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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Parada Gay’

Parada Gay em Ilhéus: o morto que não morreu…

LabacoDe acordo com o radialista Fábio Roberto, o suposto traficante Márcio Ribeiro (foto), baleado na noite deste domingo (03), após a Parada Gay de Ilhéus, resistiu aos ferimentos não faleceu no local como foi noticiado.

Conhecido como Labaco, o homem de 29 anos foi alvejado por seis tiros, dois dos quais teriam atingido a cabeça. Ele é apontado como comandante do tráfico de drogas na Rua Luiz Gama, em Ilhéus, e já havia sido preso em março deste ano por homicídio. As primeiras informações, ainda ontem, apontavam que Labaco não teria resistido aos disparos.

Também de acordo com o radialista, o estado de saúde de Labaco é gravíssimo e o hospital regional de Ilhéus não tem leito para interná-lo.   (do Ilhéus 24 horas).

ATUALIZADO: Labaco teve seu quadro de saúde agravado e  e morreu na manhã de hoje.

CASO DE POLÍCIA

A polícia de Jaques Wagner não é a polícia de ACM, aquele em que 10 profissionais de imprensa foram assassinados em apenas uma década e nenhum dos mandantes foi sequer importunado, por conta de investigações capengas.

Daí que, é preciso que se apure  com rigor as condições em que se deu a prisão do jornalista Ederivaldo Benedito, do Blog do Benê, durante a cobertura da Parada Gay.  Benê tinha acabado de fotografar, a uma distância de cinco metros, uma abordagem da polícia a dois adolescentes. Ao perceber que estavam sendo fotografados, primeiro os policiais pediram que as fotos fossem apagadas e depois tentaram tomar a máquina. Como o jornalista se recusou a atendê-los, foi algemado, colocado num camburão e levado ao Complexo Policial de Itabuna, onde acaba de prestar depoimento e liberado. Toda a cena da prisão foi registrada pelo fotógrafo Pedro Augusto.

A subsecção Itabuna da Ordem dos Advogados do Brasil condenou o que chama de truculência e pediu a punição dos responsáveis. Cabe à Secretaria de Segurança Pública tomar as necessárias providências, porque o cerceamento da liberdade de imprensa é algo que deve pertencer a um passado que, sob hipótese alguma, queremos de volta.





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