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“Estou devastada”, diz mulher flagrada pelo marido fazendo sexo com mendigo
Sandra Mara Fernandes, a mulher que foi flagrada pelo marido fazendo sexo com mendigo dentro de um carro, publicou em seu Instagram, nesta quarta-feira (27), uma foto com seu marido, o personal trainer Eduardo Alves, e um texto em que afirma estar devastada.
“Olá me chamo SANDRA MARA FERNANDES, sou a mãe da Anna Laura e a esposa do @eduardoalvestrainer. Venho através dessa postagem agradecer as pessoas que se levantaram para me defender quando eu não tinha condições”, começou ela.
No texto, Sandra afirma que passou por dias difíceis, já que foi vítima de chacotas e humilhações. “Eu NÃO escolhi ter um SURTO, eu NÃO escolhi ter sido HUMILHADA, eu NÃO escolhi ter minha vida EXPOSTA e DEVASTADA!”, escreveu a mulher.
Ela também agradeceu o marido: “Agradeço ao meu esposo por tudo que ele fez por mim. Ele me defendeu durante e depois do ocorrido, pois sabe que em condições normais eu jamais teria permitido passar por aquilo”, publicou. Veja abaixo o texto na íntegra.
Mendigo espancado diz que mulher de personal treiner “o chamou para brincar”
O mendigo que foi espancado após ter uma relação sexual com a esposa de um personal trainer, na quarta-feira (09), em Planaltina-DF, afirmou, em depoimento à Polícia Civil, que foi convidado pela mulher “para brincar”. De acordo com o seu relato, ela que o convenceu a entrar no carro onde tudo aconteceu. O profissional de educação física afirma que sua esposa foi estuprada, mas ela própria diz que o sexo foi consentido.
O caso está sendo investigado pela 16ª DP como “legítima defesa de terceiros”, considerando que o espancamento teria sido motivado por uma suspeita de estupro. Givaldo Alves de Souza, de 48 anos, o mendigo que viralizou, sofreu socos e chutes e foi levado para o Hospital Regional de Planaltina. Ele já recebeu alta.
A ARTE DO 171
Desvendado o mistério que abalava o centro de Ilhéus.
Um deficiente físico passava o dia manquitolando e pedindo esmolas, mas quando “terminava o expediente”, levantava e saia todo saltitante, conferindo a féria do dia.
Não era um malandro como se imaginou, mas um artista que se fazia passar por mendigo e deficiente físico, carreando a piedade alheia e faturando uns trocados pra sobreviver.
Ah, então isso é arte?
No meu tempo, a gente chamava de 171
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