ABI e Sinjorba repudiam agressão a fotojornalista
Os principais coletivos relacionados à imprensa e ao jornalismo do estado da Bahia repudiaram a agressão sofrida por Paula Fróes neste domingo. “É mais uma cena abjeta destes tempos sombrios, em que o ativismo político é rebaixado a isso, com o estímulo da principal autoridade do país. Não podemos banalizar esse tipo de coisa”, afirmou Ernesto Marques, presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI).
“Desde as eleições de 2018 que o Brasil vem passando por uma regressão do ambiente democrático. O incentivo aos ataques à democracia vem do próprio presidente e de seus filhos, que tentam colocar a imprensa e os jornalistas como opositores, instando seus seguidores a promoverem perseguição e ações contra veículos de comunicação e seus empregados. Em países cujos governos são autoritários, a imprensa é um dos principais alvos, exatamente porque leva informação ao povo. Governantes com perfil ditatorial têm medo do povo informado. Preferem seguidores alienados e violentos. É o que aconteceu neste domingo, na Mouraria, em Salvador”, disse Moacy Neves, presidente do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba).













