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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Notícias’

NOITE DE APAGÃO NO FUTEBOL


Havia quem apostasse que as quartas de final da Taça Libertadores seriam uma espécie de mini Campeonato Brasileiro, com cinco times daqui e três intrusos da Argentina, Chile e Colômbia.

Pois o futebol brasileiro vive a sua noite de apagão na quarta feira. O Inter perdeu de virada do Penãrol do Uruguai em pleno Beira Rio, o Cruzeiro levou 2×0 do Once Caldas em Minas, o time de guerreiros do Flu esqueceu as armas no Rio e levou 3×0 do Libertad no Paraguai e o Grêmio, tido como imortal, saiu mortinho do Chile após perder do Universidad por 1×0.

Dos cinco, só sobrou o Santos, que na terça-feira, suou sangue para arrancar um empate em 0x0 com o América, no México.

Resumo da ópera: tirando Neymar, Ganso e esse menino Lucas, que ainda é uma promessa, o melhor do futebol brasileiro está mesmo é na Europa. E ainda assim, sem um pingo do brilho de Messi…

12 ANOS DO DIÁRIO


O Diario Bahia (que ainda chamo de Diario do Sul) completa 12 anos de circulação ininterrupta nesta quarta, dia 4 de maio.

O Diario Bahia, nascido do espírito empreendedor e de uma boa dose de coragem de Valdenor Ferreira, se firmou como um simbolo do jornalismo regional, além de ter gerado filhotes como a Bellas e a Contudo.

Parabéns ao glorioso Valdenor e toda sua equipe.

Os encômios são mais do que merecidos.

E SE FOSSE UM TSUNAMI?


Os gestores públicos de Ilhéus e Itabuna não podem alegar surpresa diante dos estragos causados pelas chuvas nas duas cidades.

Não tivemos aqui um terremoto, maremoto ou tsunami, tragédias naturais que o homem ainda não consegue prever com margem de segurança.

O que tivemos no eixo Ilhéus-Itabuna foram fatos previsíveis com resultados igualmente previsíveis.

Desde os tempos imemoriais em que o glorioso Vasco da Gama conseguia vencer o não menos glorioso Flamengo numa decisão de campeonato, sabe-se que quando chove torrencialmente, os alagamentos são comuns em Itabuna em Ilhéus.

Em Ilhéus, há o agravante dos deslizamentos de morros, que colocam centenas de vidas em risco e em Itabuna as cheias do rio Cachoeira costumam produzir uma legião de desabrigados, por conta das águas que invadem localidades ribeirinhas.

São sempre as mesmas cenas, repetidas como um filme velho, de enredo conhecido.

Em sendo assim, se os efeitos são conhecidos, porque não se combatem as causas?

A resposta é simples: não existem políticas públicas para a prevenção de enchentes e deslizamentos mais do que previsíveis.

O que existe são projetos, que vão parar numa gaveta obscura tão logo o período de chuvas se encerre e os estragos e as vítimas desapareçam do noticiário.

Os alagamentos nas áreas centrais e em alguns bairros de Itabuna e Ilhéus seriam minimizados com uma ação simplória e que deveria ser rotineira (mas não é), como a limpeza das bocas de lobo.

Administrações que não cuidam de coisas banais como essas, obviamente, não vão cuidar de projetos mais complexos, como a contenção de encostas e construção de habitações para famílias que sobrevivem em áreas de risco.

As vítimas, quase sempre pessoas humildes, que se danem para reconstruir suas vidas, reconquistar o que não raro foi adquirido à custa de enormes sacrifícios.

Entra ano, sai ano e é sempre a mesma coisa.

Clamar por ações efetivas, diante de tanto descaso, é como chover no molhado.

Plano Brasil sem Miséria atenderá 16,2 milhões de pessoas


Os brasileiros com renda mensal de até R$ 70 – o que corresponde a 16.267.197 pessoas -, irão formar o público prioritário do Programa Brasil sem Miséria, que será lançado em breve pela presidenta Dilma Rousseff. A linha da extrema pobreza, anunciada nesta terça-feira (3) pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello, tem como base os dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O plano Brasil sem Miséria, que envolve ações de transferência de renda, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva, abrangerá 8,6% da população brasileira. Essas pessoas vivem em 7% dos domicílios do País. O limite de R$ 70 já é utilizado pelo Programa Bolsa Família e está acima da marca estabelecida para o cumprimento das Metas do Milênio da ONU (US$ 1,25 ao dia). A linha abaixo de R$ 70 para definir a extrema pobreza é uma referência objetiva para a identificação e o acompanhamento do público-alvo do plano.

MOSQUITO TRANSGENICO COMBATE A DENGUE


O ‘Programa de Controle Genético do Mosquito Aedes Aegypti’, projeto de combate à dengue, que visa produzir mosquitos geneticamente modificados capazes de suprimir populações naturais do inseto transmissor da doença, é destaque do programa de rádio Conversa com o Governador desta semana. Quando o trabalho estiver concluído, a Bahia será o primeiro estado brasileiro a usar o mosquito transgênico, considerado a arma mais eficiente no combate à doença.

No sábado (30), Jaques Wagner visitou as instalações da Moscamed Brasil, empresa responsável pela pesquisa, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e o governo federal. “Quando eu estive lá, eles fizeram a primeira soltura dos mosquitos trabalhados para esse fim”. O governador lembra que “se der tudo certo será sensacional. Essa é a grande forma de criar a vacina da dengue – evitar a proliferação do mosquito e a consciência de cada um de não deixar água empossada, lixo, acumulado”.

MADEIRA MILAGROSA

Como só beatificaram uma parte, espera-se o anuncio do Vaticano quanto à beatificação do restante do corpo do Papa João Paulo II.

CHOVER NO MOLHADO


Ruas alagadas, semáforos em pane, caos no trânsito e o nível do Rio Cachoeira subindo assustadoramente, deixando em alerta as áreas ribeirinhas, como a Bananeira.

Esse é o saldo preliminar de um dia de chuvas fortes em Itabuna.

Nessa hora, falar sobre a desobstrução das bocas de lobo, que reduziriam os alagamentos em várias áreas da cidade é, perdão, chover no molhado.

VICE DE NOVO, NÃO!!!

A história da morte de Osama Bin Laden não é bem do jeito que os EUA estão contando.

Pelo que apurou o site Kibeloco, Osama não aguentou ver seu time de coração chutar três penaltis pra fora e amargar mais um vice diante do Flamengo.

Desgostoso e com a pontaria que lhe é habitual -e que não é habitual nos jogadores do
Vasco- deu um tiro no próprio turbante.

Conclusão: se no 11 de setembro os jogadores do Vasco estivessem pilotando aqueles aviões da American Airlines, as torres gêmeas estariam de pé até hoje.

OUTRA VEZ FLAMENGO


Ronaldinho Gaucho é mesmo um privilegiado. Não pagou ingresso pra entrar no Engenhão e ainda assistiu o jogo de dentro do campo.

O Flamengo venceu o Vasco por 3×1 nos pênaltis, venceu a Taça Rio e como já havia ganho a Taça Guanabara, conquistou o Campeonato Carioca.

Campão invicto. Merecido.

Em São Paulo, o Corinthians passou pelo Palmeiras, também nos pênaltis, e decide o título paulista com o Santos, que despachou o São Paulo na outra semifinal.O meu tricolor, de novo, morreu no mata-mata.

Na Bahia, teremos Ba-Vi na decisão. Só que quem pega o Vitória é o Bahia de Feira. O Vitória busca o penta e o Bahia original não sabe o que é título desde 2001.

O Itabuna meteu 5×1 no Guanambi na sua luta para voltar à 1ª. Divisão do Baianão. Parece barbada.

Na terça, enfim, tem futebol no sentido literal da palavra, com o Barcelona em campo.

LADRÃO DE GALINHAS


Se é verdade que não tem graça nenhuma o que os nossos nobres políticos andam perpetrando Brasil afora, o texto, em questão, de autoria do genial Luiz Fernando Veríssimo, tem tudo a ver com esse momento em que as raposas fazem a festa e, em vez de punição, ganham o direito de avançar com mais voracidade ainda sobre o galinheiro, já que quase ninguém é punido, desde que tenham um bom advogado ou, em alguns casos, um magistrado demasiadamente zeloso.

Rir, quem há de?

Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram para a delegacia.

Delegado – Que vida mansa, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!
Ladrão – Não era para mim não. Era para vender.
D – Pior, venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Seu sem-vergonha!
L – Mas eu vendia mais caro.
D – Mais caro?
L – Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram
bichadas e as minhas galinhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
D – Mas eram as mesmas galinhas, safado.
L – Os ovos das minhas eu pintava.
D – Que grande pilantra… (ai, já havia um certo respeito no tom do delegado…)
D – Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega…
L – Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar
os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.
D – E o que você faz com o lucro do seu negócio?
L – Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

D – Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?
L – Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.
D – E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
L – Às vezes. Sabe como é.
D – Não sei não, excelência. Me explique….
L – É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa.
O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora fui preso, finalmente vou para a cadeia. É uma experiência nova.
D – O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
L – Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
D – Sim. Mas primário e com esses antecedentes…

DIA DO TRABALHADOR

Nossa merecida homenagem a todos os que trabalham com dignidade, ganham o pão com o suor do próprio rosto e ajudam a construir um país melhor.

Às vezes, como o salário do mês termina antes que o mês termine, mal dá pra uma asa ou sobre-coxa de frango na mesa.

Mas, nem por isso se avança sobre o galinheiro.





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