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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘combate à corrupção’

Albânia nomeia ministra criada por IA para combater a corrupção

“Diella” intensifica o debate sobre como as empresas  podem

usar a inteligência artificial para aumentar a confiança e a credibilidade

A Albânia fez história ao se tornar o primeiro país do mundo a nomear uma ministra gerada por Inteligência Artificial. “Diella” será a autoridade digital encarregada de supervisionar os processos de compras públicas, um setor que historicamente apresenta vulnerabilidades e corrupção. O primeiro-ministro Edi Rama fez o anúncio durante o congresso do partido, com o objetivo de aumentar a transparência e restaurar a confiança do público nas instituições.

 

“Diella” já era familiar para os cidadãos albaneses por sua atuação na plataforma e-Albania, onde ajudava os usuários a obterem documentos e serviços por meio de comandos de voz. Com a nova função, suas responsabilidades foram ampliadas: ela precisará acompanhar licitações, analisar grandes volumes de dados e detectar possíveis irregularidades em tempo real. Essa ação tem como objetivo mostrar que a tecnologia pode promover mais equidade no processo de tomada de decisões.

 

O caso do país do sudeste europeu reacende a discussão sobre o papel da inteligência artificial. Se governos já testam a tecnologia como guardiã da credibilidade, empresas também poderiam ampliar seu uso para além da eficiência operacional, incorporando-a à gestão de riscos, compliance e relacionamento com stakeholders. Para especialistas, a tendência é que a linha entre humano e máquina se torne cada vez mais tênue. Empresas que se anteciparem poderão não apenas ganhar eficiência, mas transformar a confiança em um ativo estratégico diante de clientes, parceiros e investidores.

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Wagner: “ninguém combateu a corrupção como Dilma”

wag“Minha gente, fui deputado federal, duas vezes governador e duas vezes ministro e nunca vi alguém defender tanto o combate a corrupção como a presidente Dilma Rousseff (PT)”, afirmou o ex-governador da Bahia e atual ministro da Defesa, Jaques Wagner.  Discurso foi feito na cidade de Morro de Chapéu, na Chapada da Diamantina, onde foi homenageado com a comenda pelos relevantes serviços prestados.

Com a Câmara de Vereadores lotada, o discurso enfático em defesa da presidente Dilma e do PT arrancou aplausos. Jaques Wagner afirmou, ainda, que a presidente Dilma Rousseff “foi quem mais combateu a corrupção no Brasil”.

Ele também não deixou de fazer elogios ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por ter realizado um importante ajuste na macro economia brasileira. No entanto, logo em seguida defendeu que não troca os 12 anos dos petistas no poder por qualquer uma das gestões anteriores, “apesar de alguns companheiros terem errado”

Já especificamente com relação a Operação Lava Jato e as grandes empreitierias investigadas, o ministro Jaques Wagner defendeu que” é necessário que se investigue, defendo isso, pois quem errou tem que pagar, pois dinheiro público é pra ser utilizado no bem público, mas não podemos deixar que as grandes empresas da nossa nação sejam paralisadas”.(do Bahia247)

Dilma anuncia medidas de combate à corrupção

dilma corrupçãoO governo federal anunciou no início da tarde desta quarta-feira 18, em cerimônia no Palácio do Planalto, o pacote de medidas anticorrupção prometido pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral e reforçado após os protestos de oposição realizados no último domingo 15. O conjunto de propostas inclui a criação de um grupo de trabalho com integrantes do Judiciário, da sociedade civil e do setor privado para a discussão de medidas sobre o tema para agilizar os processos judiciais.

Em seu discurso, Dilma destacou duas palavras: “prevenir e combater”. E disse que as propostas apresentadas hoje pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, “não pretendem esgotar a matéria, mas evidenciam que estamos no caminho correto”. Segundo ela, é o “momento de estruturar esse combate”. De acordo com a presidente, o combate à corrupção “deve ser uma política constante, não momentânea”. Ela defendeu ainda a garantia, “sempre”, do “direito ao contraditório e à ampla defesa” dos investigados.

“Tenho certeza que todos os brasileiros sabem que a corrupção no Brasil não foi inventada recentemente. O que diferencia um país do outro e um governo do outro é o fato de que alguns criam condições para que a corrupção seja combatida, enquanto outros silenciam. Nós agimos”, discursou Dilma. “O Brasil de hoje combate a corrupção”, afirmou.

Em uma nova provocação ao governo do PSDB, de Fernando Henrique Cardoso, ela disse ainda que “as notícias sobre casos de corrupção aumentam, mas justamente porque eles não são mais varridos para baixo do tapete. E aí a luz do sol ilumina, deixa claro e evidencia a existência tanto dos chamados mal feitos quanto dos processos e atos de corrupção”.

“O meu compromisso com o combate à corrupção é coerente com a minha vida pessoal”, ressaltou Dilma, que se disse orgulhosa de ter dado os “primeiros passos” no combate às práticas corruptas na política brasileira, com medidas implementadas desde 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu a Presidência da República. “A guerra contra a corrupção deve ser uma tarefa de todas as instituições, do governo, e um momento de reflexão da sociedade”, finalizou a presidente.

Confira as propostas anunciadas pelo Palácio do Planalto:

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Dilma toma posse e promete combate sem tréguas à corrupção

posse

A presidente Dilma Rousseff disse que vai democratizar o poder, lutando pela reforma política e buscando opiniões do povo. Em seu discurso após tomar posse para o segundo mandato na Presidência da República, ela disse que democratizar o poder também significa combater a corrupção.

Dilma propôs um pacto nacional contra a corrupção. Segundo ela, seu governo foi o que mais apoiou o combate aos malfeitos, criando leis mais severas e garantindo autonomia à Polícia Federal. Dilma disse que submeterá um pacote de medidas anticorrupção ao Congresso Nacional.

Entre as medidas, destacou a presidente, estão a modificação da legislação eleitoral para tornar crime a prática de caixa 2 e a alteração da legislação para agilizar o julgamento de processos envolvendo desvios de recursos públicos. Dilma falou ainda sobre a Petrobras, alvo da Operação Lava Jato.  Segundo Dilma Rousseff, é preciso investigar a corrupção na estatal sem enfraquecê-la.

“Temos muitos motivos para preservar e defender a Petrobras de predadores internos e de seus inimigos externos. Vamos apurar tudo de errado que foi feito e fortalecê-la cada vez mais. Devemos saber apurar sem enfraquecer a Petrobras”, declarou a presidente. (da Agência Brasil.





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