:: ‘Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Sisal’
Projeto de estudantes da rede estadual é finalista do Prêmio LED, da Rede Globo
O projeto “Biocimento: da Educação Técnica e Profissional ao Sistema Prisional do Município de Serrinha – BA”, desenvolvido por um grupo de estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Sisal, no município de Serrinha, está entre os 15 finalistas do Prêmio LED – Luz na Educação. A iniciativa da Globo e da Fundação Roberto Marinho, que integra o Movimento LED – Luz na Educação, busca mapear, reconhecer e celebrar práticas inovadoras em educação em todo o país.
O estudante Thiago Ferreira, 18 anos, do curso técnico em Administração, que integra a equipe do projeto, comemorou o resultado. “Ser finalista reforça que estamos no caminho certo: educar para transformar, inspirar e construir oportunidades reais. É um símbolo da força da escola pública, da potência da nossa região e do impacto que a Ciência pode ter na vida das pessoas e de nós estudantes. Seguimos firmes, com o coração cheio de orgulho e a certeza de que esse é só o começo. A Bahia faz Ciência, sim, e faz muito bem”.
Estudantes criam cimento sustentável e ajudam na ressocialização de presos na Bahia
Estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Sisal, em Serrinha, transformaram sua pesquisa em uma ação social e educativa que ultrapassa os muros da escola. O projeto “Biocimento: blocos de papel e fibra de coco para pavimentação intertravada de calçadas” se tornou uma atividade de ressocialização para internos do Conjunto Penal de Serrinha, sendo o primeiro da rede estadual a unir tecnologia, sustentabilidade e inclusão social. A primeira experiência está prevista para setembro deste ano.

O projeto é desenvolvido pelos estudantes Guilherme Chagas Paiva, Felipe Macedo Oliveira, Thiago Santos Ferreira e Maria Eduarda Costa Meireles, com a orientação do professor Thales Lima do Nascimento.
O trabalho nasceu com a missão de reduzir o impacto ambiental da construção civil. Inicialmente, os estudantes desenvolveram blocos de concreto sustentáveis, feitos apenas com papel triturado, fibra de coco e cimento. Com o produto pronto, iniciaram a ação de construir calçadas gratuitas para famílias em situação de vulnerabilidade nos arredores da escola, transformando o projeto em uma ferramenta de solidariedade.
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