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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘Mario Mendes’

Flica terá novo curador em 2016

flica curadorA Festa Literária Internacional de Cachoeira- Flica terá como curador-geral para a edição 2016 o jornalista e crítico literário e cultural paulistano Mario Mendes. Iniciou sua atividade em 1978, após se formar na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Trabalhou na revista Interview, em seguida na Folha de São Paulo (no suplemento Casa e Cia e na Ilustrada).

Foi redator-chefe da revista Elle e diretor geral da revista Daslu. Escreveu também em Vogue, Isto É e Veja. Entre idas e vindas pelas redações, residiu por alguns períodos em Londres. Com um pé no erudito, outro na cultura pop e popular, destaca-se por seus textos sobre moda, cinema, música e literatura.

Mediador de duas mesas na Flica 2015 (“Em trânsito”, com Sapphire e Lívia Natália; e “Sobre palavras e princesas”, com Meg Cabot e Paula Pimenta), Mario vê possibilidades de transformações na Flica capazes de torná-la cada vez mais um referencial de inovação e qualidade no debate.

Para o historiador e conselheiro estadual de cultura Aurélio Schommer, que deixa a curadoria após cinco edições, o novo curador representa, por um lado, “a inevitável transição da Flica para uma Festa ao mesmo tempo regional, nacional e global”; por outro, “o penetrar numa dimensão completa e plural da cultura”.

“A mim me prende o ensimesmado do autor literário, a autorreferência de um escritor exilado da cultura em transformação e múltipla. Mario ultrapassa estes limites estreitos, ao mesmo tempo em que se revela um crítico literário capaz de dois olhares que me faltam: o da formação literária clássica, capaz de compreender o sentido estético do texto; e o viver étnico com o diferente, agregando o ponto de vista de leitores de identidades que eu não alcanço, pois me parece e a minha experiência me diz, que o autor não é bom crítico. O bom crítico é o bom leitor, que decupa e interpreta o texto, enquanto o escritor, ao construir o texto, sabe que faz, mas não sabe o que faz”, diz Aurélio.





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