:: ‘Catedral de São José’
Governo Valderico Junior apoia campanha para restauração da Catedral de Ilhéus
A vice-prefeita eleita de Ilhéus, Wanessa Gedeon, marcou presença no lançamento da campanha de restauração da Catedral de São Sebastião. A futura gestora compareceu ao evento como representante do novo governo municipal, uma vez que o prefeito eleito Valderico Junior está em compromissos fora da cidade.

A campanha busca arrecadar doações para reparar a estrutura física do templo religioso e preservar seu legado, através da história e cultura. O apoio da nova gestão será fundamental para fortalecer a iniciativa.
“Estamos aqui reafirmando o compromisso de preservar o patrimônio cultural da nossa cidade. É uma manifestação de cuidado e amor à nossa história”, disse Wanessa Gedeon.
O futuro secretário de turismo, Maurício Tavares, também participou do evento, que reuniu representantes do clero da Diocese de Ilhéus, fiéis, vereadores e outros líderes políticos, além da sociedade civil.
Itabuna: Catedral de São José recebe doações para crianças do lixão

Será realizada no sábado (10) uma comemoração com os filhos de famílias que trabalham no lixão de Itabuna. Uma forma de marcar, de forma antecipada, o Dia das Crianças, que transcorre no próximo dia 12.Os organizadores convidam a comunidade para aderir à iniciativa, levando doações até a paróquia de São José durante a semana, em horário comercial.
“Às vezes, temos em casa uma roupa, um sapato ou outra coisa que não serve mais para nossos filhos, sobrinhos, mas será muito útil para esses nossos irmãos”, conclamam. (Diário Bahia)
Ah, meu São José: médica impede que sinos da Catedral de Itabuna toquem
(do Cia da Noticia) Os católicos que frequentam a Catedral de São José estão estranhando o silêncio dos sinos antes das cerimônias religiosas, como a celebração de missas. O assunto não é tratado em público e os fieis que possuem cargos na igreja também desconversam quando perguntados sobre a mudez dos sinos.
Os fieis que moram na área de influência sonora da Catedral, saudosistas ou não, acreditam que seja um grandes desperdício de investimento o silêncio dos sinos, adquiridos através de campanha de arrecadação de donativos. “Um belo carrilhão que custou muito a ser implantado pelas dificuldades da época”, diz um católico praticante.
Após muita conversa de “pé-de-orelha” sob a condição de preservação absoluta da fonte de informações, pessoas dizem que os sinos não estão quebrados, mas que foram “calados” por ordens de instâncias superiores, no sentido de atender a um pedido considerado por essa alta autoridade como por mais de justo, justíssimo, diria.
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