:: ‘Rogério Medrado’
Escritor de Itacaré tem novo livro selecionado em edital da Editus/UESC

Rogério Medrado
O poeta e escritor itacareense Rogério Medrado teve seu mais novo livro, A Floresta dos Diferentes, contemplado no edital nº 016/2025 de Seleção de Originais para Publicação de Livros da Editus – Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). A obra, voltada ao público infantojuvenil, será publicada pela editora universitária, referência na produção literária regional e nacional.
Este será o sétimo livro publicado por Rogério Medrado, sendo o quinto voltado à literatura infantojuvenil. Com uma trajetória consolidada na escrita poética e na literatura para crianças e adolescentes, o autor se destaca pelo engajamento com temáticas educativas, sociais e de valorização das diferenças — como sugere o título de sua nova obra.
Além dos títulos já lançados, Rogério possui cinco novos livros prontos para publicação, que abrangem gêneros como poemas, literatura infantojuvenil e autoajuda. Atualmente, está trabalhando na produção do seu quinto livro de poemas e planeja, em breve, ingressar também no universo da narrativa romanesca, com projetos voltados à publicação de romances.
Escritores de Itacaré realizam lançamento de livros

Os escritores itacareenses Rafael dos Santos Barros e Rogério Medrado fizeram o lançamento dos seus livroso Auditório do Ecoporan, em Itacaré, com a presença de autoridades municipais e da comunidade, que estiveram no local para prestigiar os escritores da cidade..
Protagonismo Indígena: arranjos e conflitos nas sesmarias dos jesuítas de Rafael dos Santos Barros; a obra procura compreender a atuação de um grupo indígena na Capitania dos Ilhéus durante a primeira metade do século XVIII. As áreas possíveis para alimentação e caça foram tomadas pelas ocupações dos não índios, reduzindo as possibilidades dos povos indígenas viverem de acordo com seus hábitos. Inseridos nesse ambiente, estavam os índios Guerens, os quais usando a tutela de um capitão-mor conseguiram livrar-se da opressão e tornarem-se súditos do rei de Portugal, permitindo-lhes sobreviver no ambiente colonial.
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