:: ‘crise’
Dilma reconhece crise, mas diz que Brasil vai voltar a crescer
A presidenta da República, Dilma Rousseff, demonstrou confiança na volta por cima do país. Ela reconheceu a crise econômica, mas disse que o Brasil vai voltar a crescer. “Hoje estamos passando por dificuldades econômicas. Nós enfrentamos as dificuldades, porque só enfrentando é que se supera a dificuldade. É preciso humildade para reconhecer a dificuldade, mas também coragem para vencer a dificuldade. […] Podem ter certeza, o Brasil voltará a crescer e gerar empregos”.
Ao discursar na inauguração da Ponte Anita Garibaldi, no município de Laguna (SC), Dilma exaltou o governo do PT no comando do país dizendo que, nos últimos 13 anos, o governo construiu “um país muito mais forte e capaz de enfrentar dificuldades, do que em algum momento do passado”.
Ela disse que não vai desistir diante do cenário adverso. “Tem gente que, diante da dificuldade, desiste, recua. Nós não somos esse tipo de gente. Nós enfrentamos dificuldade, porque só enfrentado que se supera”. A fala de Dilma ocorre em um período de turbulência do governo: a crise econômica e as investigações de corrupção na Petrobras são frequentemente usadas pela oposição para criticar o governo da petista.
Nas últimas semanas, o termo “golpista” voltou à baila no país. Na terça-feira (7), em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Dilma Rousseff afirmou que não teme possíveis pedidos de impeachment feitos por partidos de oposição e descartou qualquer possibilidade de renúncia. Para Dilma, as tentativas de interrupção do seu mandato são “luta política” e “um tanto quanto golpista”. (da Agencia Brasil)
Para afastar a crise, Grécia quer jogar contra o Flamengo
(do Blog Sensacionalista)-A Grécia está cada vez mais afundada em crise. A exemplo do Vasco da Gama, ela quer enfrentar o Flamengo para ver se melhora um pouco a sua situação. Antes de anunciar o não pagamento de suas dívidas, ela tentou trazer, semana passada, Leo Moura e Ronaldinho Gaúcho para o seu território, mas o fracasso revoltou ainda mais os cidadãos que exigem um amistoso contra o Flamengo até o próximo fim de semana.
A ONU e a CBF já lideram as negociações e, ao que tudo indica, o Flamengo terá que tirar a Grécia da crise e, se possível, tirar a Seleção Brasileira também. Dilma está enciumada: “se o Flamengo tirar a Grécia e a Seleção Brasileira, vai ter que tirar meu governo também!”
Dilma entrega casas populares e diz que “crise é passageira”
A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta segunda-feira (30), que a crise econômica é uma “dificuldade passageira”. Segundo ela, não existe a necessidade de “ajustar tudo”, mas de “ajustar um pouco o orçamento” de maneira a superar as dificuldades e superar a crise.
“É óbvio que sabemos que o Brasil está enfrentando algumas dificuldades, mas são dificuldades passageiras. Uma coisa é você ter que ajustar um pouco o orçamento, outra coisa é ter que reformar tudo. Não temos que reformar tudo, porque o Brasil tem uma base sólida”, disse a presidente.
Dilma esteve na manhã desta segunda-feira no município de Capanema, no Pará, onde participou da entrega de 1.032 residências Programa Minha casa, Minha Vida.
O otimismo da presidente vai de encontro aos analistas do mercado financeiro que aumentaram a previsão de encerramento da Selic, a taxa básica de juros da economia, para este ano. Da projeção de 13% que vinha se sustentando há semanas, a estimativa passou para 13,25% ao ano no fim de 2015.
Está prevista ainda retração da atividade econômica mais forte do que antes. Investidores reduziram a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos em um país), de queda de 0,78% para recuo de 1%.
As previsões estão no boletim Focus, pesquisa em instituições financeiras divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC). A mudança na expectativa para a Selic significa que o mercado espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC suba a taxa em mais 0,5 ponto percentual este ano. Em 2015, o Copom já aumentou a Selic em 1 ponto percentual, com duas elevações de 0,5 ponto percentual, nas reuniões de janeiro e março. O comitê se reúne mais uma vez nos dias 28 e 29 de abril.
O boletim manteve estável a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De 8,12%, a previsão passou a alta de 8,13%. A expectativa de alta pelos preços administrados, regulados pelo governo ou por contrato, subiu de 12,6% para 13%. A elevação de preços administrados – como os da energia e gasolina – responde por boa parte da inflação. A estimativa para o câmbio subiu de R$ 3,15 para R$ 3,20.
A estimativa da dívida líquida do setor público permaneceu em 38% do PIB. A estimativa do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, caiu, ficando em US$ 77,1 bilhões, menor que os US$ 79,8 bilhões anteriores O saldo projetado para a balança comercial subiu de US$ 3,5 bilhões para US$ 4 bilhões. Os investimentos estrangeiros estimados diminuíram de US$ 56,5 bilhões para US$ 56 bilhões. (da Agencia Brasil)













