MP dos Portos é crucial para a competitividade do país, diz Dilma Rousseff
(da agencia Brasil)- A presidenta Dilma Rousseff reiterou a importância da aprovação da Medida Provisória (MP) 595, ou MP dos Portos, que estabelece novo marco regulatório para a concessão de terminais portuários à iniciativa privada, para otimizar as exportações e elevar a competitividade do Brasil em relação a outros países. Dilma discursou em Uberaba (MG), durante a cerimônia de abertura da 79ª edição da ExpoZebu, e falou da necessidade de investimentos em armazenagem para a produção agrícola nacional e infraestrutura logística em geral, como a construção de estradas e portos.
“Queria mais uma vez reiterar a importância da Medida Provisória dos Portos, que está em processo de votação no Congresso. O governo federal, esta presidenta, considera que a questão da MP dos Portos é crucial para a competitividade do país diante do resto do mundo. Nós temos certeza que o Congresso brasileiro será sensível, mais uma vez, como vem sendo aliás, e irá assegurar que o país tenha um marco regulatório que abra os portos do Brasil, mais uma vez, desta vez ao setor privado, garantindo e assegurado infraestrutura portuária para viabilizar a exportação no nosso país”, disse Dilma













Olha, nós o povão, ignoramos as entranhas de tal medida.
Mas já deu pra desconfiar que é mais uma botada, dessas provenientes das genialidades da presidentA.
Ela, com sua carga genética especial, de alta plumagem e grande
bico, já mostrou, a córneos finais bocais cheios, sua natural propensão a desmanchar bondades do antecessor, e enfatizar as maldades, mormente as que vêm do — advinhem ! — “Ramphastos sulfuratus”, ora bolas, vade retro, onde estamos!!
Foi assim com a banda-larga, descartando a estatal que, como propôs o antecessor, iria concorrer com as privadas ineficientes e predatórias herdadas do sulfurismo.
Assim foi com a Previdência, que não pesa mais de 18% no orçamento ( privada e pública), enquanto juros onera em 50%. Atacaou a Preidência pública, uma parte menor do que os 10%, reduzindo-a à miserabilidade da Previdência do INSS, em vez de melhorar esta.
Assim, é de se esperar que tais medidas para os portos — mesmo sem as conhecê-las — deverão beneficiar grupos privados estrangeiros, ineficientes, desrespeitosos ( Vc sabe o que o Santander tem feito com os aposentados do BANESPA?), descompromissados e fazedores de dinheiro em cima de abestados colonizados.
Salvo melhor juízo e dat venia.