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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

fevereiro 2009
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:: 17/fev/2009 . 18:15

BARES TAMBÉM MORREM


É incrível como os bares e botecos decentes de Itabuna somem sem que mal dê tempo de pedir a próxima dose. Eles abrem, enchem de gente, viram ´ponto da moda` e depois fecham as portas.

A mais recente vítima dessa sina é o Acarajé Point, que apesar do nome meio babaca, tinha um ambiente legal e, melhor ainda, um chopp muito bem tirado, com o colarinho na medida certa.

O local era uma opção e tanto pra quem não agüenta aquele ambiente impessoal do shopping, ainda mais que lá o chopp é servido em copos de plástico, uma heresia pra qualquer bebedor que se preze.

O Tabocas, que se propunha a ser um espaço diferenciado, já está no segundo dono e tomara que acerte a mão.

Existem bares que escapam da morte súbita e resistem ao tempo. Casos notórios do Parlamento e do Katiquero, que viraram o século e o milênio, e o Codornas. São estabelecimentos respeitáveis, onde conta muito a presença dos donos, sempre solícitos para agradar os clientes e garantir a qualidade do atendimento. Existem outros, com certeza, mas em matéria de quilometragem boêmia, minha corda chega às bordas do Pontalzinho. E olha lá.

Já que o assunto é velório de boteco, faço aqui duas merecidas homenagens póstumas.

Uma ao Latin Bar, que lá pelos idos de 1995/1996 ocupava o espaço onde hoje é uma loja de bijouterias na rua Adolfo Maron, centro de Itabuna. O dono se chamava Jorge (que a depender dos hectolitros bebidos a gente chamava ora de Chileno ora de Cubano), sujeito meio mal humorado, mas que vendia um chopp digno de se beber de joelhos. O melhor que já bebi nesse meu quarto de século em Itabuna.

Outra homenagem póstuma é ao bar do “seu” Pedra, uma portinhola na entrada no Pontalzinho, que nem nome (e nem banheiro) tinha. “Seu Pedra”, que já fechou as portas da existência (que maneira poética de dizer que o sujeito morreu!), era igualmente mal humorado, mas servia uma batatinha em conserva divina e uma cerveja gelada que fazia a gente esgotar o estoque de Skol, Brahma, Antarctica e o que aparecesse pela frente. De vez em quando rolava uma cachacinha honesta. Mas só de vez em quando, porque “seu” Pedra achava, com razão, que quem bebe cachaça demais, bebe cerveja de menos.

Bares que morrem, bares que sobrevivem.

Bebamos, pois (moderamente, concedo!) enquanto vivos estamos.

-0-0-0-

PS- Antes que Luiz Conceição, Marival Guedes e Walmir Rosário, companheiros de copo e de aventuras e desventuras no jornalismo, me cobrem, faço a devida correção: entre os bares e botecos longevos há que se incluir obrigatoriamente o ABC da Noite, do legendário Caboclo Alencar.
Ao imperdoável lapso dêem-me o desconto de que o ABC da Noite, com suas batidas de antologia, não é propriamente um bar, mas uma verdadeira Instituição.

DO "REPÓRTERES SEM FRONTEIRAS"

PARAGUAY

ASESINAN AL DIRECTOR DE UNA RADIO COMUNITARIA : REPORTEROS SIN FRONTERAS QUIERE CONOCER LOS PROGRESOS DE LA INVESTIGACIÓN

Reporteros sin Fronteras espera que las autoridades encargadas de investigar el asesinato de Martín Ocampos Páez, director de la radio comunitaria Hugua Ñandú FM, ocurrido el 12 de enero de 2009 en Concepción (Centro), se encuentren pronto en condiciones de presentar los primeros resultados de su búsqueda. La muerte del periodista podría estar relacionada con sus actividades profesionales.

“Aunque en Paraguay son raros los asesinatos, los periodistas que se atreven a denunciar el narcotráfico, y sus colusiones con algunos medios políticos locales, se exponen a altos riesgos. Todavía no se ha establecido el móvil del asesinato de Martín Ocampos Páez, pero debería tenerse en cuenta esta hipótesis. Recientemente, varias organizaciones comunitarias de la región de Concepción se alzaron en contra de los graves abusos cometidos por las autoridades locales con sus miembros, en nombre de la lucha contra el crimen organizado. Una situación que merece particular atención del gobierno del presidente Fernando Lugo, sensibilizado con la causa de las comunidades de base”, ha declarado Reporteros sin Fronteras.

Martín Ocampos Páez se encontraba el 12 de enero en su domicilio de los alrededores de Concepción cuando le asesinaron unos matones. La víctima, director de la radio comunitaria Hugua Ñandú FM, denunciaba frecuentemente en antena la presencia de narcotraficantes en la región, y sus presuntos apoyos entre las filas de la policía, e incluso del ejército.

Martín Ocampos Páez había recibido amenazas de muerte y su asesinato coincidió con algunos intentos de allanamiento de las instalaciones de su emisora y de Joaju FM, otra radio comunitaria, por orden de la justicia local. Unas operaciones que provocaron brutales actuaciones contra los lugareños, acusados de “guerrilleros” por algunas autoridades judiciales, policiales y militares. Según las organizaciones comunitarias, entre 1989 y 2005 asesinaron en la región a doce campesinos.

Reporteros sin Fronteras se suma a los llamamientos del Sindicato de Periodistas de Paraguay (SPP), la Asociación Paraguaya de Comunicación Comunitaria (COMUNICA) y la Federación Internacional de Periodistas (FIP), para pedir que se conozca la verdad en este caso.

E SE LULA FOSSE CHAVEZ?

Essa charge eu peguei do site do Samuel Celestino (www.samuelcelestino.com.br).

Se Lula fosse Chavez, o que estaria se discutindo seria o terceiro mandato.

E sem chances para ninguém!





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