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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Odilon Camargo’

Odilon Camargo apresenta Pausa Paradoxo

Foi lançado hoje pela Kaza Paradoxo o vídeo que abre uma série de postagens intitulada Pausa Paradoxo, direto de algum ponto do Recôncavo Baiano.

Os temas serão t os que envolvem humano nesse inicio da terceira década do século XXI. Os vídeos são de autoria de Odilon Camargo, um brasileiro de 70 anos, escritor, ator e apresentador de rádio e televisão, que mora na Bahia desde 2015.

Não existe um Povo Brasileiro!

Odilon Camargo

sonioTenho escutado e lido muito nas últimas décadas a expressão “povo brasileiro”, “… o povo brasileiro é isso, é aquilo. Vamos organizar a linguagem: Nunca existiu um povo brasileiro. O que existe é um público consumidor, hoje estimado em pouco mais de duzentos milhões de pessoas. Consumidores de dominação e invasão cultural, escravidão e colonização mental interna e externa, fantoches de todas as ‘emissoras’ de rádio e televisão do “país”.

Desde Chateaubriand, desde Machado de Assis e José de Alencar e Chiquinha Gonzaga, desde os Capitães Hereditários, desde Pero Vaz de Caminha e Caramuru, o Diogo Álvares e sua Catarina Paraguaçu. Por isso, jamais se pode afirmar que “o brasileiro é um povo alienado”, como tem sido insistentemente repetido tanto nas mesas de botecos quanto nos artigos publicados na imprensa e na internet e, é claro, pronunciado pelas bocas dos responsáveis por esta suposta alienação. Não há povo brasileiro, portanto não há povo alienado.

O que há é um povo baiano, um povo goiano, gaúcho, cearense, paulista, carioca, paraense, mineiro etc. E tudo isso com rigorosas limitações. Na verdade somos 27 “povos” – Estados e DF – que se subdividem em tantos outros sotaques, costumes e linguagens. Nenhuma ‘unidade nacional’. Isso é balela. Isso está apenas no papel, no papel das leis que prendem, matam e arrebentam qualquer pobre coitado que se arrisque a discordar… no papel onde está escrita porém nunca praticada a Constituição de 1988, todos os dias rasgada em todo o supostamente “território nacional”.

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