:: ‘Jornada na Consciência’
Três maneiras de enfocar – três vidas diferentes

Basia Piechocinska
Você provavelmente já ouviu que o que você foca você obtém mais. Se você se concentrar em coisas positivas, tenderá a encontrá-las ao seu redor. Se você se concentrar em eventos negativos, você os verá em todos os lugares. Mas há muito mais.
As palavras aparentemente semelhantes “objetivos, propósito ou significado” dão origem a três modos de vida bastante divergentes. Dois deles o manterão em uma vida de luta e competição, enquanto o terceiro abrirá o acesso à clareza, criatividade e um estilo de vida participativo e comemorativo onde todos vocês continuam vencendo.
Vamos começar com objetivos. A pessoa orientada para objetivos vê o mundo como sendo feito de coisas separadas. Existem eus separados e coisas separadas. Essas coisas e seres interagem por meio da força. Você precisa de força para mover as coisas. Esta é a física local e causal de empurrar e puxar as coisas. O reducionismo funciona bem. Com essa visão de mundo, todos precisamos competir uns com os outros pelos recursos finitos. Assim, a competição e as situações em que você ganha ou perde se tornam a norma. A pessoa orientada para uma meta estabelece uma meta e age para que a alcance. Isso é bem ilustrado em muitos tipos de esportes.
Somos otimizados para sobreviver e não prosperar
Basia Piechocinska
Temos alguma chance de criar uma sociedade benevolente?
Como humanos, tivemos que encontrar maneiras de sobreviver em ambientes e circunstâncias às vezes hostis. Talvez não seja nenhuma surpresa que nossos corpos e mentes tenham se otimizado para a sobrevivência e, nesse sentido, podemos nos considerar um sucesso. No entanto, a otimização para a sobrevivência tem um preço. Como sobreviventes, não somos otimizados para uma vida pacífica onde prosperamos.
Vejamos primeiro como somos otimizados para a sobrevivência e não para o sucesso e depois, com base nisso, ver se temos alguma esperança de um dia criar uma utopia, um lugar pacífico onde os indivíduos floresçam. Existe alguma possível versão do paraíso na terra para os humanos?
O que há de errado conosco?
Todos parecemos idealisticamente clamar por “Paz na terra!”, “Boa vontade para a humanidade!” ou “Liberdade, Igualdade, Fraternidade!”. Ironicamente, algumas dessas palavras foram usadas até mesmo como gritos de guerra. Até agora, temos tentado coletivamente alcançar a paz por meio da violência por milênios, sem sucesso duradouro.

Oramos individualmente pela paz na Terra e pela proteção e felicidade de nossa família e amigos. E, no entanto, no dia seguinte, de alguma forma, nos encontramos discutindo sobre quem colocaria a perna de nosso amigo depenado grelhado na mesa de jantar.
Gostamos de nos considerar racionais, porque temos a capacidade de articular isso. No final, entretanto, a vocalização freqüentemente parece ser o limite de nossa habilidade.
O que há de errado conosco? Seriamente. Talvez, se pudermos descobrir isso, também possamos encontrar uma saida.
Nossa configuração fisiológica
Fisiologicamente, descobrimos que respondemos bem ao estresse hermético. Quando nosso corpo experimenta curtos períodos de estresse intenso, que se continuados seriam prejudiciais e até letais, ele responde de forma benéfica. É assim que o exercício funciona e por que o treinamento de alta intensidade está na moda. Ao estressar nosso corpo em sessões de treino curtas, mas intensas, nos torna mais fortes e mais preparados para lidar com o esforço físico.
Isso também se aplica a outras formas de estresse. Ao jejuar, obtemos inúmeros benefícios para a saúde, desde a autofagia, onde purificamos nosso corpo, até a ativação de células-tronco, onde ativamos nosso potencial de reconstrução. O calor excessivo, como saunas, ou frio, como banhos de gelo, também fortalecem nossa saúde. Períodos intensos de resolução de problemas melhoram a nossa mente.
Tudo isso significa que uma vida de conforto, sem trabalho físico, com um suprimento constante de comida, uma temperatura agradável e sem grandes problemas para resolver acabará, fisicamente, nos levando à decomposição.
Além disso, nos desenvolvemos para procurar alimentos que contenham grandes quantidades de açúcar, gordura e sal. Isso ocorre porque eles são essenciais para nossa sobrevivência e, em geral, são mais raros na natureza. Na verdade, apenas com nosso olfato podemos escolher a laranja ou maçã mais madura e doce. Experimente se você nunca tentou e ficará surpreso com a sua habilidade. Talvez seja necessário cortar um pouco a casca da laranja para cheirá-la melhor.
Em uma sociedade de afluência, vamos gravitar em torno dos alimentos doces, gordurosos ou salgados. Com certeza, desenvolvemos técnicas para criar exatamente esse tipo de alimento. Freqüentemente, é muito rico em açúcar, gordura ou sal e, no entanto, possivelmente totalmente desprovido de outros nutrientes. As consequências dessa dieta todos nós podemos seguir na TV ou na vida real, dependendo se vivemos ou não em uma sociedade ocidentalizada, ou talvez se estejamos em um lock-down ou não.
Você é a defesa contra a perda de amor
Basia Piechocinska
Porque és do jeito que és? O que te fez ficar assim, com as reações que tens, com aquelas propensões e não outras, com essa forma bem particular de interpretar o mundo?

Basia Piechocinska (foto Ana Lee)
Na pressa podemos rapidamente responder que somos uma mistura da genética com os efeitos do ambiente, e talvez alguma influência espiritual, e continuar com o nosso dia. Mas para quem tem a oportunidade de parar e talvez o privilegio de ouvir muitas historias começa revelar-se um outro cenário.
Nesse cenário o amor é o protagonista. O que fundamentalmente desejamos é ser amados e amar, e ao mesmo tempo queremos ter a liberdade de ser nós mesmos. Tendo amor e liberdade, amando e sendo amado do jeito que somos e pelos que somos, estamos bem. Mas quando falta uma ou a outra parte começa o sofrimento. E quando o sofrimento for crônico leva a doenças físicas.
A falta de amor nos bebês e nas crianças se manifesta de uma forma mais duradoura. Ela é experimentada como um trauma e a criança cria uma defesa para se proteger. Ao depender do momento evolutivo e a forma de falta de amor o tipo de defesa varia.
Nos bebês o desejo de amor se manifesta como uma necessidade de conexão. Sem essa conexão não podemos sobreviver e o medo de morrer se ativa. Os bebês que por alguma razão sentiram falta desse amor, dessa conexão, vão criar uma defesa, para não perder o amor. A defesa que eles costumam criar é de primeiro olhar para as necessidades dos outros, até o ponto de se desconectar das próprias necessidades. Eles vão ter medo de criar conexões íntimas com outros e quando criarem vai ser difícil para eles ser eles mesmos, vão ter a tendência de se perder no outro e precisar de tempo para eles mesmos. Essa forma de ser, reagir, e se relacionar nasce como defesa contra a perda de amor.
Se uma criança pequena sentir que não recebe amor em forma de atenção ela vai criar uma defesa que cria um jeito de ser de procura-la de várias maneiras. Por dentro ela vai sentir uma falta e não saber como preenche-la.
Se uma criança não for permitida a expressar raiva ela vai reprimir a raiva. Isso não só se manifesta na forma de ser mas também no corpo físico. Fisicamente a raiva reprimida costuma criar camadas de proteção de gordura.
Os traumas de infância criam crenças falsas, que precisamos sacrificar uma parte de nos mesmos, uma parte da liberdade ser nós para poder ter amor. Essas crenças ficam no subconsciente e agem de uma forma automática. Elas acabam formando a nossa forma de ser.
Toda vez que precisamos reprimir uma parte de nós mesmos o fazemos por causa de um medo. O medo leva a um estado de estresse. Isso afeta a nossa saúde física. Quando há estresse crônico a imunidade baixa, a pressão aumenta, e a probabilidade de desenvolver uma série de doenças aumenta. E as doenças quando chegam, chegam como professores que nos mostram que precisamos voltar a ser nos mesmos.
Mas não precisa ser assim. Não somos condenados ao sofrimento e reações automáticas seguidas por doenças. Quanto melhor enxergamos essas defesas, menos nos identificamos com elas, e mais livres ficamos. Porque na verdade, nós não somos as defesas contra a perda de amor. Isso é só o que parecemos. O que nós somos de verdade é o amor. Mas isso já é assunto para outro texto.
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Basia Piechocinska, sueca/polonesa radicada em Ilhéus, é especialista em Hipnoterapia Quântica, terapia baseada no método QHHT (Quantum Healing Hypnosis Technique) e realiza a Jornada na Consciência.
Terapeuta realiza “Jornada na Consciência” no Sul da Bahia

Basia Piechocinska (foto Ana Lee)
A terapeuta Basia Piechocinska está realizando em Ilhéus, a Jornada na Consciência. A terapia é baseada no método QHHT (Quantum Healing Hypnosis Technique) ou Hipnoterapia Quântica é um método terapêutico, desenvolvido pela norteamericana Dolores Cannon e permite explorar as suas vidas anteriores e acessar aos níveis mais profundos da consciência para alcançar melhoras, transformações e melhores entendimentos.
Basia Piechocinska, sueca/polonesa radicada em Ilhéus, é especialista nesta modalidade através da QHHT Official, Arkansas, USA. Também é formada em bioenergética e usa esse conhecimento nas sessões da Jornada e desenvolveu um teste de bioenergética online para as pessoas descobrirem a estrutura bioenergética de caráter. É também autora apaixonada pela consciência, com textos majoritariamente em inglês. Seu livro mais recente, “Non-duality Illustrated: Metaphors to Unlock the Bridge to the Formless”, trata a Não-dualidade (Advaita Vedanta).
A Jornada na Consciência trabalha ao nível mais profundo da hipnose – o estado sonambulístico de transe. Nesse estado, o seu consciente se desliga totalmente e seu superconsciente se manifesta livremente para responder a perguntas, dar conselhos e orientações, como também ajudar na melhora do físico. O teste encontra-se no site http://stayonthehealthtrack.com/teste-de-bioenergetica/. Normalmente é solicitada às pessoas que vão fazer a Jornada pela primeira vez a realização do teste. .
O superconsciente é uma parte de nosso ser que está sempre conectada com a parte divina e a fonte de tudo. Esse superconsciente (que Dolores chama também de Ser Superior ou Higher Self, em inglês) tem acesso a um conhecimento e a uma sabedoria infinitos e conhece absolutamente tudo sobre a vida da pessoa.
CONEXÃO COM A CONSCIÊNCIA

Basia Piechocinska, destaca que “entre os possíveis benefícios da terapia estão conectar-se com seu ser superior, sem interferência da sua consciência, acessar fontes de conhecimento e sabedoria, encontrar um significado identificar sua missão de vida, descobrir informações úteis e tomar decisões certas para sua evolução, receber conselhos e orientações, receber conselhos para o futuro e obter a melhoras para seus problemas e doenças”.
A terapia se dá após uma entrevista com o terapeuta, com base no questionário preenchido no mínimo 24 horas antes da sua sessão. Seguindo as instruções, sugestões e induções do terapeuta, o paciente entra num processo de relaxamento profundo e alcança, pouco a pouco, níveis mais amplos de consciência.
“Esse procedimento é guiado pelo superconsciente e pode levar a relembrar de uma a três vidas passadas, antes de estabelecer, com o seu consentimento, a conexão com o seu superconsciente.
Uma vez estabelecida a conexão, o terapeuta conversa com essa parte mais sábia do seu ser”, explica Basia Piechocinska.
“A conversa tem como objetivo ajudar a identificar e explicar qualquer problema que esteja incomodando e, se possível, a melhora-lo e no caso de estabelecer uma firme conexão com o superconsciente ele
também irá responder a quaisquer perguntas que você tiver feito antes”, completa. Cada sessão dura em torno de três horas e é totalmente gravada em MP3 e no final da terapia paciente recebe um link para baixar o áudio.
Basia atende em Luzimares, próximo a Barra Grande, no Km 25 da rodovia Ilhéus-Itacaré, próximo a Uruçuca. Informações e contatos para atendimento terapêutico podem ser feitos através do fones (73) 99933-1164.
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