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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 29/mar/2018 . 8:04

Angelo Coronel: “falta de sessões plenárias não significa paralisia do legislativo baiano”

Feco 01No lançamento  da segunda edição da Agenda Política e Legislativa do Comércio de Bens, Serviços e Turismo da Bahia, elaborada pela Fecomércio-BA, o presidente da Assembleia Legislativa – ALBA, Angelo Coronel, rechaçou as críticas de que o Legislativo baiano está inerte. “O fato de não acontecerem votações não significa que o Legislativo parou. A verdade é que limpamos a pauta em 2017, aprovando ou rejeitando todos os projetos que estavam em processo legislativo. Como o ano legislativo começou em fevereiro, e logo sobreveio o Carnaval, os projetos de lei ainda estão em tramitação nas Comissões, em fase de apresentação e discussão. Apesar da ausência de sessões plenárias, a ALBA não para. Debatemos violência contra mulheres, crimes contra crianças. Hoje, discutimos Ciência e Tecnologia; na segunda-feira vamos falar sobre a despoluição do Rio Joanes”, enumerou Coronel.

Feco 03O presidente da ALBA, acompanhado da presidente da Assembleia de Carinho, Eleusa Coronel, ressaltou que somente na Agenda da Fecomércio, lançada hoje, constam 27 projetos de lei oriundos do Legislativo estadual e que impactam o setor do comércio de bens, serviços e turismo. “Nessa Agenda da Fecomércio, onde constam os projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional, na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara de Vereadores de Salvador, a ALBA tem 27 proposições, enquanto a Câmara de Deputados tem sete e a Câmara Municipal, oito. Agora, em 2018, recebemos os primeiros cinco projetos oriundos do Executivo. Portanto, quem fala em paralisação do Legislativo estadual não conhece nada sobre a feitura das leis”, diz o chefe do Legislativo da Bahia.

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Em Barra, Rui autoriza obras viárias, de abastecimento de água e entrega distrito de segurança

Em mais uma viagem ao interior da Bahia, nesta semana, o governador Rui Costa segue, nesta quinta-feira (29), para o município de Barra, no Vale do São Francisco, onde autoriza obras de infraestrutura, abastecimento de água e entrega obras de segurança. Às 9h30, Rui autoriza restauração e manutenção da Rodovia BA-161, no trecho entre o entroncamento da BR-242, entre Ibotirama, Estreito e Barra.

Outra rodovia que terá a ordem de serviço assinada é a BA-161, no trecho entre Porto Palha, na Barra, até o KM 76,50, no sentido Lagoa do Padre. As duas obras terão investimento previsto da ordem de R$ 35 milhões. Ainda no segmento, Rui autoriza a publicação do edital de licitação, por meio de uma Parceria Público Privada (PPP), para recuperação e manutenção de 663 quilômetros e construção de uma ponte de mil metros sobre o Rio São Francisco, na Rodovia BA-052, BA-160 e BR-330, no trecho do entroncamento da BR-116, em Feira de Santana, até Irecê, Xique-Xique e Barra.

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Bahia economizará R$ 43 milhões com servidores sem acúmulo de cargos

Mais de R$ 42,6 milhões serão economizados pelo estado ao longo de 2018. Cerca de 600 servidores, no âmbito dos três poderes, foram desligados dos cargos, empregos e funções que acumulavam ou tinham incompatibilidade de carga horária.  Grande parte alega desconhecer a irregularidade, o que caracteriza a “boa-fé”. Com isso, mantém um dos empregos e não sofrem sanções após o desligamento das funções acumuladas.

Os desligamentos, que ocorreram de 2017 até agora, são resultado de uma devassa nas folhas de pessoal de órgãos e secretarias, coordenada pelo Tribunal de Contas do Estado, em uma força-tarefa que reúne ainda o Tribunal de Contas da União e dos Municípios.

Os poderes são informados conforme os desligamentos vão ocorrendo. A maior parte ocorreu no Executivo, sobretudo nas áreas de Educação e Saúde, mas há casos no Legislativo, Judiciário, além de Ministério Público e Defensoria.

O TCE flagrou servidores com 3 e até 4 vínculos de trabalho públicos. Por se tratar de um balanço preliminar, não há ainda dados consolidados como número de comissionados ou por poder. Os desligamentos operados pelo TCU e TCM na Bahia ainda não foram divulgados.





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