O governo do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), divulgou recentemente a recriação do programa Pró-catador, que teve fim em 2020 na gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL).  Além de realizar estudos de revisão do programa Recicla +, o projeto visa fomentar a organização produtiva dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, melhorar as condições de trabalho, ampliar as oportunidades de inclusão social e expandir a coleta seletiva de resíduos sólidos. A ideia é mostrar a importância dos catadores e das cooperativas por meio de políticas para que a categoria alcance sustentabilidade financeira.

Para Rafael Henrique Rodrigues, diretor de Operação do Instituto Recicleiros.‘’Contar com o trabalho dos catadores e catadoras de reciclagem no brasil, que são mais de 1 milhão de pessoas, é fundamental para que possa ter uma gestão sustentável de resíduos no que tange a recuperação de recicláveis dada as características da maior parte das cidades brasileiras. “É fundamental ter  estrutura para poder recuperar no brasil todo esse material gerado, e ao mesmo tempo alinhar com estratégia que  gere emprego e renda financeira de maneira qualificada para quem mais precisa, como é o caso do projeto Pró-catador, que, alinhado com o trabalho que o Instituto faz, tenta qualificar esses investimentos para que eles sejam bem direcionados e distribuídos de forma que visa capacitar catadores e catadoras de material reciclável para que se qualifiquem como empreendedores coletivos e conquistem a emancipação sustentável de seus empreendimentos. ’’ Conclui Rafael.

Sobre o Instituto Recicleiros – Organização da Sociedade Civil (OSP), qualificada como OSCIP, que atua há mais de 15 anos no desenvolvimento de soluções para a gestão sustentável de resíduos sólidos em todo Brasil, com especial foco na recuperação de embalagens pós-consumo com a inclusão de catadores e catadoras. Por meio do Programa Recicleiros Cidades, implanta nos municípios brasileiros a coleta seletiva e a reciclagem, envolvendo em um mesmo ecossistema em cadeia circular prefeituras, empresas, catadores e cidadãos.