 2ª. Divisão, tentar subir de novo e encarar esse Baianão sem graça, com a torcida virando as costas até para Bahia e Vitória?

Na opinião desse blogueiro, não vale.

CERVEJA DE CACAU. FEITA NA ITÁLIA!!!


Uma empresa da Sicília, na Itália, lançou uma cerveja produzida com amêndoas de cacau. A composição da “birra” (cerveja em italiano) leva ainda aveia e sementes adocicadas de alfarroba.

A Grado Plato Chocarrubica tem produção sazonal e está à venda no Brasil através do site www.cervejagourmet.com.br (o site é uma tentadora bíblia das melhores cervejas do planeta).

A cerveja tem o gosto doce do chocolate, mas o preço é salgado: 68 reais a garrafa. Pra quem pode, vale a pena o sacrifício, porque o fabricante, Sergio Omea, diz que é bebida pra se degustar de joelhos.

E nós aqui na Região Cacaueira só produzindo matéria prima!

Que porre!!!





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