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livros do thame





Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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UMA OBRA DE ARTE. A CAPA, PELO MENOS…

Esse merece uma cachacinha legítima e um montecristo pra dar boas vindas

Ainda a espera de uma parede pra chamar de sua, já está em Itabuna o quadro “A Mulher do Lobisomem”.

O quadro foi pintado por Waldomiro de Deus, um dos maiores pintores primitivistas do Brasil, baiano do Sul da Bahia, a partir do conto que dá título ao meu novo livro, “A Mulher do Lobisomem”. A capa do livro é o quadro de Waldomiro, meu amigo desde os saudosos tempos de pão com mortadela e tubaina em Osasco (SP).

O livro, editado pela Via Litterarum, será lançado em agosto. A despeito da qualidade literária, já se pode afirmar que a capa é, literalmente, uma obra de arte.   

 

DATA VÊNIA. É A SUA MÃE!

os pedar da bicicreta são de prástico

 

81 faculdades não aprovam ninguém no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil em 2010. Isso significa que  em 13% das 610 faculdades brasileiras nem sequer um aluno conseguiu nota para obter o registro profissional. OAB pedirá que o Ministério da Educação fiscalize as faculdades que se transformaram em meras fábricas de diploma.

Ou de “deproma de devogado”…

VAI UM REAL AÍ, IANQUE?

quem é o pobre, quem é o rico...

O Brasil terá menos pobres que os Estados Unidos, graças ao bom desempenho da economia e a expansão da classe média. “Em poucos anos, o Brasil terá menos pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza que os Estados Unidos”. A previsão é do presidente do Banco Santander do Brasil, Marcial Portela.

PORTEIRA ABERTA

onde passa um boi, passa uma boiada

As mudanças no Código de Processo Penal em vigor desde ontem abrem espaço para libertar 219 mil presos que aguardam julgamento. Nos crimes em que a pena prevista é de até quatro anos de detenção, juiz pode substituir a prisão preventiva por medidas alternativas.

Com a flexibilidade da nova lei, juizes querem mais controle sobre as  pena alternativas e sugerem que a polícia crie um banco de dados para controlar o cumprimento de pena alternativa. Sem isso, alegam eles, é impossível aplicar determinação do Código de Processo Penal que limita prisão às penas superiores a quatro anos.

BLOGUEIRO CENSURADO

Nunca mais! Nunca mais?

 

A deputada estadual Ângela Sousa (PSC) conseguiu, por via judicial e em segunda tentativa, censurar o Blog do Gusmão. O site foi obrigado a retirar postagens que tratavam das suspeitas de gatunagem e desvios de dinheiro da Secretaria de Ação Social, quando era comandada por Augusto Macedo, ex-assessor de gabinete da parlamentar.

Ângela havia ingressado com ação no Juizado Especial Cível no ano passado, mas a juíza Raquel François negou o pedido, alegando atentado à liberdade de imprensa e livre manifestação de pensamento. A deputada estadual decidiu entrar com a mesma ação na 3ª Vara Cível. O juiz Jorge Luiz Dias Ferreira entendeu diferente da colega do Juizado Especial e obrigou o blog a retirar três postagens que relacionavam apontavam suspeitas dos desvios de dinheiro na Secretaria de Ação Social para a campanha da deputada.

Editor do blog, Emílio Gusmão disse que retirou as postagens, mas seus advogados já recorreram ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). No primeiro semestre deste ano, o mesmo juiz Jorge Luiz Dias Ferreira já havia imposto censura ao Blog do Gusmão, em processo movido pelo secretário de Serviços Públicos de Ilhéus, Carlos Freitas. A decisão do juiz ilheense foi cassada pelo TJ-BA em decisão da desembargadora Ilza Maria da Anunciação. (fonte:Pimenta na Muqueca)

Contudo nas bancas

Vale a pena conferir a Contudo desta semana.

Wagner na abertura do Festival do Chocolate

Wagner destaca verticalização da produção de cacau

No programa de rádio Conversa com o Governador, que vai ao nesta terça-feira, o Jaques Wagner destaca a realização do  3º Festival de Chocolate, que acontece de 6 a 9 de junho em Ilhéus. “Quero parabenizar a todos os organizadores do 3º Festival do Chocolate, em Ilhéus, e dizer que espero durante a semana poder visitar o salão. Eu creio que esse terceiro salão é uma amostra de que nós estamos em franca recuperação da lavoura do cacau na Bahia, depois da crise provocada pela vassoura-de-bruxa. E isso foi sempre feito em conjunto pelo Governo Federal, Governo Estadual e os produtores, e hoje eu diria que a gente está em um ciclo ascendente da produção do cacau. Isso vai continuar”.

         “Temos incentivado a verticalização da cadeia produtiva de cacau. Estamos trazendo para a Bahia  o Salão Internacional do Chocolate, que sempre aconteceu na Europa, , e ajudando àqueles que produzem a amêndoa, a também fazerem a transformação e agregarem mais valor ao nosso produto. Tenho certeza que cada ano ficará  melhor ainda”, disse o governador, que na quarta-feira estará presente na abertura do Festival do Chocolate, às 19 horas no Centro de Convenções de Ilhéus.

Terra da indiferença sem fim

Itabuna, minha terra meu desterro

      A Fundação Cultural de Ilhéus, em parceria com instituições públicas e privadas, está se mobilizando para comemorar em 2012 os 100 anos de nascimento de Jorge Amado, um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos.

            O projeto inclui a realização de palestras, oficinas de leitura, seminários, peças de teatro, produção de documentários e a completa revitalização da casa onde Jorge Amado morou na infância e juventude e escreveu seu primeiro romance, “O País do Carnaval”. O local deverá ser transformado num museu multimídia, com acesso digital a fotos e obras do escritor.

            A homenagem dos ilheenses faz justiça um escritor que levou Ilhéus e a Região Cacaueira para os quatro cantos do planeta, com uma obra centrada basicamente no cacau.

A cidade onde o Jorge Amado passou parte da infância e da adolescência foi cenário para obras primas como Terras do Sem Fim, Gabriela Cravo e Canela e Tocaia Grande, entre outros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas e até hoje atraem as atenções para a Região Cacaueira, especialmente para Ilhéus.

            O potencial turístico e cultural que o nome de Jorge Amado representa ainda não foi devidamente explorado, mas ao menos a cidade se esforça para manter viva a memória do escritor e promove a permanente divulgação de sua obra.

            Ilhéus e Jorge Amado parecem nomes indissociáveis, tão ligados que estão entre si.

            Enquanto isso, na cidade onde Jorge Amado nasceu, a memória do escritor é solenemente ignorada.

            Itabuna foi o berço de Jorge Amado, mas isso parece ter pouca ou nenhuma importância. Tentativas esporádicas de resgatar a memória do escritor não têm obtido resultados práticos. Justiça se faça: o problema não é apenas das autoridades: ao contrário dos ilheenses, os itabunenses não estão nem aí para Jorge Amado.

            Diz a lenda que Amado sempre se identificou mais com Ilhéus, sempre esnobou Itabuna.

            Só no final da vida, quando completou 80 anos é que, numa célebre entrevista à TV Cabrália, ele assumiu, sem tergiversar, que havia nascido em Itabuna. Até então, quando perguntando sobre o assunto, respondia com evasivas do tipo “sou um menino grapiuna”.

            Mas, nem isso justifica a omissão, o descaso com que Itabuna trata seu filho mais ilustre.

            Jorge Amado é um patrimônio do Sul da Bahia, um ícone da literatura mundial.

            Um nome a ser saudado, lembrado, venerado.

            Por enquanto, esse é um mérito a ser reconhecido nos ilheenses.

            Os itabunenses ainda têm esse débito com Jorge, amado em Ilhéus, ignorado por aqui.

            O centenário do nascimento de Jorge Amado é uma excelente oportunidade de resgatar essa dívida.

            Ainda há tempo para isso.

            O que falta é interesse, vontade, compromisso com a própria história da cidade.

            Se não houver amor, porque isso não se impõe, que haja pelo menos reconhecimento a Jorge Amado.

AQUI NÃO CHOVE, SÓ PINGA

pinga ni mim

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.

Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.

Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.

O que fazer agora?

A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.

No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.

Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: o ‘azedo’ do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.

Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome ‘PINGA’.

Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ‘ÁGUA-ARDENTE’

Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.

E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

————–

APOIO CULTURAL: Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias e Etc. (Alambique).

DEPUTADOS VISITAM PORTO DE SANTOS

Geraldo Simões na visita ao Porto de Santos

 

O deputado federal Geraldo Simões e vários deputados, membros da Subcomissão de Portos e vias Navegáveis da Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados participaram de uma vista ao Porto de Santos promovido pela Comissão.  A visita teve como objetivo ouvir os segmentos do setor portuários para apresentarem sugestões com o intuito de aprimorar os portos Brasileiros, que são considerados ferramenta de extrema importância para o desenvolvimento da economia Brasileira.

A comitiva foi recepcionada no auditório-sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), onde ocorreu uma apresentação, pelo diretor de Planejamento Estratégico, Renato Barco, sobre a estrutura atual do Porto de Santos e seus projetos de expansão. 

O deputado Geraldo Simões, que durante dos anos presidiu a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), considerou positiva a visita ao Porto de Santos, por permitir conhecer melhor e na prática as necessidades do setor portuário.





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