:: ‘“O maníaco das onze e meia”’
Escritor grapiúna lança romance policial
Será lançado no dia 11 o romance policial “O Maníaco das Onze e Meia”, do escritor itabunense Gabriel Nascimento. O lançamento será no Black Jack Louge Bar, na Avenida Aziz Maron, às 19 horas.
O livro fala sobre as diversas formas pelas quais a violência se manifesta na sociedade e já está disponível online através do site da editora Multifoco (<ahref=”https://editoramultifoco.com.br/loja/product/o-maniaco-das-onze-e-meia/” target=”_new”>https://editoramultifoco.com.br/loja/product/o-maniaco-das-onze-e-meia/</a>).
O autor é graduado em letras pela UESC, Mestre em Linguagem Aplicada pela UNB (Universidade de Brasília) e doutorando em Letras pela USP (Universidade de São Paulo).
Também é autor de peças teatrais e planeja o lançamento de mais uma obra, esta pela Editora Garcia, em 2017.
Escritor grapiúna lança romance policial que discute violência, machismo e racismo
(do site Boas Notícias)- Gabriel Nascimento nasceu em Itabuna e foi criado em Ilhéus. É formado em Letras pela Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, mestre em Linguística Aplicada pela Universidade de Brasília – UNB e doutorando em Letras pela Universidade de São Paulo – USP. Gabriel escreve desde os 12 anos. Seu primeiro texto foi lírico, mas já escreveu também peças teatrais como “Quem matou Gabriela” e “O mistério da ópera perdida”. Na segunda semana de novembro o escritor lança, em Itabuna, pela Editora Multifoco, “O maníaco das onze e meia”. Um romance policial que discute violência, machismo e racismo na região Sul da Bahia, em uma trama que, segundo ele, além de policial se tornou político-policialesca.
Conforme explica Gabriel, o cotidiano itabunense está imerso na trama. A política local, as ruas, os espaços, os bairros, tudo é citado no livro e ele destaca que na prática Itabuna nunca foi cena de um grande romance. Nem mesmo os de Jorge Amado, filho de Ferradas. “Eu resolvi colocar Itabuna porque é nessa cidade que a ex-elite cacaueira conseguiu, como está no próprio romance, se transformar a partir da crise do cacau; daí resultam as narrativas”, justificou.
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