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 Anos  80 do século passado, quando o povo decidia em quem  votar  sem a avalanche de fake news e as ameaças veladas (ou nem tanto) de melar as eleições.

Debate entre os candidatos a governador de São Paulo. Lá pelas tantas, Paulo Maluf, ele mesmo!, decide fazer uma pergunta a Mário Covas, sobre um possível ato de corrupção do tucano.

Covas, com seu vozeirão de radialista do interior, não precisou nem de réplica, nem de tréplica:

-Ô Maluf, eu não vou discutir honestidade logo com você…

Assunto encerrado.

 

PS- Atualíssimo, diante de tantos “onestos”   que  bradam Deus, Pátria e Família e terão mais dificuldades de entrar no reino dos céus do que uma manada de elefantes  passar pelo buraco de uma agulha.