:: ‘camisas da Policia Federal’
MPF justifica prisão de Geddel: “criminoso habitual”

Geddel é preso novamente em Salvador || Foto Valter Campanário / ABr
(do Pimenta)- O ex-ministro Geddel Vieira Lima e o coordenador da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Gustavo Pedreira Ferraz, foram presos, preventivamente, nesta manhã de sexta (8), dois dias após a apreensão de mais de R$ 51 milhões em um apartamento emprestado ao líder do PMDB na Bahia. Há pouco, o Ministério Público Federal emitiu nota na qual explica que “novos fatos” justificam a prisão de Geddel – e também do ocupante de cargo comissionado na Prefeitura de Salvador. Há pouco, a Prefeitura de Salvador exonerou Gustavo.
As digitais de Gustavo Ferraz foram encontradas, segundo o MPF, na superfície dos sacos plásticos usados para guardar a dinheirama de Geddel. A apreensão dos R$ 51 milhões ocorreu durante a Operação Tesouro Perdido, na terça (5). Além das prisões de Geddel e Gustavo, a Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão, sendo um deles na casa da mãe do ex-ministro, em Salvador.
As medidas cautelares, conforme o MPF e a Polícia Federal, buscam “preservar a ordem pública e impedir a destruição de provas, bem como a prática de novos crimes”. Geddel cumpre prisão domiciliar desde julho passado, após ser investigado, desde 2016, na Operação Cui Bono. O político baiano ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica da CEF por dois anos (2011 a 2013), quando teria cometido série de crimes, de acordo com acusação do MPF.
Trio que usava camisas da Policia Federal para roubar é preso

Dois homens e uma mulher, integrantes de uma quadrilha que faz assaltos trajando camisas da Polícia Federal (PF), foram apresentados à imprensa, na tarde desta terça-feira (19), no auditório do edifício-sede da Polícia Civil, na Praça da Piedade. O bando é acusado de ter entrado e roubado a casa de um vereador, de Candeias, em abril deste ano, depois de apresentar um mandado da Justiça falso.
O líder da quadrilha Vítor Murilo Silva, sua companheira Jéssica Silva Montalvão, ambos de 22 anos, e o comparsa Leonardo Argolo Vasconcelo, 23, foram presos durante uma operação conjunta dos departamentos de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), na sexta-feira (15), numa casa, no Saboeiro.
No imóvel, os policiais apreenderam quatro conjuntos com camisas, calças e botas semelhantes aos usados pela PF, uma espingarda de calibre 38, uma pistola 380, um giroflex, 37 miguelitos, utilizados para furar pneus de carros, a quantia de R$ 155 mil, entre dinheiro e cheques, e um automóvel Fiesta, comprado com dinheiro roubado.
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