Era uma vez um povo que não amava a si mesmo, cujo nome, brasileiro, não era uma nacionalidade, mas uma profissão, nada nobre, por sinal. Por que esse povo nunca se amou ao longo de 500 anos?   As respostas estão  no livro “História do Brasil vira-lata,  as razões da tradição autodepreciativa brasileira”,  do escritor baiano Aurélio  Schommer,  da Editora Casarão do Verbo, que   será lançado  no dia  19  de setembro,  às 18 horas,  na Biblioteca dos Barris, em  Salvador.

Em  seu livro,  Aurélio relata que “o  brasileiro ama seu país, mas não ama os brasileiros. Desde o início da saga portuguesa, brasileiro foi profissão de quem era incapaz de exercer qualquer  outra  com competência. O preconceito era europeu, contudo os nascidos no gigante adormecido  adotaram-no resignadamente”. A tradição autodepreciativa é inventariada no livro, compreendendo toda história do Brasil.

Uma obra indispensável para entender o Brasil,  país amado, com um povo desprezado por ele mesmo.