:: ‘4º Ocupa Brasília’
Mônica Burgos, da Avatim, recebe Comenda da CNI em Brasília
Empresária foi a única representante da indústria
baiana a receber a Ordem do Mérito Industrial em 2025

A sócia-fundadora da Avatim, Mônica Burgos, foi homenageada nesta segunda-feira (26) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com a Ordem do Mérito Industrial. A cerimônia ocorreu em Brasília, durante o evento em comemoração ao Dia da Indústria, promovido pela entidade.

A comenda é uma das mais importantes da indústria brasileira e reconhece personalidades que contribuem de forma significativa para o fortalecimento do setor no país. Mônica foi a única empresária industrial da Bahia indicada para receber a honraria em 2025.
Criadora da marca de perfumaria e bem-estar que nasceu em Ilhéus (BA) e hoje está presente em 26 estados brasileiros com mais de 350 lojas, Mônica foi homenageada ao lado de outros empresários e autoridades com trajetória de destaque no setor produtivo.
Na Semana do Jornalista, Fenaj e sindicatos iniciam o 4º Ocupa Brasília
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) realiza esta semana, de 7 a 11 de abril, o 4º Ocupa Brasília. A atividade, que tem a participação de representações dos sindicatos filiados, tem uma agenda com autoridades dos três poderes para tratar de cinco pautas da categoria: PEC do Diploma, Pejotização, Violência contra Jornalistas, Taxação das Big Techs e Piso Salarial Nacional.
O 4º Ocupa Brasília acontece na semana em que comemoramos o Dia do Jornalista (07 de abril) de maneira planejada. Foi convocada exatamente para este período, quando muitos protestos de parabéns à categoria são manifestados, a fim de usar a visibilidade da efeméride e exigir respeito ao trabalho que realizamos e mais dignidade à profissão.
“Assistimos com o silêncio do STF e demais poderes, à banalização do Jornalismo, com concessão de registros profissionais a jovens de 18 anos, a cidadãos que não dominam os códigos da leitura e escrita ou ainda a pessoas que nunca passaram por uma redação ou assessoria, mas que buscam o acesso à profissão para outros objetivos, muitas vezes escusos”, afirma o presidente do Sinjorba e 1° secretário da FENAJ, Moacy Neves.
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