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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 11/jun/2024 . 6:15

Biblioteca Florisvaldo Mattos recebe mais quatro autores e deverá receber livros de outros 50 jornalistas

A Biblioteca Florisvaldo Mattos, na sede do Sindicato dos Jornalistas da Bahia, já tem agendadas as visitas de mais de 50 jornalistas-escritores, que irão levar pessoalmente suas obras ao endereço da Rua Chile, 22. As presenças mais recentes são de Aécio Pamponet, Antonio Matos, Helô Sampaio e Luis Guilherme Pontes Tavares. Suas obras irão dividir espaço com os livros de Florisvaldo Mattos, Ruy Espinheira, Fernando Vita, Nelson Cadena, Elieser Cesar, Jorge Ramos, Carlos Navarro, Joana D‘ Arck, Tasso Franco, Joa?o Carlos Teixeira Gomes, Sérgio Mattos, Cau Gomez, Alessandra Nascimento, Jaciara Santos, Emiliano José, ZédeJesus Barreto, Franciel Cruz, Alberto Freitas, Luís Pimentel, César Rasec, Lúcia Correia Lima, Jari Cardoso, Jolivaldo Freitas, Ari Donato, Vanda Amorim, Chico Muniz, Roberto Macêdo, Aurora Vasconcelos, Nílson Galva?o e Carlos Ribeiro.

AÉCIO PAMPONET

Aécio Pamponet Sampaio, estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia foi preso no Congresso da UNE, em Ibiúna/SP, e indiciado, em 21 de fevereiro de 1969, por prática de delito contra segurança nacional – ainda seria preso por mais duas vezes. Alguns dias antes, a ditadura determinara que sua matrícula na UFBA fosse recusada. Torcedor apaixonado do Bahia e líder estudantil, era “carismático, leve, a fala clara, firme, tomando as assembleias estudantis nas mãos”, como relembra o jornalista Emiliano José.

Liderou, por meses, a ocupação da Faculdade de Ciências Sociais, que funcionava no bairro de Nazaré, em Salvador, quase em frente à Academia Baiana de Letras. Virou cobrador de um laboratório farmacêutico, batendo às portas de farmácias de Salvador com uma pasta 007 nas mãos. Um dos editores do jornalzinho Filó & Sofia, foi ser jornalista na Tribuna da Bahia. No entanto, como era um “agitador e comunista perigoso”, segundo o regime militar, não poderia atuar na atuar em Política.

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