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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Vila da Paz’

Prefeitura de Itabuna e SEINFRA discutem situação de famílias que ainda permanecem na Vila da Paz

 

Técnicos da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (SEINFRA) e das Secretarias municipais de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB) e de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS) se reuniram na manhã desta terça-feira, dia 23, para discutir a situação de algumas famílias da Vila da Paz, na entrada de Itabuna, afetadas pela enchente de dezembro de 2021.

Recentemente, 35 famílias cadastradas em situação de vulnerabilidade social foram transferidas para novas moradias no conjunto habitacional no Jardim Jaçanã edificado pelo Governo do Estado, mas algumas delas ainda permanecem nas suas casas na Vila da Paz. Entretanto, há casos em que são necessários outros procedimentos, inclusive indenizatórios.

O encontro, realizado na SIURB, contou com a presença do titular da SEMPS, José Carlos Trindade, e da secretária Sônia Fontes, do engenheiro da SEINFRA, Hemyson Castro, além de técnicos do Governo do Estado e do Município de Itabuna.

 

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Moradores da Vila da Paz recebem assistência após incêndio em barracos

paz 1A Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) está prestando toda a assistência às quatro famílias que perderam barracos, móveis, eletrodomésticos, roupas, comida e documentos pessoais no incêndio acidental ocorrido no início da tarde segunda-feira, 14, na comunidade da Vila da Paz, na saída de Itabuna para Ilhéus. O incêndio começou em um dos barracos, depois do descuido de um dos moradores que cozinhava num fogão a lenha e, não causou prejuízo ainda maior por causa da ação rápida do Corpo de Bombeiros.

A Prefeitura de Itabuna deslocou equipes da SAS e da Coordenadoria Municipal da Defesa Civil e veículos para remover as nove crianças, cinco adolescentes e 10 adultos para imóveis alugados pelo município, mas os chefes das famílias não quiseram deixar o local.  Eles preferiram buscar abrigo na casa de parentes e vizinhos, alegando que não poderiam ficar longe do Rio Cachoeira, de onde tiram parte do sustento com a pesca.

paz 2O secretário de Assistência Social, Francisco Edes Batista, ainda insistiu que todos iriam para um lugar seguro, com toda assistência da Prefeitura, o que incluiria pagamento do aluguel social. “Como não aceitaram, não podemos retirá-los à força. Então, fizemos o cadastramento e estamos garantindo lanches, almoço, colchões e forros de cama para todos atingidos pelo incêndio”, disse o secretário, que pessoalmente coordenou o trabalho de assistências às vítimas.

Francisco Edes afirmou ainda que a maioria das famílias do Vila da Paz estão cadastradas no Programa Minha Casa, Minha Vida e ainda são beneficiadas com programas sociais desenvolvidos pelo município, a exemplo do Nossa Sopa, que é executado em parceria com as Voluntárias Sociais da Bahia.  Entre os que não quiseram deixar o local está pescador Elias Gonçalves Reis, 66 anos.  “Não sei morar em outro lugar. Não teria como pescar. Eu só saio daqui se todo mundo for removido e não tiver mais jeito”, resistiu. Ele morava no barraco com mais seis pessoas: a mulher, filhos e netos.

A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil mais uma vez notificou moradores dos imóveis que ameaçam desabar. “Há três meses estivemos aqui, cadastramos cerca de 70 imóveis e informamos aos moradores sobre os riscos de acidentes de grandes proporções. O monitoramento aqui e outras áreas de riscos da cidade tem sido constante”, explicou o coordenador Roberto Avelino.





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