:: ‘Fespi’
Estudar na Fespi era um sufoco, mas divertido

Vista aérea da Uesc e o professor Érito Machado
Walmir Rosário
Estudar na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (Fespi), atual Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) era um sufoco, principalmente no turno da noite. Isso nas décadas de 1970/80, por falta de estrutura nos transportes coletivos, sempre superlotados e em horários espaçados. Bem melhor ir de carro próprio ou uma providencial carona.
Mas esses eram os problemas enfrentados fora dos muros da sonhada futura universidade. Dentro, novos e diferentes problemas se avolumavam, como a falta de pagamento aos professores e funcionários, o que desaguava em constantes greves; falta constante de energia elétrica, que transferiam os alunos das salas de aula para o bar do Jabá, no bairro do Salobrinho.
Achávamos graça das agruras que passávamos, tendo em vista a excepcional qualidade de conhecimento dos professores, grandes profissionais do direito na magistratura, ministério público, advogados. A grande maioria não possuía os famosos títulos de doutores, tão em voga na atualidade, mas esbanjava sabedoria, prontos para dar aulas de improviso de qualquer matéria ou tema.
NÃO DEIXE A MARINETE VIRAR SUCATA, REITORA!
Estudantes e funcionários da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) iniciaram campanha pela restauração da “Princesinha”. O veículo está abandonado em frente a um dos pavilhões da universidade.
A campanha virtual cobra da reitora da Uesc, Adélia Pinheiro, mais atenção ao patrimônio – histórico – da instituição. A comunidade universitária agradece. A fubica é do tempo em que a Uesc era chamada de Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (Fespi).
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