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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘SUPERA – Ginástica para o cérebro’

Qual é o melhor horário para tomar uma decisão?

Não à toa o nosso cérebro tem horários e melhores condições para tomar decisões.

Entenda como isso funciona.

 

Quantas decisões você toma ao longo do dia? O quanto é difícil tomar algumas delas?

Certamente você já percebeu que o cérebro humano lida melhor com decisões nas primeiras horas do dia.

Acordar, tomar banho, escovar os dentes, ir para o trabalho, tomar café, almoçar, tomar ou não água ao longo do dia… tudo é decisão e o nosso cérebro precisa de energia para investir em boas escolhas ao longo de todo o dia.

Por que o cérebro tem um limite de decisões para tomar ao longo do dia?

Nosso cérebro é limitado pelos seus recursos disponíveis. Imagine que você tem uma caixa d´água que permite a vazão de apenas 80 litros de água por dia, e você precisa priorizar para onde vai cada litro. E mais, desses 80 litros, 50 já estão comprometidos com as atividades obrigatórias que tem que ser feitas todo dia. O cérebro trabalha mais ou menos assim para gerenciar o seu consumo de energia.

 

“Toda tarefa cognitiva que exige pensamento focado, como ponderar entre duas opções, avaliar o risco de uma decisão e tentar prever suas consequências, ou até mesmo o esforço para resistir a uma tentação (como um doce após o almoço), representa uma atividade com alta complexidade e, também, alto custo energético. Ao longo de um dia, quanto mais alta a carga cognitiva no seu cérebro, mais rápido ele esgota a energia que tem disponível”, detalhou a neurocientista parceira do SUPERA – Ginástica para o cérebro.

 

 

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Dia da Menopausa: como ela afeta o cérebro feminino?

O Brasil tem hoje cerca de 29 milhões de mulheres que estão entre climatério e menopausa, o que totaliza 27,9% da população feminina brasileira, segundo o IBGE. A menopausa é o fim dos ciclos menstruais e vida reprodutiva da mulher, e representa um marco importante do envelhecimento feminino. Na menopausa, os ovários param de funcionar e há queda dos níveis de estrogênio, um importante hormônio sexual feminino que atua na regulação de todo metabolismo do corpo.

O estrogênio possui receptores em todos os órgãos e, portanto, desempenha um papel nas características anatômicas, fisiológicas e até emocionais do organismo. Ele estimula o crescimento da massa óssea e muscular, atua como um antioxidante, oferece proteção ao coração e ao cérebro, e desempenha um papel importante na vitalidade emocional e sexual.

 

Isso significa que, com a acentuada diminuição nos níveis de estrogênio até a completa ausência desse hormônio na menopausa, resultará em desequilíbrios nos vários sistemas do corpo até que um novo equilíbrio seja alcançado.

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Por que pensar cansa?

 

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Como saber se estou usando muito ou pouco o meu cérebro? Assim como nosso corpo, o nosso órgão mais importante também se cansa e dá alguns sinais sobre isso.

 

Antes de falar sobre o que você sente quando seu cérebro trabalha é preciso entender por que ele responde desta forma.

 

Adenosina, muito prazer!

 

Serious,Businessman,Thinking,Hard,Of,Problem,Solution,Working,Late,InNosso cérebro funciona com vários ciclos que acontecem ao mesmo tempo. Tudo começa quando estou concentrado em uma mesma tarefa o que exige uma atividade mental específica e energia do cérebro. “A partir do momento que o cérebro troca informações entre si e as células vizinhas liberam Adenosina, que nada mais é do que uma substância ‘protetora’ que impede a hiperativação dos nossos neurônios. A liberação da adenosina resulta na sensação de fadiga. É o que sentimos quando nos sentimos cansados após uma atividade muito intensa ou longa”, detalhou a neurocientista do SUPERA – Ginástica para o cérebro, Livia Ciacci.

 

 

Por que você precisa pausar?

Uma vez fadigado, seu cérebro já não produz como antes, o que explica a importância da pausa entre as atividades – também para manter a produtividade. “Muitas pessoas confundem produtividade em diversos níveis e uma das principais confusões é a de que a produtividade está ligada a exaustão, o que, em termos científicos não faz sentido, uma vez que o cérebro em estado constante de fadiga não consegue responder da mesma forma”, explicou a Livia Ciacci, neurocientista do SUPERA – Ginástica para o cérebro.

 

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