:: ‘privatização da Eletrobras’
Robinson Almeida condena privatização da Eletrobras; “grave crime, que vai aumentar a conta de luz e risco de apagão
O deputado estadual e engenheiro eletricista, Robinson Almeida (PT /BA), afirmou que a privatização da Eletrobras é um “grave crime” contra o Brasil e contra a soberania energética nacional. O parlamentar também alertou que a proposta do governo federal irá encarecer a conta de luz dos lares brasileiros, trazer de volta o fantasma do apagão e que Bolsonaro não irá revitalizar o Rio São Francisco, como teria propagado através de fake news semana passada. A Medida Provisória 1031/2021 que autoriza a privatização da maior empresa de energia elétrica da América Latina foi aprovada na noite desta segunda-feira (21) pela Câmara dos Deputados. Foram 258 votos favoráveis e 136 votos contrários a venda da estatal. O texto, que teve relatoria do deputado Elmar Nascimento (DEM /BA), será encaminhado para a sanção presidencial. Na semana passada a proposta já tinha sido aprovado pelo Senado Federal e para não perder validade precisava ser validado pela Câmara dos Deputados até esta terça-feira (22).
“Esse desmonte, inaceitável, custará muito caro ao povo brasileiro. Como já está o gás e a gasolina. Nenhum país do mundo entrega seus ativos, estratégicos, como faz o Brasil sob Bolsonaro. Um crime contra nossa soberania energética, um grave crime de lesa-pátria contra o Brasil”, afirmou Robinson Almeida. A bancada do PT na Câmara e no Senado votou contra o projeto que privatiza a Eletrobrás. Entre os senadores baianos, o senador Ângelo Coronel (PSD) foi o único a apoiar a iniciativa de Bolsonaro.
Robinson participa de ato contra privatização da Eletrobras: “vai aumentar a conta e ter risco de apagão”
Engenheiro eletricista, o deputado estadual Robinson Almeida (PT/BA) participou, na manhã desta terça-feira (15), de um ato na porta da sede da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), em Salvador, contra a privatização da Eletrobras. O protesto foi organizado pelo Sindicato dos Eletricitários da Bahia. O parlamentar alertou que, além de ser “um crime de lesa-pátria” e comprometer a soberania energética brasileira, se a MP 1031, defendida pelo governo Bolsonaro, for aprovada, haverá aumento da conta de energia, risco de apagão e a indústria nacional também será prejudicada. Além disso, ele alertou para o risco de insegurança energética e desabastecimento durante a crise econômica e sanitária. A Medida Provisória que prevê a entrega do sistema Eletrobrás ao capital internacional está prevista para ser votada pelo Senado Federal nesta quarta-feira (16). Em todo Brasil o dia hoje foi de protestos para alertar a sociedade dos riscos que a privatização oferece a sociedade. Trabalhadores do Sistema Eletrobras decidiram entrar em greve por 72 horas contra a MP.
“A privatização da Eletrobras é um crime contra o Brasil. Além disso, a MP usada para esse crime é inconstitucional”, alertou Robinson. “Está em curso um processo de desindustrialização no Brasil pra atender interesses internacionais com esse governo ultraneoliberal comandado por Bolsonaro, que é um fantoche do capital internacional. Vamos nos mobilizar para impedir esse desmonte, esse crime absurdo contra nosso país que é a privatização do sistema elétrico brasileiro, da Eletrobras e da CHESF”, enfatizou o parlamentar.
Robinson Almeida chama de “crime” privatização da Eletrobras: “nenhum país do mundo vende seus ativos estratégicos”
Engenheiro eletricista, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou duramente a aprovação, na noite de quarta-feira (19), da medida provisória (MP 1031/21), que permite a privatização da Eletrobras. A base de sustentação do governo federal na Câmara dos Deputados, com o apoio do DEM, garantiu 313 votos a iniciativa de Bolsonaro, que segue para avaliação do Senado Federal.
Maior empresa de energia elétrica da América Latina e sexta empresa mais lucrativa do Brasil, a Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 6,4 bilhões em 2020. A expectativa de lucro da empresa em 3 anos é de R$ 30 bilhões. A estatal está avaliada, sem as linhas de transmissão, em R$ 370 bilhões, mas o governo Bolsonaro projeta vende-lá por R$ 25 milhões.
Diante desse contexto e da importância da companhia para o desenvolvimento e soberania energética brasileira, Robinson Almeida chamou de crime sua privatização. Ele concorda com especialistas e reforça o alerta de que a privatização irá tornar até 20% mais caro o preço da conta de luz cobrado dos consumidores brasileiros.
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