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livros do thame





Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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O LEGISLADOR DE PIPAS

Devem estar mesmo tranqüilas as coisas na aprazível Ilhéus.

Com a cidade funcionando às mil maravilhas, não é que um vereador apresentou um projeto proibindo o uso de cerol nas pipas!

A alegação de que o cerol oferece riscos, já que pode provocar até estrangulamento, é aceitável, mas cá pra nós: como e quem vai fazer a fiscalização?

Ou será que no bojo da Lei do Cerol virá outra, criando os Fiscais de Pipas?

Nos tempos do imortal Stanislaw Ponte Preta, isso dava Febeapá com louvor.

MEU CARRO ERA VERMELHO

Um veículo Gol de cor vermelha, totalmente destruído, chama a atenção de quem passa pela praça Olinto Leone, no coração de Itabuna.

Naquele monte de ferro retorcido, está a história de uma vida.

Ou melhor, a história de uma morte.

Mais uma entre milhares de mortes nessa guerra sangrenta em que se transformou o trânsito brasileiro, sem contar os incontáveis feridos, alguns deles condenados a viver numa cadeira de rodas ou numa cama pelo resto de seus dias.

O que restou do carro vermelho está sendo exibido como parte da programação da Semana Nacional do Trânsito, uma bela iniciativa que envolve a prefeitura e outras instituições.

É certamente a demonstração mais cruel do que a imprudência, essa praga que parece fazer parte do código genético dos nossos motoristas, pode provocar.

Mais do que as condições das estradas ou eventuais falhas mecânicas, é a imprudência, que beira a irresponsabilidade, a responsável direta pela esmagadora maioria das mortes no trânsito.

Excesso de velocidade, ultrapassagens arriscadas, consumo de bebida alcoólica e desconhecimento (ou desobediência) das leis de trânsito, formam os componentes que deságuam nas estatísticas estarrecedoras.

E aí estão as mortes diárias, brutais, ceifando vidas e provocando a dor em familiares e amigos.

Os veículos, que deveriam servir para facilitar a locomoção e gerar conforto, acabam se transformando em verdadeiras máquinas de matar.

Daí a necessidade não apenas de punição, que deve ser feita com rigor para enquadrar assassinos em potencial travestidos de motoristas, mas principalmente de educação no trânsito.

È preciso orientar desde a infância, sobre a necessidade de obedecer as leis de trânsito, dirigir com responsabilidade, respeitar os pedestres.

Educar para, justamente, não precisar exibir veículos transformados em destroços. Para formar uma geração de motoristas responsáveis, que zelem não apenas pela própria segurança, mas também pela segurança dos outros, tantas são as vítimas inocentes da imprudência.

A Semana Nacional do Trânsito inclui ainda outras ações de cidadania, mas é basicamente um alerta para a necessidade de mudança de postura, um chamamento à responsabilidade, ao bom senso.

Uma reflexão.

Não é justo que tantas vidas sejam ceifadas, que tanta gente sofra por algo que pode ser evitado.

Não é justo que esposas esperem maridos, maridos esperem esposas, filhos esperem pais, pais esperem filhos e amigos esperem amigos sem saber se eles sobreviverão a essa absurda guerra cotidiana do trânsito.

Não é justo que carros vermelhos, amarelos, azuis, brancos, pretos, etc. sejam transformados em montes de ferro velho, levando junto o mais precioso dos bens: a vida.

A ÚLTIMA VÍTIMA


A Bahia viverá na próxima segunda-feira, dia 21 de setembro, um momento único por aquilo que traz de simbolismo.

Neste dia, que já pode ser qualificado como histórico, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Governo da Bahia realiza um ato de reparação, reconhecendo a responsabilidade do estado no assassinato do jornalista Manuel Leal, por não garantir sua segurança e liberdade de expressão.

Trata-se da primeira vez que um estado brasileiro acata uma recomendação do Comitê Interamericano de Direitos Humanos, entidade que solicitou a reparação.

Manuel Leal, diretor do semanário A Região, foi assassinado em janeiro de 1998, numa emboscada em frente à sua residência no Jardim Primavera, bairro da periferia de Itabuna, a poucos metros das sedes da Polícia Civil e do Batalhão da Polícia Militar.

Na época, o jornal vinha fazendo denuncias fartamente comprovadas contra autoridades municipais e estaduais.

O crime foi uma espécie de “crônica de uma morte anunciada” e só não entrou para a extensa lista de assassinatos insolúveis e nem caiu no completo esquecimento por contra da reação de uns poucos órgãos de imprensa e de instituições como Repórteres Sem Fronteiras, Sociedade Interamericana de Imprensa e Comitê de Proteção a Jornalistas.

Após uma investigação capenga, processos conduzidos com notória displicência e a reabertura do caso por insistência da Justiça, apenas o policial militar Monzat da Costa Brasil foi condenado pelo crime, mas ainda assim manteve o cargo público.

Aos mandantes do brutal assassinato, a mais completa e doce impunidade

A reparação feita pelo Governo da Bahia, longe de transformar Manuel Leal num mártir que ele nunca foi nem pretendeu ser, é uma afirmação inquestionável em defesa da liberdade de expressão, um preceito fundamental para o exercício da democracia.

Leal foi o caso de maior repercussão, mas não foi o único.

Numa década especialmente sangrenta para a imprensa baiana, dez profissionais de comunicação foram assassinados nos anos 90. Pelo menos a metade desses homicídios esteve relacionada diretamente ao exercício da profissão.

A impunidade foi a regra em absolutamente todos os crimes.

Foi certamente a mobilização e a resistência quase heróica de um pequeno grupo de jornalistas que não se intimidaram e nem deixaram que o jornal que foi a razão de viver e morrer de Manuel Leal sucumbisse, como certamente era o desejo de seus algozes; que impediu novas mortes de profissionais de imprensa.

Desde então, nenhum outro jornalista foi assassinado na Bahia.

Encerrou-se um ciclo trágico, que a reparação do Estado reverbera como um compromisso, nem sempre possível de cumprir, de zelar pela segurança e integridade dos que não se curvam aos poderosos de plantão e insistem em fazer jornalismo com dignidade.

Mas trata-se de uma situação só se encerrará quando à reparação se somar o fim da impunidade dos que acham que a violência pode calar uma voz.

Pode até calar, mas gera outras e outras vozes, que não apenas sonham, mas também acreditam na Justiça.

Que tarda, falha, mas quem sabe um dia chega.

Se não para Leal, mas para aqueles que teimam em não deixar a chama se apagar.

Noites traiçoeiras


A partir das 20 horas, a maioria dos caminhoneiros que costuma trafegar pela rodovia BR 101 no trecho entre Itabuna e o entroncamento para Feira de Santana e Salvador inicia uma espécie de operação não combinada, procurando um posto de gasolina para passar a noite e reiniciar a viagem nas primeiras horas da manhã seguinte.

Os ônibus que rasgam a rodovia durante a madrugada, viajam em comboio, com grupos de quatro a cinco veículos.

Poucos motoristas de veículos pequenos que atrevem a circular pela BR 101, que possuiu inúmeros trechos em que a distância entre uma cidade e outra pode passar dos 60 quilômetros.

Quando cai a noite, a BR 101 se transforma numa espécie de rodovia fantasma.

O problema, entretanto, não está nas improváveis almas penadas que por ventura decidissem assustar os motoristas.

Longe de ser do outro mundo, a questão para tantos cuidados está nesse mundo mesmo e atende pelo nome de criminalidade.

Se por conta do sistema de comboios os assaltos a ônibus, tão comuns até alguns anos atrás, se tornaram uma raridade, o mesmo não se pode dizer de caminhões e carros de passeio.

As incursões dos bandidos não se resumem aos lugares ermos, em que pode existir sempre um bandido num ponto em que é preciso reduzir a velocidade.

Na semana passada, um veículo de uma prefeitura sulbaiana foi roubado no trecho da rodovia BR 101 no município de Santo Antonio de Jesus.
A abordagem foi feita num quebra molas e além de levar o carro, os bandidos saquearam os passageiros. O crime aconteceu por volta das 22 horas.

Dias atrás, durante a madrugada, a ousadia dos marginais chegou ao ponto de cometerem um assalto coletivo nas barracas que vendem farinha, beiju, frutas e artesanato no trecho próximo à entrada do Vale do Jequiriçá.

Os bandidos, portando armamento pesado, obrigaram os comerciantes a se deitarem no chão e levaram dinheiro e telefones celulares.

No entroncamento de Uruçuca, que dá acesso a Ilhéus, motoristas preferem expor-se ao risco de acidentes e entram direto, em vez de parar no acostamento para fazer o contorno com segurança.

Segurança?

Isso é justamente o que falta numa das principais rodovias do país, elo de ligação entre o Sul/Sudeste e o Nordeste.

O que impera é justamente a insegurança, fazendo com que se atrasem ou se adiem as viagens, a menos que se queira correr o risco de sofrer um assalto.

Nas noites traiçoeiras da BR 101, o bandido por estar na próxima curva, na próxima subida ou no próximo quebra molas.

A espera da próxima vítima.

PROGRAMA DE ÍNDIO

Esquentou de novo o clima na área que a FUNAI, num relatório preliminar, reconhece pertencer aos índios tupinambás e que abrange parte dos municípios de Una, Ilhéus e Buerarema. Na manhã de quarta-feira, um grupo que se apresenta como tupinambás invadiu seis fazendas em Una. De acordo com trabalhadores rurais, os invasores estavam armados com espingardas, facões, flechas e lanças.

Foram invadidas as fazendas Boa Sorte, Santa Helena, Vencedora, Bom Sossego e Três Riachos. O caso está sendo apurado pela Polícia Federal.

As invasões revelam que por trás da aparente calmaria, instalou-se um barril de pólvora que pode explodir a qualquer momento.

“Interesse Nacional”


Há quase cinco décadas, Cuba sofre um implacável embargo comercial imposto pelos Estados Unidos.

O embargo se torna ainda mais perverso quando e é extensivo a nações que mantém relações comerciais com os EUA, o que significa que o país que se atrever a fazer negócios com Cuba corre o risco de fechar mercado para os seus produtos na principal potência do planeta.

O embargo foi imposto em 1963 sob o pretexto de que ao dar à revolução que derrubou a ditadura de Fulgêncio Batista um caráter socialista Fidel Castro expropriou propriedades e empresas norte-americanas na ilha.

Na prática, foi uma resposta à ousadia dos cubanos em optar pelo sua autodeterminação, fazendo com que a ilha caribenha deixasse de ser um misto de bordel e cassino dos Estados Unidos, refugio de milionários e mafiosos.

Fracassadas as tentativas de derrubar Fidel Castro, malograda a invasão da Baia dos Porcos, optou-se pelo estrangulamento econômico de Cuba, prejudicando milhões de pessoas submetidas a todos os tipos de privações, incluindo o acesso a medicamentos e e tecnologia.

Enquanto existiu o Bloco Soviético, os impactos do bloqueio não foram tão danosos. Cuba negociava com a URSS, a Alemanha Oriental e a Tchecoslováquia, que hoje nem existem mais como nações. A URSS se esfarelou, as Alemanhas se unificaram e tchecos e eslovacos formaram seus próprios países.

A queda do muro de Berlim e a débâcle dos países socialistas empurrou Cuba a uma crise sem precedentes, fazendo com que Fidel adotasse o chamado “período especial”, com racionamento de energia e de alimentos.

Os cubanos resistiram, preferindo manter a cabeça erguida a voltar a ser um satélite dos EUA.

O fim da Guerra Fria tornou o embargo a Cuba sem sentido.

Que ameaça poderia oferecer uma ilhota de meros 15 milhões de habitantes, com dificuldades para oferecer até os serviços básicos, diante a um gigante econômico e militar?

Ameaça nenhuma, mas o embargo foi mantido.

Meio século de asfixia.

Um crime lesa-humanidade, a que o chamado mundo civilizado fecha os olhos.
A eleição de Barack Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, dono de uma trajetória de vida impar e espírito democrático, acendeu a esperança de que o embargo que já não faz mais sentido seria encerrado. Obama chegou a ensaiar medidas, ainda insípidas, para estreitar as relações entre os dois países.

Mera ilusão. Uma de Lei de Comércio com o Inimigo, que proíbe o comércio entre os Estados Unidos e qualquer nação considerada uma ameaça foi prorrogada por mais um ano por Obama.

A Lei é renovada anualmente e o presidente dos EUA acaba de renová-la até setembro de 2010.

“Interesse nacional” foi a justificativa para manter a lei que por tabela mantém o cruel e perverso embargo Cuba.

O gigante, numa desmedida e desproporcional exibição de força, insiste em esmagar o anão inofensivo e fragilizado.

E Barack Obama, que foi eleito sob a perspectiva da construção de um mundo menos tirano e desigual, que só pode virar realidade se houver cooperação dos EUA, demonstrou que em termos de política externa, vale mesmo é a lei da submissão.

E quem não se submeter, que pague o preço.

O GIGANTE E O ANÃO


Rubens Barrichelo, o Rubinho, sempre foi uma espécie de patinho feio entre os pilotos brasileiros que se aventuraram pela Fórmula 1, quando não o bobo da corte, alvo de todo tipo de piada, algumas engraçadas, outras infames.

Rubinho nunca teve a genialidade e o carisma de Airton Senna, a eficiência de Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, nem a técnica apurada de Felipe Massa.

Quando correu pela Ferrari, teve como primeiro piloto ninguém menos do que Michael Schumacher, fenômeno inquestionável da categoria. Não bastasse isso, em nome do jogo de equipe várias vezes foi obrigado a ceder sua posição ao alemão, numa delas a poucos metros da linha de chegada.

O máximo que consegui foi o vice-campeonato da Fórmula 1, o que na cultura brasileira significa ser o último.

Estava no ocaso da carreira, quase se aposentou no final do ano passado, mas ganhou um carro surpreendentemente competitivo e eis que, depois de um início de temporada titubeante e algumas trapalhadas dele e da equipe, ganhou as duas ultimas corridas em Valência e em Monza.

Faltando quatro provas para acabar o campeonato, está na briga pelo título, com chances reais de vencer o Mundial.

Rubinho, enfim, calou seus detratores e mostrou se que não é um gênio, também não é o barbeiro destrambelhado que têm dificuldades até para dirigir um fusquinha.

Como jogador de futebol, Dunga sempre foi coadjuvante em meio a protagonistas como Romário, Bebeto, Rivaldo, Ronaldo e Careca, apenas para citar os craques de sua geração.

Ganhou uma Copa do Mundo com uma seleção que não deixou saudades e perdeu outras duas. Na de 1990, na Itália, o futebol feio fez surgir a “era Dunga”. O sucesso indiscutível como jogador, mesmo um jogador mais de transpiração do que de inspiração, nunca teve o reconhecimento que ele deve ter esperado da mídia e da torcida.

Ao levantar a Copa de 1994 nos Estados Unidos, um momento máximo na vida de qualquer jogador, em vez de comemorar, proferiu uma série de palavrões para uma audiência planetária.

Dunga assumiu a Seleção sem nunca ter treinado um time. Foi criticado pela imprensa, enxovalhado pela torcida, mas fez de um grupo quase desmoralizado uma equipe vencedora.

Ganhou a Copa América, a Copa das Confederações, classificou a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo com quatro rodadas de antecedência.

Dunga, enfim, calou seus detratores. O coro de “burro” foi substituído pelos aplausos, o reconhecimento. Pode não ser um Telê Santana (que por sinal não ganhou nenhuma Copa do Mundo) ou um Felipão, mas não é nenhum zé mané, incapaz de dirigir até um time de casados contra solteiros.

As semelhanças entre Rubinho e Dunga acabam aí.

Rubinho, mesmo nos piores momentos a nas brincadeiras mais absurdas, nunca deixou de sorrir, de tratar bem as pessoas, de ser aquele sujeito bacana, que faz a gente torcer por ele.

Dunga, eternamente mal humorado e incapaz de sorrir até nos momentos de celebração, é a imagem do ressentimento, que às vezes faz a gente torcer contra a Seleção.

Rubinho é o gigante, que cresce até quando se apequena.

Dunga é o anão, que se apequena até quando se torna grande.

MEIDE IM PARAGUAI

CAMINHO DE BRASILIA


Ninguém punido, a pior das vilãs se fingindo de santa para escapar da cadeia, e todo mundo se dando bem no final, depois de um festival de mentiras, golpes e falcatruas.

Cá pra nós, do jeito que foi ao ar, o último capítulo de Caminho das Índias bem que poderia ter sido ambientado no Congresso Nacional.

Are baba!

TEMPO, TEMPO, TEMPO


No mesmo dia em que os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram devastados por fortes temporais, incluindo os temíveis tornados, e São Paulo, a maior metrópole brasileira virou um inferno por conta das chuvas torrenciais; fenômenos idênticos se repetiram em várias partes do planeta.

Na Argentina, no México, nos Estados Unidos, na Turquia e no Cambodja, lá nos confins da Ásia, as chuvas torrenciais trouxeram destruição e mortes em larga escala.

Será apenas coincidência que isso tenha acontecido num único dia, em praticamente todos os continentes?

A resposta, muito provavelmente, é: não!

O clima parece ter enlouquecido.

Talvez seja injusto atribuir a loucura à Mãe Natureza. Mais justo é atribuir a loucura ao homem, esse predador de si mesmo, em sua sanha destruidora e sua completa falta de compromisso com o meio-ambiente.

A natureza apenas está reagindo a séculos de agressão, que se agravaram nas últimas décadas, com a destruição das matas, a poluição do ar, o assoreamento dos rios.

Nesse sentido, a imagem do Rio Tietê, que corta a Grande São Paulo, com seu leito transbordando lixos e esgotos é emblemática.

Em vez de peixes e de vida, montanhas de lixo e dejetos. Um rio morto, em nome do progresso, que pode até gerar riquezas, mas nem sempre gera bem estar.

Saímos do Rio Tietê e vamos para a Amazônia, o chamado pulmão do mundo, onde a destruição atinge níveis alarmantes. Árvores são derrubadas às milhares e o que era mata se transforma em pastagem.

Explora-se o planeta de maneira suicida, como se os recursos naturais fossem inesgotáveis. Como se não houvesse gerações futuras, que necessitarão desses mesmos recursos para sobreviver.

Exaurida, a natureza reage, com essas mudanças abruptas de clima.

Furacões, tufões, ciclones, tornados, tempestades tropicais, terremotos, maremotos e tsunamis. Não são apenas fenômenos naturais como alguns querem fazer crer.

É uma relação de causa e efeito.

O homem agride, a natureza responde.

Pode nem ser necessariamente uma resposta violenta a tanta exploração, mas sim um pedido de socorro.

Como se a natureza estivesse dando um sinal de alerta.

Um aviso de que é preciso repensar o planeta enquanto ainda é tempo.

Por que, se a destruição continuar nesse ritmo, não é preciso ser meteorologista para prever tempo sujeito a chuvas e trovoadas.

No sentido literal e no sentido figurado.





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