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livros do thame





Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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Fundação Nacional dos Insensatos

Voltemos para as caravelas, ora pois pois!

Uma comissão composta por deputados federais e estudantes, representantes de Direitos Humanos e do Ministério Público dirigentes de ONGs fizeram na semana passada um périplo pela aldeia pataxó hã hã hãe em Pau Brasil e pela área reivindicada por tupinambás.

            A exceção do deputado federal Geraldo Simões, talvez o único do grupo antenado com a realidade, o grupo veio com uma idéia pré-concebida especialmente na área de Olivença/Una/Buerarema, de que as terras foram usurpadas dos tupinambás,

            Alguns mais ingênuos (ou nem tanto) talvez esperassem encontrar índios vivendo como nos tempos pré-Pedro Álvares Cabral, tamanha a forma como essa questão vem sendo idealizada.

            Resultado, a exemplo do que ocorre em Pau Brasil, há um permanente  clima de conflito na área em litígio.

E a culpa maior pelo conflito entre supostos índios tupinambás e pequenos produtores rurais,  que se instalou na região da  Serra do Padeiro em Buerarema e ameaça se estender a áreas rurais de Ilhéus e Una pode ser debitada única e exclusivamente na FUNAI, a Fundação Nacional do Índio.

            Que, no caso em questão, pode ser chamada da Fundação Nacional dos Insensatos.

            A partir de um inacreditável relatório elaborado por técnicos da FUNAI, conferindo aos tupinambás uma extensa área de 47 mil hectares nos três municípios sulbaianos, o que era apenas reivindicação se transformou numa espécie de lei, pelo menos para os supostos índios;

            O relatório não tem poderes para tanto, é passível de contestação e ainda precisa passar por várias etapas até que passe a valer ou não, mas serviu como salvo-conduto para que propriedades rurais sejam invadidas, saqueadas, destruídas e que seus moradores, a esmagadora maioria composta por agricultores familiares, sejam  ameaçados e agredidos.

            Para os tupinambás (ou os que dizem pertencer a essa etnia, já que existem denuncias de cadastramento de índios em Buerarema e cidades vizinhas), a área de 35 mil hectares lhes pertence e ponto final.

            E, em sendo assim, se a área lhes pertence, os atuais ocupantes que tratem de escafeder-se, caso contrário serão expulsos, se necessário com o uso da pressão, como vêm ocorrendo na Serra do Padeiro.

            A barafunda criada pela FUNAI, além da dimensão da área que ela sugere ser demarcada, não avaliou que os pequenos produtores ocupam essas terras há várias gerações e de lá tiram o seu sustento. Não podem ser simplesmente arrancados de lá, como quem arranca uma erva daninha ou como se fossem usurpadores, o que efetivamente não são.

            Nada disso foi levado em conta pelos burocratas insensatos da FUNAI, que de seus gabinetes refrigerados em Brasília, assistem à distância as conseqüências do relatório que perpetraram.

            Que os indígenas, pilhados e explorados desde que Pedro Álvares Cabral descobriu nos trópicos um porto seguro, precisam ter seus direitos preservados é fora de discussão. Isso vale também para os legítimos descentes dos tupinambás. A reparação, portanto, é justa e necessária.

            Mas, o que não se pode é, em nome de se fazer justiça com algumas centenas de índios, se cometer uma injustiça com milhares de pequenos produtores rurais.

            O bom senso que faltou à FUNAI deve prevalecer entre as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem, antes que o que ainda é escaramuça de parte a parte se transforme numa guerra sangrenta.

            Uma guerra que infelizmente já começou e que precisa parar imediatamente.

Porque, se ela se intensificar, as conseqüências são mais do que previsíveis.

            Violentamente previsíveis.

WAGNER DEFENDE FIM DA GUERRA FISCAL

Wagner: estados mais pobres são penalizados

 

O governador Jaques Wagner defendeu a união dos estados nordestinos para equacionar a questão da redução da alíquota interestadual na reforma tributária, tema da reunião dos mandatários estaduais – que acontece em Fortaleza. “O fato de estados como Bahia, Pernambuco e Ceará terem economias maiores que seus vizinhos, não significa que dizer que não se deparem com problemas financeiros”,  disse.

Wagner se posicionou contra a guerra fiscal entre os estados, porém afirmou que a solução adotada pelo governo federal deve evitar o efeito negativo de provocar o êxodo das empresas instaladas no Nordeste. “Os estados mais pobres do país não podem ser sacrificados”, afirmou.

INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE

estudantes inovam com ações sociais

“Aprendendo e Empreendendo: conquistas e desafios” é o tema central da 1ª Feira de Negócios do curso de Administração da Faculdade Madre Thaís, em Ilhéus, que começou na quinta (09) e termina nesta sexta-feira (10). O evento, que funciona das 18 às 22 horas, acontece no estacionamento do Shopping Gabriela Center, localizado na avenida Itabuna, onde está instalada a instituição.

Na feira, os consumidores podem encontrar desde a venda de roupas e sistemas de segurança até a comercialização de doces, salgados, trufas, abarás, caldos, pizza no palito, churrasquinho e coquetel de frutas. Outra novidade é presença de representantes de sites de vendas coletivas, viabilizando negócios por meio da internet com um número cada vez maior de participantes.

De acordo com a professora Patrícia Helena Nascimento, especialista em Planejamento de Cidades e mestre em Regional e Meio Ambiente, a proposta da feira é desenvolver o potencial empreendedor dos alunos, dando ênfase na inovação e criatividade e sensibilizando-os para o desenvolvimento de um comportamento empreendedor nos ambientes acadêmico, social e mercadológico.

MINHA CASA, MINHA VIDA

Pra ser feliz, ao João de Barro só falta arrumar uma companheira

Uniube Itabuna forma turmas de Pedagogia e Administração

Administradores e Pedagogos, com muito orgulho

 

O pólo Itabuna da Universidade Uberaba (Uniube) realiza nesta sexta-feira, dia 10, a solenidade de formatura das turmas de Pedagogia e Administração 2011.1. A colação de grau acontece às 19 horas na quadra da Ação Fraternal de Itabuna e será  conduzida pelo diretor do pólo Nérope Martinelli e pela coordenadora pedagógica regional Jamile da Silva Bonfim.

Os formandos de Pedagogia têm como nome da turma Andréa Ribeiro, paraninfo Nérope Martinelli e patrono Carlos Hugo Danneu Noriega. Adilson Lima será o orador e Maria Lucia Dias dos Santos a juramentista. Serão homenageados a Amiga da Turma Mônica da Silva e os professores Jamile Bonfim e Maria Aparecida.

Administradores do Futuro é o nome da turma de Administração, que também terá como paraninfo Nérope Martinelli e patrono Carlos Hugo Danneu Noriega.  Adson Lima da Silva será o orador e Roberto Andrade Pedreira o juramentista. Receberão homenagens os professores Flávia Matta e Sérgio Carvalho e a amiga da turma Adriana Rocha. A formatura das turmas de Administração e Pedagogia da Uniube-Polo Itabuna é organizada pela empresa Formandu´s Eventos e Formaturas.

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES

não chorem por Zélia, chorem pela cultura

”Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada”.

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“No caminho com Maiakovski”, um poema de Eduardo Alves de Costa

AS MENINAS DO VIADUTO

as meninas-damas da noite

Apesar das campanhas de conscientização e das ações do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente, a prostituição infanto-juvenil continua sendo uma triste realidade em Itabuna, especialmente no trecho da rodovia BR 101 que corta a cidade.

 No início da noite de terça-feira, duas meninas, com idade aparente entre 13 e 15 anos, faziam ponto no viaduto que dá acesso ao Hospital de Base.

 Um grave problema social, fruto dessa ainda não curada chaga brasileira chamada miséria.

 Essas meninas deveriam estar na escola, não no viaduto.

SERRA PELADA

chora, Adoniran, chora

É de cortar (ops!) o coração.

 Em vez das amendoeiras que durante décadas embelezaram a avenida Amélia Amado, em Itabuna, resta apenas o vazio deixado pela derrubada das árvores, postas ao chão sem choro nem vela.

Enfim, como diria o imortal Adoniran  Barbosa, é o “pogresso”.

E O FLANELINHA-AVIÃO DANÇOU…

Era limpeza. Era, porque não é mais

Enquanto limpava vidros de carros numa sinaleira no bairro do Itaigara, Gilberto Pereira dos Santos, o “Farinha”, utilizava um telefone celular como ferramenta para exercer uma atividade ilícita: o tráfico de drogas. Preso  com certa quantidade de crack, “Farinha” recebeu num curto espaço de tempo, mais de dez ligações de usuários solicitando a entrega de drogas.
         Segundo informou o delegado Marcelo Costa Sansão, titular da 28ª Delegacia Territorial, “Farinha” costumava fazer a entrega da droga à clientela em frente a um supermercado, no Itaigara. Ele foi capturado quando transitava pela Rua Disneylândia, no bairro de Santa Cruz, onde reside. Autuado em flagrante por tráfico, Gilberto está no xadrez.

Cacau: Geraldo Simões defende renegociação

Geraldo Simões fala na Ceplac

O deputado federal Geraldo Simões manifestou a importância da lavoura do cacau que, mesmo com a crise enfrentada nos últimos anos, ainda é responsável por 16% da mão de obra na Bahia e disse que  é importante a renegociação da dívida do Cacau, pois há R$400 milhões recursos para investimentos, nos Bancos do Nordeste e do Brasil, os quais podem estimular em muito a produção na região.

Para Simões, “a questão não resolvida do PESA não pode ser um obstáculo para o investimento na lavoura. Lembro que no final deste mês, dia 30 de junho vence o prazo final para aderir à renegociação da dívida e ainda faltam muitos produtores”.

 “A todos os agricultores que ainda não renegociaram suas dívidas, faço o chamado para que busquem as agências bancárias, formalizem suas adesões ao PAC do Cacau e não deixem passar esta oportunidade, regularizando a situação, garantindo o benefício de 20 anos para terminar de pagar seus débitos, através de novos créditos e assim participarem da recuperação da lavoura cacaueira e do desenvolvimento regional do Sul da Bahia”, ressaltou.





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