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Archive for abril 7th, 2018

Lula: “não se aprisionam os nossos sonhos”

Lula aceita prisão e diz “milhões de brasileiros andarão por mim”

lula(Brasil 247) – Em seu último discurso antes de ser preso num processo de exceção, que atendeu a interesses internacionais e redundou numa ordem de prisão ilegal, expedida por Sergio Moro antes até do trânsito em julgado na segunda instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula fez um discurso histórico, em São Bernardo do Campo (SP). “Eu não os perdoo por ter sido tratado como ladrão”, disse Lula. “Eu não estou acima da justiça. Mas eu acredito numa justiça justa, numa justiça justa que leva em consideração as provas do processo. O que eu não posso admitir é um procurador que fez um power-point e que foi para a televisão para dizer que o PT é uma organização criminosa. Eu quero que ele guarde a convicção dele para os comparsas deles, e não para mim”, afirmou Lula, numa referência a Deltan Dallagnol. Lula também protestou contra as campanhas de mídia de que foi vítima. “O que eles não se dão conta é de que, quanto mais me atacam, mais cresce a minha relação com o povo brasileiro”, disse o ex-presidente com a voz rouca. “Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais podem deter a chegada da primavera”, disse Lula.

O ex-presidente também se referiu a Sergio Moro. “Eu gostaria de fazer um debate com ele e eu o desafio a mostrar alguma prova”, afirmou. “Eu sou um construtor de sonhos. Sonhei que era possível um metalúrgico, sem diploma, cuidar mais da educação do que os diplomados e concursados cuidaram da educação. Sonhei que era possível pegar os estudantes da periferia e colocá-los nas melhores universidades do País. Daqui a pouco vamos ter juízes e procuradores nascidos na favela, nascidos na periferia. Esse crime eu cometi. Esse crime eles não querem que eu cometa mais. Se esse crime que eu cometi, eu vou continuar sendo criminoso”, afirmou Lula.

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Artes & Artistas

Ana Iguana… é goianense

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Juraci Masiero Pozzobon

         Ana Iguana se lembra desde pequena amava desenhar, onde ela fosse tinha uma prancheta com lápis na mão disse.

O seu despertar para a arte foi aos cinco anos, Ana lembra como se fosse hoje. A família toda sentada no banco da igreja, conta com dois irmãos a mãe e o pão. Como disse leva junto o material e assim começou desenhar seu pai de perfil sentado no banco. Quando o culto acabou a mamãe ficou impressionada com o trabalho da filha Ana, sem prestar atenção no culto. Sua mãe começou a mostrar o desenho por ela feito. Sempre teve o incentivo da mãe desde leitura e começou a comprar o material (revistas, livros de desenho e livros de arte).

jm 2  Ana nunca se encaixou muito bem na escola, não tinha amigos até o 6ª série, tinha alguns problemas com a escola e sempre pedia transferência para outra. Quando tinha trabalhos ou provas, ficava desenhado nos cadernos e os deixavam todos coloridos, não gostava de tarefa em casa, mas gostava de seminários de história, ética e ciências. Tinha muitas atividades, como música, ballet, ginástica rítmica, tudo o que se refere a arte ela é apaixonada.

Escreve muito, assim pôe seus sentimentos para fora. Ai foi para o ensino médio e teve que deixar todas as atividades paralelas, pois estuda  em dois períodos. Não ia lá muito bem nos estudos, ai foi que a mãe percebeu que não era esse caminho e decidiu procurar um curso de artes, no Basileu França, um curso técnico profissionalizante em arte visuais, desenho e pintura, foi ali que se encaixou, Ana quis ser Artista Plástica. Passou alguns meses em Albuquerque com a família e trabalhou como voluntária com atividade em arte terapia despertou a estudar sobre inclusão. Ana tem um pontinho de escritora, escreveu um livro i8nfantil que está para publicar.

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Ana voltou a Goiânia e terminou os estudos e voltou também no curso no Basileu França e se formou em 2017. Ela aprendeu e usa varias técnicas: desenho, gravura, aquarela, lápis de cor, modelagem com argila, painéis de cerâmicas, poesia, mercado artístico, pintura a óleo e outras…

Ana PE apaixonada pelo reptil Iguana, em 2015 começou chamar se Ana Iguana, casou muito bem com os temas que aborda nos seus quadros, ligando o homem – natureza, o homem faz parte também desse ambiente terra. Suas obras falam dos seres vivos, da vida, ela é espontânea indo do fantástico e ao lúdico, transmitindo a importância dessa conexão, respeitando mutuamente. Com varias técnicas se policia, que o hibridismo é natural entre plantas e animais que trabalha desde o inicio de sua carreira.

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Ana Iguana fez inúmeras exposições apesar da pouca idade. Por enquanto trabalha só aqui no Brasil.

Por ser ainda muito jovem Ana Iguana, tem talento para voar longe.

juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em

Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

O Amor, o Medo e a Raiva

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneSe perguntar a maioria das pessoas qual o oposto do amor a primeira resposta que ouvimos, assim no impulso, é que é o ódio.

E se pararmos para pensar um pouco podemos observar que o oposto do amor é o medo. O medo de. O medo de se envolver, o medo de se machucar, o medo de dizer o que sente de fato, o medo do abandono, o medo de amar a si próprio. No fundo temos medo de nos amar como somos e muitas vezes projetamos no outro aquilo que gostaríamos de ser, ou de ter, ou de fazer e por medo, não somos, não temos e não fazemos.

E quando o outro pode ser quem é, fazer e ter, entramos no desamor e sentimos raiva. Do outro? Não. De nós mesmos. Bert Hellinger criador da Constelação familiar se utiliza de uma frase muito interessante que diz: “Que mal lhe fiz para estar tão furioso com você?”. No fundo tenho raiva de mim porque aceitei muitas coisas que não devia ter aceitado. Por que deixei de exigir, tomar ou pedir o que eu poderia ter exigido, tomado ou pedido. Esse tipo de raiva paralisa, pode deixa o sujeito enfraquecido e preso por muitos anos.

Quando desenvolvo o amor por mim e incluo o medo e a raiva como partes de mim e importantes para a minha caminhada, me fortaleço e me sinto mais segura para amar o próximo. Por que o medo, quando reconhecido em momentos que lhe cabe, me protege. Por exemplo, Angela Cavallo foi capaz de levantar e segurar um veículo por quase 5 minutos para salvar o seu filho que ficou preso sob um Chevrolet 964. O medo de perdê-lo foi tão grande que a fortaleceu a tal ponto que fosse capaz de fazer o que fez. O amor que tinha pelo filho, superou qualquer obstáculo. O medo me convida a ficar mais alerta e focado para que algo de pior não aconteça. E isso me faz bem!

A raiva pode ser saudável quando ela me impulsiona para a ação, quando me fortalece para tomar uma atitude e me impor com energia, ou quando ela se expressa como uma força de alerta, centrada para responder a situações de emergência.

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Assédio moral no trabalho como causa de doença do trabalhador

Débora Spagnol

debora 2Sobre o necessário respeito que deve permear as relações trabalhistas, é oportuno destacar o que segue:

“(…) A empregada, ao celebrar o contrato de trabalho, coloca à disposição desta intrincada estrutura empresarial não apenas a sua força de trabalho, mas também a sua pessoa humana, com todos os seus valores de natureza moral, intelectual, cultural, familiar e religiosa. O trabalho é um prolongamento da vida privada, da residência, da casa, da personalidade de cada pessoa, por isso que o tratamento dispensado à trabalhadora tem de ser o reflexo do mínimo que se espera de uma relação intersubjetiva respeitosa. A trabalhadora não se despoja de nenhuma máscara, nem se veste de nenhuma fantasia, ou mesmo se investe de nenhum papel, quando ingressa na empresa – continua sendo o que é, com suas qualidades e defeitos, acertos e equívocos. No ambiente de trabalho, a pessoa humana não representa nenhum papel – é o que é, por isso que indispensável o respeito mútuo. Ninguém tem o direito de desrespeitar quem quer que seja. A intolerância é a porta da violência, do desrespeito e da mediocridade. Palavras desrespeitosas, insultuosas; xingamentos; ofensas; injúrias, apelidos, não cabem no Dicionário da Pessoa Humana, cujo tratamento digno é, simultaneamente, um direito e um dever (…)” (1)

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, 42% dos brasileiros já sofreram assédio moral no trabalho, que se caracteriza como o conjunto de várias ações executadas pelo empregador ou seu seus prepostos contra o empregado, compreendendo violência psicológica, constrangimento, humilhação e perseguição. (2)

Dessas condutas, restam feridas a integridade física ou psíquica e a dignidade do empregado, deixando-o exposto à perda do emprego e à degradação do ambiente de trabalho.

Alguns aspectos são essenciais para caracterizar o assédio moral:  a regularidade dos ataques (que se prolongam no tempo) e a determinação de desestabilizar emocionalmente a vítima, visando afastá-la do trabalho. Os atos do assediados nem sempre são percebidos num primeiro momento pelo empregado.

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Itabuna: Curumim promove ação solidária doando garrafinhas a escolas creches

escola 2Dentro do projeto Ajudar faz Bem, a escola Curumim de Itabuna promoveu uma ação com o objetivo de estimular a solidariedade dos seus alunos. Duas escolas creches itabunenses, Ester Gomes e Otaciana receberam doação de garrafinhas de água para os seus alunos, feitas por estudantes da escola sul baiana.

“A doação é muito importante para nossos alunos que não tem condições financeiras de comprar. Muitos trazem água de casa em recipientes impróprios. Passamos todo o ano nesse sufoco. A doação é muito bem vinda”, pontuou a secretaria da Escola Creche Ester Gomes, professora Tatiana Lavigne.

escola 5A educadora explicou que em muitos locais as pessoas sequer possuem água filtrada o que faz com que a escola ferva a água levada pelos alunos para garantir qualidade. A escola creche situada no bairro Lomanto atende 64 crianças de dois a três anos de idade dos bairros Lomanto Júnior, Santa Catarina, Bananeira e Nova Ferradas.

A diretora da Curumim Maria Rita Prudente explica que o objetivo do projeto foi estimular a solidariedade no período de páscoa e no dia mundial da água. O projeto que desenvolve o hábito sete: Crie sinergia   incluiu produção textual , desenhos culminando em teatro e ação solidária.

Polícia Civil evita chacina entre traficantes de drogas em Ilhéus

WhatsApp Image 2018-04-07 at 12.45.26 (1)Equipes da 7 Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Ilhéus) da Polícia Civil evitaram, na noite de sexta-feira (6), uma chacina entre traficantes de drogas rivais. Seis criminosos foram localizados e com eles apreendidos armas, carregadores e munições.
Ações de inteligência detctaram que um ataque seria realizado e uma das quadrilhas usaria um táxi. Sabendo desses detalhes investigadores interceptaram o veículo, no bairro Nelson Costa e deram voz de prisão. Os criminosos reagiram atirando e no confronto foram socorridos Leandro Nascimento de Brito e Rafael Silva da Conceição, que não resistiram aos ferimentos, além de Giovane Gomes dos Santos, 24 anos, e Ivana Lima Borges, 27, que permanecem internados no Hospital Costa do Cacau.
Os investigadores capturaram também Pamera de Cácia Melgaço dos Santos, 27, e o taxista Ricardo de Jesus Batista, 35. Com o grupo os policiais apreenderam uma pistola calibre 40, um revólver calibre 38, um revólver calibre 32, carregadores e munições.
Os quatro presos foram autuados por tentativa de homicídio contra os investigadores, porte ilegal de arma e associação criminosa. “Importante ressaltar o trabalho de inteligência que evitou mortes entre as facções. Temos mais alvos destas quadrilhas e seguiremos trabalhando, silenciosamente, para prendê-los”, informou o diretor do Departamento de Polícia do Interior (Depin), delegado Flávio Góis.

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Bahiatursa faz receptivo para mais de 100 mil turistas na temporada de cruzeiros marítimos

btA temporada de cruzeiros acaba na próxima semana com a chegada do MSC Poesia e o MSC Preziosa, nos dias 9 e 10, perfazendo um total de 49 navios que aportaram em Salvador desde o início, em 15 de novembro de 2017, segundo dados da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba).

Atenta à necessidade de demonstrar a simpatia e a hospitalidade do baiano, a Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa) – por meio da Coordenação de Informações Turísticas e Atendimento da Diretoria de Operações Turísticas – realizou 40 receptivos no período, atingindo mais de 100 mil visitantes que chegaram ao Porto de Salvador.

As atividades acabam com a recepção a 2.560 passageiros do Poesia, na próxima segunda-feira, às 9 horas, com baianas distribuindo fitinhas do Senhor do Bonfim e a apresentação da Banda Swing do Pelô; e na terça, às 16 horas, além das baianas, com a presença de Ed Bala e a Fanfarra Mágica animando os 3.247 turistas do Preziosa. O Poesia tem capacidade para 3.223 passageiros e o Preziosa, 4.363.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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