:: ‘pejotização’
Presidenta do Sinjorba apresenta debate sobre pejotização no Congresso Nacional dos Jornalistas
A presidenta do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba) e secretária de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Fernanda Gama, foi um dos destaques do painel realizado durante o 40º Congresso Nacional dos Jornalistas, em Brasília. Na ocasião, a dirigente apresentou o tema “PJ, MEI ou CLT: quem te defende somos nós!”, colocando no centro do debate os impactos da precarização do trabalho jornalístico no país.
O painel integrou a programação dedicada à realidade profissional da categoria e reuniu dados atualizados sobre o mercado de trabalho, reforçando o papel do movimento sindical na defesa dos direitos de jornalistas, independentemente da forma de contratação.
Durante a exposição, Fernanda apresentou dados da Receita Federal que evidenciam a dimensão da pejotização no jornalismo brasileiro. Até junho de 2025, mais de 33 mil CNPJs estavam registrados em atividades ligadas à edição de jornais e revistas. Segundo ela, o número revela como o MEI, criado para estimular o empreendedorismo, tem sido utilizado de forma compulsória no setor.
Sindicato dos Bancários protesta contra pejotização no Santander em Itabuna
Na manhã desta quarta-feira (23), o Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região realizou um protesto em frente à agência do Santander, no centro da cidade, para denunciar a prática de pejotização adotada pelo banco. A mobilização integra a campanha nacional do movimento sindical contra a retirada de direitos e a precarização das relações de trabalho.
Embora o Grupo Santander tenha ampliado seu quadro funcional de 47,8 mil para 55,6 mil trabalhadores entre 2019 e 2023, o crescimento esconde uma estratégia nociva: a transferência de bancários para empresas do próprio grupo, como a F1rst e a Tools, com outras classificações de atividade econômica. Com isso, os trabalhadores deixam de ser regidos pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária, perdendo direitos como PLR, piso salarial, jornada regulamentada e representação sindical.
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