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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 12/fev/2010 . 12:50

Carnaval, cachaça e charutos

Este blogueiro dá um descanso aos raros leitores e, filho de Deus que é, aproveita o carnaval para baixar o estoque regulador de cachaça e charutos cubanos, naquele paraíso que é Canavieiras.

Na quarta, Deus deixando, voltamos à labuta.

Asta la vista, muchachos e muchachas!

COM VOCÊS, A COMPANHEIRA DILMA

O comercial dos 30 anos do PT, que está sendo veiculado na televisão, é uma peça explicita da campanha Dilma Presidente, com as bençãos de Lula.

É também o pontapé inicial (espera-se que apenas no sentido figurado) na eleição plebiscitária sonhada por Lula, numa espécie de escolha entre seu governo e o de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso.

As próximas pesquisas servirão para mensurar o impacto do comercial e da estratégia de Lula e do PT.

Atenção guerreiros: o cervejão nem sempre desce redondo


O carnaval este chegando -no caso da Bahia já chegou- e a propaganda principalmente na televisão incentiva o consumo de um produto que está diretamente associado à folia: a cerveja.

Assim como cerveja e verão parecem indissociáveis, cerveja e carnaval são irmãos siameses.

O sujeito pensa em carnaval e vem à mente a folia mais popular do país e uma cerveja estupidamente gelada. Melhor, várias cervejas estupidamente gelada.

O marketing, óbvio, aproveita e superdimensiona essa relação entre carnaval e cerveja.

Aí, é só ligar a televisão que nos intervalos do futebol, da novela, do filme, do telejornal e do intragável Big Brother lá estão os comerciais de cerveja, cada uma se apresentando mais apetecível do que a outra.

Uma cerveja se arvora de símbolo dos guerreiros, os batalhadores que dão um duro na vida e merecem como prêmio a tal cerveja. No carnaval, então, os guerreiros dão uma pausa e caem na folia. Tomando muita cerveja, obviamente.

Outra espalha aos quatro ventos que desce redondo e até fantasia os foliões com suas latas. Sem ela, o carnaval fica quadrado, seja lá o que isso significa.

Aí, vem a terceira marca e não se contenta em ser apenas uma cerveja. Se anuncia como cervejão, assim mesmo no aumentativo. Para isso, usa até uma cantora que tem um corpão e um vozeirão para que o folião não abra mão do cervejão.

A rima, como se denota, é pobre e ruim de doer, mas quem está preocupado com isso, quando o negócio é vender cerveja?

Entre guerreiros, redondos e cervejões, o folião elava o consumo às alturas, faz a sua festa e a festa dos fabricantes.

Até ai, nada demais.

Carnaval e cerveja fazem mesmo uma tabelinha tipo Pelé e Coutinho e não há nada demais em tomar uma cervejinha, ops, um cervejão.

A questão é que se carnaval e cerveja combinam entre si, ambos não combinam com direção de veículos, sejam eles caminhões, ônibus, carro ou motos.

É aqui que se quer chegar. Para evitar que a alegria da folia se transforme nas cinzas da tristeza pede-se encarecidamente a quem vai dirigir que evite o consumo de bebidas alcoólicas, a velha e boa cerveja inclusive.

Portanto, senhores guerreiros, no volante, o cervejão não desce redondo. Nunca.

No mais, é desejar que o carnaval seja isso mesmo: alegria e celebração com os amigos.

Sejam eles guerreiros, adeptos do cervejão ou daquela que desce redondo.

Ou, como este que ora vos escreve, de uma legítima cachacinha de alambique.





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