:: ‘Flavia Oliveira’
Praça das Artes leva cultura e entretenimento para as famílias em Itabuna

Nem o dia chuvoso e frio impediu que dezenas de famílias visitassem a Praça das Artes em Itabuna. O evento, em mais uma edição, reuniu o melhor do artesanato, arrasta-pé, comidas típicas, adoção de pets e um festival de xadrez para as crianças.

Participaram 35 expositores oferecendo uma variedade de atividades, incluindo exposição de artesanato, música ao vivo com forró raiz, gastronomia típica junina, apresentação da Escola de Talentos. Uma parceria com a escola Fada Madrinha, do bairro Califórnia, trouxe uma atração adicional: um festival de xadrez para o público juvenil.
Festa Literária de Ilhéus valoriza universo feminino

A 2° Festa Literária de Ilhéus começou na noite desta terça-feira (23) e para legitimar o tema: O feminino e a leitura do mundo, a jornalista e influenciadora digital Maíra Azevedo, a Tia Má, garantiu que “a literatura é feminina, porque somos nós que lemos, as mulheres têm as melhores histórias”.
Tia Má dividiu o palco com a jornalista Flávia Oliveira na abertura do evento. A solenidade contou com a participação da secretária de Cultura do Estado da Bahia, Arany Santana; a secretária de Tecnologia, Ciência e Inovação, Adélia Pinheiro; do prefeito do município, Mário Alexandre; do diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo; do vice reitor da UESC, Elias Lins e do presidente da academia de Letras de Ilhéus, André Luiz Rosa.
Para Arany Santana, o tema da Festa é rico e importante pelo momento em que o país está passando. “Diante do avanço, das conquistas que nós mulheres estamos passando ao longo do tempo, ainda encontramos resistência e dificuldade. Abordar a mulher no campo da literatura é extraordinário e fundamental”, afirmou a gestora estadual de Cultura.
Na ocasião, Tia Má anunciou em primeira mão que está escrevendo seu primeiro livro e com o tema ‘como educar uma criança negra numa sociedade racista’. Para ela a literatura transforma vidas. “Eu tive que entender muito cedo que vivia num ambiente machista e racista e a literatura que me mostrou essa realidade”. Ainda segundo a jornalista, “a literatura não está apenas na academia, existem várias formas de ler”, garantiu Maíra.
O diretor geral da FPC, Zulu Araújo, aproveitou a oportunidade para parabenizar os parceiros envolvidos e reforçar o papel da leitura como “ferramenta essencial para o combate da violência. A literatura é um instrumento de paz”, concluiu.
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