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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Carta pela Democracia’

O que foi e o que precisa ser o 11 de agosto de 2022

Ernesto Marques

ernesto marquesFoi, rigorosamente, como disse o ex-ministro José Carlos Dias, o momento histórico da união entre capital e trabalho em defesa da democracia. Sem dúvida alguma, um fato da maior relevância, sobretudo pelo pacto mínimo e explícito que o documento propõe, desde o seu precedente inspirador.

O capital muito bem representado por mais de uma voz e todas, no essencial, afinadas com os discursos das representações acadêmicas e da sociedade organizada. Sem dúvida, um momento alto e muito representativo de um outro BASTA! Equivalente, em significados, a outros grandes momentos.

Mas isso é pouco, e precisamos deixar isso muito claro. Incondicionalmente, quem assina a Carta se compromete com a defesa da ordem democrática. Isso significa prometer e cumprir aos subversivos de agora, a Constituição, não o pau-de-arara.

Não basta sentir saudades da democracia quando ela está ostensivamente ameaçada. É preciso comprometer-se com ela eternamente, sem que a vida ou a morte das instituições nos separe como limite da convivência naturalmente difícil entre as classes opostas por natureza.

Não se pode discutir a relevância histórica deste 11 de agosto, mas o precedente de 1977 só eterniza a conhecida e surrada máxima que justifica o absurdo. Assim como o golpe de 1964 exigiu anos de preparação, o processo “kaftiano” que levou cavalgaduras ao MEC e nulidades à Justiça, entre tantos itens da vasta coleção de absurdos parvocratas, não começou com aquela bisonha sessão da Câmara dos Deputados, de 17 de abril de 2016.

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