:: ‘persona non grata’
Deputado Robinson chama Trump de persona non grata e enfatiza: “com tiranos não combinam brasileiros corações”

Robinson Almeiida
No retorno dos trabalhos legislativos na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta segunda-feira (4), o deputado estadual Robinson Almeida (PT) apresentou uma moção de repúdio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificando-o como “persona non grata no estado”. A iniciativa do parlamentar baiano acontece em meio ao agravamento das tensões comerciais entre Brasil e EUA e a tentativa de ingerência política do governo americano no processo judicial contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e participantes dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Segundo Robinson, a postura do presidente Trump representa uma afronta à soberania nacional e uma tentativa de intimidar o Brasil por meio de medidas econômicas unilaterais, com a taxação de 50% nos produtos brasileiros exportados para os EUA.
“Trump não é imperador do mundo. O Brasil é um país soberano, que expulsou definitivamente os portugueses da Bahia em 2 de julho de 1823. A alma brasileira é de liberdade, democracia e justiça. Nosso país não é nem será colônia dos EUA”, enfatizou o deputado, evocando os versos do Hino ao 2 de Julho: “com tiranos não combinam brasileiros corações”.
Ednaldo Rodrigues, persona non grata pelo Esporte Clube Bahia

Nestor Mendes Jr.
Na condição de Conselheiro, Sócio Centenário e Benemérito, vou enviar ao Conselho Deliberativo do Esporte Clube Bahia uma proposição para tornar o Sr. Ednaldo Rodrigues persona non grata pelo Esquadrão de Aço. Na última sexta-feira, 25 de agosto, o presidente da CBF – que na crônica esportiva já foi chamada de Casa Bandida do Futebol — cometeu um tríplice atentado contra o futebol brasileiro, a Bahia e ao Esporte Clube Bahia, retirando da nossa agremiação, fundada em 1931, a primazia de ter sido o primeiro campeão brasileiro, em 1959. Campeão, sim! Primeiro campeonato organizado pela então CBD — Confederação Brasileira de Desportos — por imposição da Comebol, para que se definisse o representante brasileiro na primeira Copa Libertadores das Américas, em 1960. Esta é a história, e o resto é uma canja de galinha muito gorda.
O Sr. Ednaldo, torcedor proativo do Esporte Clube Vitória, cedeu (sic) ao argumento espúrio do clube mineiro, que advogava ter sido o primeiro campeão do Brasil em 1971. Como perdeu esse direito, foi buscar num torneio furreca de 1937 — sim, torneio — com apenas mais cinco clubes do Rio, São Paulo, Minas e Espírito Santo, sem nenhum clube do Sul, Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Inclusive com a Liga da Marinha, que foi de gaiata no navio.
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