:: ‘CEEP do Chocolate Ilheus’
CEEP do Chocolate Ilhéus e Sebrae realizam audiência pública para definir novos cursos técnicos em Ilhéus
O Centro Estadual de Educação Profissional do Chocolate Nelson Schaun, em parceria com o Sebrae, promoverá uma audiência pública para discutir a oferta de novos cursos técnicos em Ilhéus. O encontro acontece no dia 13 de novembro, às 18h, no CEEP do Chocolate, e é voltado a representantes do setor produtivo, do poder público e do terceiro setor. Os interessados em participar podem se inscrever gratuitamente pelo link.
A proposta é dialogar sobre as demandas do mercado local e identificar oportunidades de formação profissional que possam contribuir para reduzir a evasão escolar no turno noturno, além de fortalecer a integração entre educação e desenvolvimento territorial.
A iniciativa busca aproximar a escola das necessidades reais do setor produtivo, promovendo um espaço de construção coletiva que favoreça a criação de cursos alinhados às vocações econômicas da região.
Serviço
O quê: Audiência Pública sobre os novos cursos do CEEP do Chocolate
Quando: 13 de novembro de 2025, às 18h
Onde: CEEP do Chocolate “Nelson Schaun”, Ilhéus
Programa Potencialização Comunidades valoriza cultura em Ilhéus
Nos dias 23, 25 e 27 de agosto vai ao ar pelo Instagram do @o_coletivo_7 Programa Potencialização Comunidades. O projeto é realizado pelas estudantes do Curso de Produção Cultural da UFSB, Nieta Assis, Paloma Carvalho, Valdiná Guerra e Vivian Siqueira, como atividade do Componente Curricular Fundamentos da Produção Cultural.
Além disso, os estudantes do Curso Técnico em Teatro do CEEP do Chocolate Nelson Schaun, Caio Henrique e Kelvin Gustavo, fazem parte dessa primeira ação do projeto que também conta como parte de uma das ações do TCC destes estudantes.
A iniciativa do projeto surgiu a partir do desejo de trabalhar com ações já realizadas nas comunidades periféricas de Ilhéus. Assim, optamos começar pelo Hip Hop , pois compreendemos que este é um estilo musical que possui forte ligação com os movimentos e culturas periféricas, sendo, também, um potente espaço de fala das periferias das cidades baianas, onde o estilo é uma forma da juventude das comunidades expressarem seus desejos e questões e acima de tudo validar seus espaços de luta pelo povo periférico.
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