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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘parto prematuro’

Após 94 dias de internamento, Haynarú Rudá, o curumim de maior prematuridade do Hospital Materno-Infantil de Ilhéus, recebe alta

Foram 94 dias de internamento, 71 deles nas Unidades de Terapia Intensiva do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, unidade da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) gerida pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), em Ilhéus. Nesta quinta-feira (20), finalmente, a alta médica. Haynarú Rudá, o indígena com maior prematuridade já registrado desde a inauguração do HMIJS, segue para a Aldeia Itapoã, na região de Olivença, litoral sul do município, onde sua família reside. Uma despedida emocionante foi organizada pelos profissionais do Materno-Infantil. Haynarú Rudá, acompanhado dos pais, deixou o hospital sob aplausos, em meio a uma decoração com balões roxos (cor que simboliza a prematuridade) e brancos.

Nunca fez tanto sentido a escolha do nome do curumim. Haynarú vem do Patxohã, língua dos Pataxó, etnia do pai, da região de Porto Seguro, e significa “Nasceu caçador”. Rudá, de origem tupi, língua dos Tupinambá, etnia da mãe, significa “Divindade do Amor”. Haynarú Rudá nasceu no dia 16 de novembro do ano passado, pesando apenas 980 gramas e medindo 37 centímetros. O parto natural ocorreu no primeiro dia da 26ª semana de gestação.

Para marcar essa grande vitória, a mãe, Laís, professora na aldeia e artista plástica, pintou uma camisa especialmente para a data. Haynarú Rudá também trouxe em sua vestimenta a marca da tradição de seu povo. Durante mais de três meses, os pais não se afastaram do hospital, e os profissionais que atuam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) não mediram esforços para vencer o desafio da prematuridade. Na retaguarda, a equipe de terapeutas ocupacionais e psicólogos ajudou a garantir o bem-estar emocional da família.

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Indígena com maior prematuridade da história do HMIJS deixa UTI Neonatal 71 dias após nascimento

Foram 71 dias de situações e de momentos delicados, de uma verdadeira maratona pela vida. Neste período, os pais não se ausentaram um só minuto do hospital e os profissionais que atuam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) não mediram esforços para vencer o desafio da prematuridade. Na retaguarda, a equipe de terapeutas ocupacionais e de psicólogos ajudou no bem-estar emocional da família. Mas chegou a hora de virar a página desta história.

Nesta segunda-feira (27), finalmente, foi possível comemorar uma importante vitória: o indígena com maior prematuridade já registrado desde a inauguração do Hospital Materno-Infantil foi transferido para um dos leitos da UTI Intermediária, onde são realizados tratamentos semi-intensivos a pacientes com risco moderado. O quadro do paciente ainda inspira cuidados. Mas o pior já passou.

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