:: 3/mar/2026 . 8:00
Os 69 anos da Ceplac em brancas nuvens

Walmir Rosário
No dia 20 de fevereiro passado recebi um zap do colega ceplaqueanos Marco Franco lembrando que aquela da era especial: os 69 de fundação da Ceplac. Claro, não poderia estar longe de minha memória, mas fiz questão de ficar calado, até mesmo para auscultar o nível de lembrança de um aniversário tão festejado em épocas passadas.
Prometi ao colega tocar no assunto em seguida, o que farei a partir de agora. E acredito que fiz bem por aguardar, pois recebi de outro colega ceplaqueano, Luiz Ferreira da Silva, um dos primeiros engenheiros agrônomos contratados, o livro “Ceplac Revivida”, recém-saído da gráfica. Uma coletânea de lembranças de seu tempo (da Ceplac) áureo.
Pois bem, na sexta-feira (20-02), também recebi algumas mensagens nos grupos de Whatsapp e até um vídeo com membros da atual diretoria ressaltando a data e os feitos da Ceplac, com promessas de breve ressureição. E todos os pálidos feitos prometidos para o futuro se baseavam numa esperança dos efeitos de um decreto federal editado recentemente.
Bem que eu gostaria de eu a força da tinta sobre o papel – no caso, o Diário Oficial da União – tivesse o poder de garantir tal proeza. Não se trata de tolo ceticismo, mas de simples percepção da situação atual do governo federal, sem recursos suficientes para fazer andar a máquina pública, que anda sem a lubrificação necessária em reais para cumprir seu papel.
Acredito mesmo que os discursos dos dirigentes tenham sido pelo estrito cumprimento do dever de ofício, e como se diz nas forças armadas: dar moral à tropa. Não se faz ciência sem pessoal altamente especializado, principalmente na economia cacaueira, cultura perene em que as pesquisas podem levar até mais de 20 anos para produzir resultados positivos.
Infelizmente, o quadro de pessoal da instituição sofre baixas diárias com a aposentadoria, produzindo resultados negativos, como escritórios de extensão fechados, laboratórios sem profissionais especializados para produzir ciência, e recursos para fazer a engrenagem andar. A situação se agrava, ainda mais, com a debacle nos preços internacionais. Mesmo assim torço pelo milagre.
PT Bahia cria colegiados territoriais para organizar a campanha de Jerônimo Rodrigues no estado

Tássio Brito (foto Fernanda Souza)
O Partido dos Trabalhadores da Bahia reuniu sua militância em Irecê, no último sábado (28), para concluir a construção de colegiados territoriais nos 27 territórios de identidade do estado. Os colegiados funcionam como um fórum interno de debate para organização partidária e eleitoral e foram criados durante a rodada de Encontros Territoriais – projeto retomado logo no início da gestão do presidente Tássio Brito com a proposta de fortalecer a interiorização da legenda e a conexão com suas bases.
De caráter organizativo, o encontro, que foi um dos maiores da temporada, recebeu na Câmara de Vereadores de Irecê os deputados Robinson Almeida, Afonso Florence, Neusa Cadore, Osni Cardoso, Jacó, Ivoneide Caetano, o chefe de gabinete Lucas Reis, além de presidentes municipais e lideranças do partido. Para o presidente estadual do PT, Tássio Brito, finalizar a rodada em Irecê é significativo, pois o território reúne muita força política.

(Foto Letícia Oliveira)
“Um dos principais projetos da atual gestão do PT Bahia é ampliar os espaços de diálogo com os municípios para organização e construção coletiva do partido, além da elaboração de projetos para o ano eleitoral. Rodar a Bahia não é só cumprir agenda, é escuta ativa, troca de experiências e fortalecimento da organização. A certeza é que encerramos essa etapa com uma militância ainda mais potente, mobilizada e preparada para os próximos desafios”, afirmou.
Einstein é eleito o 16º melhor hospital do mundo em novo ranking da Newsweek
O Einstein acaba de ser anunciado o 16º melhor hospital do mundo, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc. O avanço de seis posições em relação ao ano anterior evidencia o alinhamento da organização aos mais altos padrões internacionais de excelência, ao mesmo tempo em que reafirma, pelo sétimo ano consecutivo, sua posição de liderança no Hemisfério Sul e na América Latina. A iniciativa da Newsweek, que avalia centros médicos de referência em 32 países, considera recomendações de profissionais de saúde e pacientes, além de indicadores de qualidade assistencial, segurança do paciente, resultados clínicos e a adoção de práticas de inovação.
Para o presidente do Einstein, Sidney Klajner, o resultado reflete o esforço da organização em articular um sistema de saúde integrado, sustentável e orientado ao impacto social. “Estar entre os 20 melhores do mundo é um grande feito e estamos muito orgulhosos”, celebra. “O trabalho do Einstein está voltado à construção de soluções que contribuam para o aprimoramento e a sustentabilidade do sistema de saúde. Nosso foco está na formação de pessoas, na qualificação contínua do cuidado e na geração de um impacto positivo e duradouro para a sociedade.”
O que faz o Einstein estar entre os melhores do mundo:












