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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Richard Santos’

Richard Santos lança livro ´Mídia, Colonialismo e Imperialismo Cultural´

 

Mídia, Colonialismo e Imperialismo Cultural é o tema do livro que será lançado no dia 12 de setembro, a partir das 17h, no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador. De autoria de Richard Santos, na obra “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”, lançamento do selo Pensamento Negro Contemporâneo em parceria com a Editora Telha, vemos como a televisão brasileira, sua forma de fazer, estética e branquitude contribuíram na formação do imaginário nacional muito por copiar e reproduzir por aqui o modelo de TV praticado nos Estados Unidos. A obra foi escrita pelo jornalista, escritor, rapper e doutor em Ciências Sociais Richard Santos, figura icônica dos anos 1990/2000 no cenário cultural brasileiro e docente da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

O professor Richard Santos lançou na sexta (18) o livro “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”. Foto: Richard Santos/Arquivo Pessoal

“Esse meu percurso que mistura o prático e o acadêmico, sendo um homem negro, de origem periférica, me fez compreender as nuances da indústria cultural e como ela impõe as imagens de controle sobre nossas presenças e limitam nossos corpos no espaço público que é a tela da televisão, e do vídeo de modo geral. Não foram poucas as vezes que me recusei a fazer papeis estereotipados nos grandes veículos em que tive a oportunidade de entrar.” – Richard Santos, comunicador, professor e escritor

Em seu novo livro, “Big Richard”, como é chamado por quem o conheceu por ser pioneiro no Hip Hop, analisa como a hipótese da criação de um discurso emancipatório e contra hegemônico em relação às políticas de mercado e da indústria cultural poderiam alterar a situação da TV pública nacional que tem papel de ajudar na formação cultural e como cidadão do público que a assiste. E isso em todos os seus níveis, incluindo quem apresenta tais programas. “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural” analisa ainda a relação da televisão e os anseios da chamada ‘Maioria Minorizada’. Aqui o autor investiga o processo histórico de importação dos modelos estadunidenses de fazer televisão, faz uma comparação com a Argentina para apontar que é um modelo imposto pelas políticas de dominação do EUA na região, e isso, segundo o autor, será definidor do estereótipo que domina as mídias da região, e brasileiras em especial.

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